Elder Sign - resenha

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Mensagem por tiagovip em Seg Set 09, 2013 1:56 pm

DAS GENERALIDADES

Elder Sign é um jogo com a temática de horror cósmico fundamentado - com certa liberdade de interpretação - nos escritos de H. P. Lovecraft e outros escritos contemporâneos que ampliaram o que veio a ser conhecido como Mythos.

Elder Sign - resenha Pic1024923_md

(Cortesia de W Eric Martin)

O jogo tem duração média de 90 minutos, mas pode variar em qualquer coisa entre 45 minutos a pouco mais de 2 horas; e numa mesma partida pode acomodar até 8 jogadores (ainda que o recomendado, tal qual como em seu irmão mais velho - o Arkham Horror -, é que não supere os 5 jogadores, ou o tempo de espera entre as jogadas de cada um pode se estender além do razoável).


DO CENÁRIO

O tem como cenário principal o Museu de Arkham e suas cercanias. Assim, serão esses espaços, bem como as alas, corredores e diversas salas do Museu que as investigações ocorrerão. 


DO TURNO

Cada participante sorteia um investigador e será através dele (e das habilidades dele) que o jogador irá interagir com os elementos do jogo. Da mesma maneira é sorteado um Grande Antigo, que será a criatura cujos servos e cultistas desejam trazer ao nosso mundo.

Em seguida ajusta-se o relógio da partida para a meia-noite e sorteia-se 6 missões que serão os desafios iniciais dos jogadores. O jogo pode então começar, após ser decidido qual será o primeiro investigador a iniciar a partida.

No turno do investigador o mesmo pode:
- Seguir para uma Missão e tentar cumpri-la (o que pode incluir combater um inimigo);
- Ficar na entrada do Museu para se recuperar (ganhando Vigor ou Sanidade), tentar ganhar itens (rolando um dado e comparando o resultado à uma tabela) ou trocando troféus por itens, pistas ou mesmo o precioso Símbolo Ancião.

São basicamente essas as opções e, ao final do turno, o relógio do jogo avança 3 horas (na verdade são 6 horas, pois ao final de 4 turnos dos investigadores, um dia inteiro terá se passado). Cada vez que o relógio bate meia-noite, uma carta de Mythos é revelada e seus efeitos entram em jogo.

Elder Sign - resenha Pic1059397_md

(Cortesia de The_Thorpe)

É, portanto, uma corrida contra o tempo!


DAS MISSÕES

Abaixo há uma figura de uma missão típica:

Elder Sign - resenha Pic1016973_md

(Cortesia de LordHellfury)

Ela contém vários elementos. Vamos um por um, do topo até embaixo:
- Começa com uma imagem evocativa ao nome da carta;

- Em seguida tem o nome da Missão ("Lights Out" - Luzes Apagadas) ao lado do valor numérico de quantos pontos de troféu esta missão específica vale (no caso, 2 pontos);

- Abaixo um texto para contextualizar a Missão;

- Abaixo estão as 3 Aventuras necessárias para completar a Missão: a primeira exige 3 Pistas, a segunda 2 Perigos e a terceira 2 Conhecimentos. A flecha ao lado das aventuras indica que as mesmas devem ser cumpridas na ordem, de cima para baixo;

- Ao final, do lado esquerdo, consta o que ocorre no caso da tentativa de resolver a Missão termine em falha (no caso, o investigador perderia 2 pontos de Vigor - um por cada coração -, e um ponto de Destruição seria adiciona à Trilha de Destruição do Grande Antigo, e quando o Grande Antigo completa sua trilha, ele desperta). No lado direito está a recompensa ao investigador no caso de ele resolver a Missão: ele ganha um Feitiço (o símbolo do tomo indica isso) e um Símbolo Ancião (que ele não guarda e, sim, é adicionado ao total adquirido, que fica ao lado da ficha do Grande Antigo).

Todas as missões têm basicamente os mesmos elementos, diferenciando-se nas penalidades e nas recompensas. Algumas missões têm efeitos especiais (que são de dois tipos: os que ocorrem quando o relógio atinge meia-noite, e os que ocorrem quando um dos dados mostra o símbolo do Horror).
Falando em símbolos, vamos aos dados.


DOS DADOS

Os investigadores terão usualmente à disposição 6 dados verdes e cada um dos dados contêm 4 símbolos:
- A lupa (pistas);
- O pergaminho (conhecimento);
- A caveira (perigos);
- O monstro (horror).

Elder Sign - resenha Pic1059399_md

(Cortesia de The_Thorpe)

Há ainda dois outros dados, um amarelo e um vermelho. A única diferença do dado amarelo é que ele tem mais pistas que os verdes; enquanto o dado vermelho, além de ter mais pistas, tem um símbolo extra: o Investigador (coringa), que serve como qualquer outro símbolo que se queira.

O dado amarelo e/ou o vermelho são usados em situações especiais, normalmente quando os investigadores usam um item (se for um item comum, o dado usualmente será amarelo, se for um item único, o dado será vermelho).


DOS OBJETIVOS

Os investigadores têm que resolver Missões para coletar os Símbolos Anciãos. Quando um número específico (que consta na ficha do Grande Antigo) é alcançado, o jogo termina imediatamente com a vitória dos investigadores.

Caso o Grande Antigo desperte antes do número de Símbolos Anciãos ser alcançado, inicia-se a batalha final. É possível que os investigadores derrotem a criatura e, desta forma, também vencem o jogo.

Se o Grande Antigo despertar e vencer os investigadores na batalha, todos os jogadores perdem.


DOS COMPONENTES

Bem, é um jogo da Fantasy Flight, e isso significa qualidade. Existe bastante arte reaproveitada de jogos mais antigos (do Arkham Horror, em particular, mas pode ser que tenha algo do Mansion of Madness, mesmo assim há arte nova, e bastante bonita, feita por Dallas Mehlhoff.

Elder Sign - resenha Pic1099165_md

(Cortesia do Ckirkman)


DAS OPINIÕES

Elder Sign foi chamado de Arkham Horror-lite, ou seja, contendo elementos do AH, mas num jogo mais manejável, de menor duração, com menos regras. E, bem, nestes pontos é tudo verdade.

É também verdade que o Elder Sign não é um Arkham Horror no que tange ao fator de cooperação entre os jogadores e nem, e isto é o mais importante, na temática.

Arkham Horror fundamenta-se em tema, enquanto o Elder Sign tem tema, mas não o reforça: há pequeninos textos nas cartas de missão e algo mais nos tokens dos monstros, e só. Não há histórico nas fichas dos investigadores, nem textos de encontros. Considerando que todo os textos estão em inglês, isso torna o Elder Sign mais acessível àqueles que desconhecem tal língua, o que é bom, mas para quem é um fã do AH, sente-se a falta de mais ambientação.

O fator de cooperação também é bastante reduzido: fica-se no sentido de que todos os jogadores têm o mesmo objetivo, mas não necessariamente se ajudam tanto - é possível prestar assistência na resolução das Missões, mas fica nisso.

Isso são defeitos? Não necessariamente. São mais resmungos de quem quer algo do nível do AH em todos os jogos que tenham o tema dos Mythos.

Elder Sign é, então, um jogo ágil, com certo espaço para cooperação. Pode-se chamá-lo, também, de um jogo de dados, porém eu o vejo mais como um jogo de administração de recurso: os dados lhe fornecem recursos e o jogador deve utilizá-los na melhor maneira possível.

A rejogabilidade é alta: somando-se os diferentes Grande Antigos, os vários investigadores, as cartas de Mythos e as cartas de Missões, os jogos não serão iguais.

E há amplo espaço para expansões, algo que não deve demorar para começar a aparecer, mantendo assim o jogo fresco.

Ou seja, para quem gosta do AH, mas ou não quer se comprometer com um jogo tão massivo, o Elder Sign é uma boa pedida.

Agora, se o tema não lhe atrai, é bem possível que haja outros jogos que mereçam mais o seu investimento.

Abs,

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Mensagem por libonati em Seg Set 09, 2013 2:03 pm

Sick 

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Mensagem por tiagovip em Seg Set 09, 2013 2:05 pm

@libonati escreveu:Sick 
Eloquente!

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Mensagem por doizinho em Seg Set 09, 2013 2:09 pm

@tiagovip escreveu:
@libonati escreveu:Sick 
Eloquente!
Uma aula de respeito à opinião dos outros.

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Mensagem por libonati em Seg Set 09, 2013 2:19 pm

@doizinho escreveu:
@tiagovip escreveu:
@libonati escreveu:Sick 
Eloquente!
Uma aula de respeito à opinião dos outros.
O Perreto é foda mesmo... pois eu me referia ao jogo e na opinião dele!!!
Até pq, como disse Volteire "Posso não concordar com uma só palavra sua, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lá"

Ademais, sobre o todo muito bem escrito pelo Perreto há duas sentenças apenas que discordo:

Perretinho escreveu:Isso são defeitos? Não necessariamente. São mais resmungos de quem quer algo do nível do AH em todos os jogos que tenham o tema dos Mythos.

O Elder Sign é, então, um jogo ágil, com certo espaço para cooperação. Pode-se chamá-lo, também, de um jogo de dados, porém eu o vejo mais como um jogo de administração de recurso: os dados lhe fornecem recursos e o jogador deve utilizá-los na melhor maneira possível.
Perretinho escreveu:Ou seja, para quem gosta do AH, mas ou não quer se comprometer com um jogo tão massivo, o Elder Sign é uma boa pedida.
Mas aqui fica claro que vocês dois são duas lavadeiras pederastas, pq das diversas vezes que elogiei as resenhas do Perretinho, o mesmo e o Fabiano não falaram nada!!! Então parem de querer causar polêmica neste fórum tão pacífico!

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Mensagem por Andre Modt em Seg Set 09, 2013 2:23 pm

Mas e com a expansão? Muda algo? Ou somente adiciona mais missões, personagens, grandes antigos e afins?

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Mensagem por tiagovip em Seg Set 09, 2013 2:45 pm

@libonati escreveu:Mas aqui fica claro que vocês dois são duas lavadeiras pederastas, pq das diversas vezes que elogiei as resenhas do Perretinho, o mesmo e o Fabiano não falaram nada!!! Então parem de querer causar polêmica neste fórum tão pacífico!
Meu comentário, igualmente sucinto, foi sobre a eloquência de sua opinião sobre o jogo.

Abs,

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Mensagem por tiagovip em Seg Set 09, 2013 2:48 pm

@Andre Modt escreveu:Mas e com a expansão? Muda algo? Ou somente adiciona mais missões, personagens, grandes antigos e afins?
A expansão muda a entrada do museu, tornando-a mais atrativa, principalmente para conseguir itens (já que, quando um jogador falha uma ou duas missões seguidas, acaba ficando sem recursos e entra numa espiral de falhas - a entrada do museu agora ajuda a prevenir, um pouco, isso). Também adiciona as maldições (dado preto) e bençãos (dado branco) e novos Mythos com opções: os jogadores escolhem realizar um ou outro efeito. Além disso, no próprio deck do Mythos agora tem cartas mais fortes - indicadas por uma tonalidade de cor diferente.

Isso, claro, sem contar o óbvio: mais missões, mais personagens, mais itens, mais Grandes Antigos.

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Mensagem por Trentini em Seg Set 09, 2013 2:52 pm

@tiagovip escreveu:
@Andre Modt escreveu:Mas e com a expansão? Muda algo? Ou somente adiciona mais missões, personagens, grandes antigos e afins?
A expansão muda a entrada do museu, tornando-a mais atrativa, principalmente para conseguir itens (já que, quando um jogador falha uma ou duas missões seguidas, acaba ficando sem recursos e entra numa espiral de falhas - a entrada do museu agora ajuda a prevenir, um pouco, isso). Também adiciona as maldições (dado preto) e bençãos (dado branco) e novos Mythos com opções: os jogadores escolhem realizar um ou outro efeito. Além disso, no próprio deck do Mythos agora tem cartas mais fortes - indicadas por uma tonalidade de cor diferente.

Isso, claro, sem contar o óbvio: mais missões, mais personagens, mais itens, mais Grandes Antigos.

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Pelo jeito é uma expansão bem grande, gosto disso, quando fazem uma expansão bem caprichada num jogo.

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Mensagem por tiagovip em Seg Set 09, 2013 3:03 pm

Alexandre Trentini escreveu:Pelo jeito é uma expansão bem grande, gosto disso, quando fazem uma expansão bem caprichada num jogo.
Não é tão grande assim. Basicamente um tanto de cartas, alguns peças e dois dados. Porém, é maior que boa parte dos jogos de cartas, tanto que guardei a caixa para quando algum jogo, quando com sleeves, não servir mais na caixa original.

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Mensagem por Anarkion em Seg Set 09, 2013 4:18 pm

Eu curto Elder Sign para umas jogadas entre amigos, mas ele para mim na maior parte do tempo parece fácil demais. Talvez a expansão mude isso, ainda não tive oportunidade de conhece-la.

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Mensagem por tiagovip em Seg Set 09, 2013 4:25 pm

@Anarkion escreveu:Eu curto Elder Sign para umas jogadas entre amigos, mas ele para mim na maior parte do tempo parece fácil demais. Talvez a expansão mude isso, ainda não tive oportunidade de conhece-la.
Não necessariamente - ela tem coisas de dificultam, e outras que facilitam. O que eu aplico para dificultar um tanto é:

- Cada vez que um investigador morre, o GA ganha 1 doom token;
- Feitiços usados antes da rolagem (como nas regras originais);
- Preparar previamente o deck dos Mythos - isso ainda não fiz inteiramente, mas a ideia é deixar de lado os Mythos mais fracos, de forma que sempre venha alguma paulada.

Isso não vai deixar o ES que nem um Death Angel ou Witch of Salem, mas já faz com que ele suba um pouco na escala de dificuldade.

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Mensagem por agacea em Seg Set 09, 2013 4:28 pm

Adicione o elemento "dados" e pronto, lá se foi a minha chance potencial de achar algum jogo fácil demais... Sad

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Mensagem por Anarkion em Seg Set 09, 2013 4:36 pm

@tiagovip escreveu:
@Anarkion escreveu:Eu curto Elder Sign para umas jogadas entre amigos, mas ele para mim na maior parte do tempo parece fácil demais. Talvez a expansão mude isso, ainda não tive oportunidade de conhece-la.
Não necessariamente - ela tem coisas de dificultam, e outras que facilitam. O que eu aplico para dificultar um tanto é:

- Cada vez que um investigador morre, o GA ganha 1 doom token;
- Feitiços usados antes da rolagem (como nas regras originais);
- Preparar previamente o deck dos Mythos - isso ainda não fiz inteiramente, mas a ideia é deixar de lado os Mythos mais fracos, de forma que sempre venha alguma paulada.

Isso não vai deixar o ES que nem um Death Angel ou Witch of Salem, mas já faz com que ele suba um pouco na escala de dificuldade.

Abs,
Eu achei que cada vez que um investigador morria e o GA ganhava doom tokens já estava na regra original... lembro de sempre jogar assim. Procede?
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Mensagem por tiagovip em Seg Set 09, 2013 5:06 pm

@Anarkion escreveu:Eu achei que cada vez que um investigador morria e o GA ganhava doom tokens já estava na regra original... lembro de sempre jogar assim. Procede?
É sim, mas vale apontar, porque no Arkham não é assim, então já vi gente confundir e achar que não dava. Para mim fica fácil já que no Arkham também rola o doom token.

Abs,

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