Segunda - 02/novembro

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Segunda - 02/novembro

Mensagem por tiagovip em Ter Nov 03, 2015 2:53 pm

Olá, pessoas!

Após experimentos envolvendo hambúrgueres, incluímos alguns jogos no cardápio:

- Felix: The Cat in the Sack (Osmar, Vanessa, João e eu) - os leilões estavam animados, com boas disputas, porém os conjuntos não responderam de acordo, com nenhum deles sendo, no final, muito vantajoso (e alguns foram desastrosos) de adquirir - creio que o mais valioso, na proporção investimento x ganho, foi o que comprei, que rendeu 12 pontos e paguei 1 dinheiro. Aproveitando bem as oportunidades de ganho fora das cartas, consegui terminar na frente, com 58 camundongos, contra 52 do João.

- Red November x3 (Osmar, Vanessa, João e eu) - foram três partidas. O gnomos estavam sossego ou sorte. Na primeira os incêndios e o calor dentro do submarino estavam insuportáveis, barrando caminhos e assando os gnomos; e uma crise de oxigênio acabou não sendo resolvida e todos à bordo morreram asfixiados. Na segunda foi pior do que antes. Duas crises surgiram logo de início: uma envolvendo os torpedos e outra de oxigênio. Meu gnomo apagou o incêndio que havia na sala de armas, permitindo que a gnomo Vanessa chegasse lá para tentar impedir os torpedos de explodirem - havia 7 chances em 10 disso ser resolvido, mas o resultado foi 8. Então, o gnomo Osmar buscou solucionar a questão do oxigênio, e atuou com a mesma chance - 7 em 10 - e, igual à Vanessa, falhou, rolando 9. Todas nossas esperanças residiam, agora, no gnomo João, que teria 3 minutos para resolver a crise de oxigênio e 2 para a dos torpedos. Pressão? Bah, quase nada. Até porque ele falhou já na crise do oxigênio, então, pela segunda vez, todos mortos asfixiados. Na terceira, afinal os gnomos obtiveram sucesso em conter as ameaças como lhes era possível. Um crise de torpedos veio cedo, mas foi resolvida. O principal e mais constante problema foi o do calor, que a todo momento ameaçava assar os gnomos. Porém, mantendo o calor no limiar do suportável, todos iam sobrevivendo. Já na reta final, próximo do resgate, uma nova crise de torpedos e a sala de armas começou a pegar fogo - contudo, o heroico gnomo Tiago lidou com ambos os problemas. A gnomo Vanessa morreu afogada, porém será lembrada pela vasta incompetência. Assim, os gnomos conseguiram manter o submarino inteiro o suficiente até o resgate chegar para salvá-los!

Gnomos antes de embarcarem:




- 7 Wonders (Osmar, Vanessa, João e eu) - a Vanessa foi com Halicarnasso, o Osmar com Rodes, o João com Olímpia e eu com a Babilônia. Apesar de terem me dito que meu vizinho, Olímpia, tinha tendência para guerrear, e isso provou-se verdade na 1a Era, depois ela abandonou isso e seguiu para o caminho das construções cíveis e das guildas. A guerra ficou por conta de Rodes, que ia arrebentando seus vizinhos, mas fazendo pouco mais, além de um certo investimento nas ciências. Halicarnasso e a Babilônia tinham um comércio intenso, produzindo, entre si, todos os tipos de recursos. Isso foi chave para a Babilônio, que muito precisou dos pergaminhos de Halicarnasso para poder continuar desenvolvendo sua ciência. Na 3a Era a vantagem de Olímpia era ampla, com várias construções e 4 guildas, mas a Babilônia, de surpresa, montou uma fábrica de armas de cerco, que acabou rendendo-lhe 10 gordos pontos, o que, somados aos 31 obtidos pelos seus avanços científicos, deu-lhe a vitória, com 58 pontos, contra 54 de Olímpia.

- Sleuth (Osmar, Vanessa, João e eu) - nesse jogo o objetivo é descobrir qual das joias está de fora - são 36 joias e, em 4, cada pessoa recebe 8 cartas e mais três ficam abertas. Cada pessoa tem cartas que determinam o tipo de informação que elas podem solicitar de algum outro jogador - por exemplo: "Quantas verdes duplas você tem?" - e a pessoa questionada primeiro fala para todos na mesa se tem o que foi pedido e quantas tem, depois, tendo o que foi solicitado, mostra a(s) carta(s) que bate(m) com o que foi pedido ao outro questionador. Ou seja, todos obtém alguma informação, porém, quem pergunta sai com vantagem sobre o que foi perguntado. Existe uma ficha para anotar informações diversas, todavia a memória ainda tem papel importante. Quando um jogador crê saber a resposta, ele a anota e verifica a carta de fora, se estiver correto, vence o jogo! Se estiver errado, permanece jogando, mas só para responder às questões dos outros - ao errar a pessoa não tem mais chance de vencer.

Na partida, todos estavam um tanto confusos com as informações recebidas. O Osmar ia cantando de galo, dizendo estar próximo à resposta, contudo os turnos passavam por ele, e nada de ele arriscar. O João, em algum momento, perdeu-se em suas anotações, ficando sem ter noção apropriada do que poderia estar de fora. Minhas anotações eram patéticas e acabei por anotar duas vezes a mesma coisa, como se fosse novidade, porém, ao menos minhas perguntas estavam dando bons resultados. A Vanessa também vinha com boas perguntas e parecia que ela e eu íamos na mesma direção. Em meu último turno eu anotei minha resposta, mas, com o pé atrás, não arrisquei responder. A Vanessa, na sequência, após o Osmar responder a pergunta dela, arriscou a reposta e, pimba!, acertou! E vi que a joia de fora era aquela que eu tinha anotado - só faltou confiança mesmo!

E foi isso!

Abs,

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Re: Segunda - 02/novembro

Mensagem por doizinho em Ter Nov 03, 2015 3:12 pm

Quantos anos tem o João, Osmar?

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Re: Segunda - 02/novembro

Mensagem por Reffip em Ter Nov 03, 2015 4:40 pm

@doizinho escreveu:Quantos anos tem o João, Osmar?

8. Smile

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Re: Segunda - 02/novembro

Mensagem por Reffip em Ter Nov 03, 2015 4:42 pm

@tiagovip escreveu:A gnomo Vanessa morreu afogada, porém será lembrada pela vasta incompetência.


Hahaha, ela vai ficar triste com essa lembrança!!! Nunca mais jogará um cooperativo!! Smile

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Re: Segunda - 02/novembro

Mensagem por Gustavo em Ter Nov 03, 2015 5:34 pm

Também joguei umas coisas no feriado...

Fui no ap. do Rafael Warrior Soar e encaramos Race to Berlin, um jogo que veio numa revista de wargames (Battles Magazine) e que eu nunca tinha jogado.

No jogo cada jogador cuida de um marechal russo, e o objetivo é ganhar mais pontos de fama invandindo Berlin e outros pontos importantes da Alemanha. Cada um só pode ficar em uma metade do mapa, e não se encontram em nenhum momento.

Cada jogador também controla os alemães que servem mais como barreira contra os russos do que qualquer outra coisa. São bem fracos. Mas a intenção é apenas postergar a entrada russa.

O jogo é diferente, dado esses objetivos. Ao se entrar em Berlin, começa uma fase de atrito e o objetivo é invadir cada vez mais a cidade. Embora o Soar tenha invadido antes, eu consegui avançar melhor (o Soar estranhamente teve azar nos dados). Assim consegui uns pontos bônus e ganhei. Acho que foi 20 a 10.

Depois o Rafael Lodi chegou e encaramos o Android. O jogo é bem único, e muito interessante. Resumidamente, cada jogador é um detetive, e há basicamente 3 modos de marcar pontos - descobrir o suspeito/inocentes, desvendar a conspiração e avançar sua história pessoal. É um pouco complexo para eu ficar me detalhando, mas quem não conhece, vale a pena conhecer. O mais engraçado é que os culpados/inocentes o são de acordo com que os jogadores dizem que é - durante a partida cada um vai tentando empurrar o "seu" culpado.

Esse eu ganhei com 46 pontos contra 40 do Lodi, algo assim. Eu "acertei" o culpado (na verdade eu eliminei os outros), e ganhei muitos pontos com isso.

Foi uma tarde bacana, apesar de só dois jogos. Ambos eram demorados. O Berlin acho que levou umas 3 horas, e o Android umas 4...

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Re: Segunda - 02/novembro

Mensagem por Soar em Ter Nov 03, 2015 8:11 pm

Race for Berlim

Soar - Marechal Zukov
Gustavo - Marechal Koniev

Um jogo que merecia mais que uma edição de revistinha, a mecânica é de um tradicional hex and counter, mas a idéia é muito boa. Os jogadores não se atritam nenhuma vez, eles partem pra cima dos pontos de vitória e somente podem atrapalhar o "companheiro soviético" acionando os germânicos que desesperadamente tentam retardar a maré vermelha comunista e sanguinária.



Gustavo usou os alemães em táticas de guerrilha, cortando minhas linhas de suprimento e atacando minhas unidades mais fracas e eu sempre tentei recuar, e fazer rally para reagrupar as defesas mais próximas à Berlim.

Neste jogo ainda contamos com uma tabela de avanço dos americanos que ocupam os possíveis pontos de vitória e com algumas ordens desesperadas do fürrer. Na nossa partida estas tabelas quase não influenciaram a disputa.




Em Neukölln, já dentro de Berlim, enfrentei minha maior dificuldade, a falta de sorte... incrivelmente tive o jogo bem próximo da vitória e perdi na finalização de alguns rolls de dados.
Vitória justa de Koniev (20VPs à 10), que tinha as tropas melhores preparadas após terem feito muito exercícios de tiro ao alvo com os poloneses.



Android Boardgame (Lodi, Gustavo e Soar)

Caso: Last Call at Roxie's - um crime no cabaret.


Como o Gustavo já explicou, ele se deu muito bem finalizando os suspeitos que deveriam ser incriminados por nós, eu mesmo gastei quase meia partida perseguindo e incriminando a Sargento Dejah Thoris (a quem me deixou obsecado pois hora eu a queria inocentar ora incriminar).

Ao perder o meu suspeito, fiquei sem tempo de correr atrás de outra estratégia e me 'ferrei'.

Ao menos o meu investigador curou seus traumas, encontrou seu amigo desaparecido e parou de beber. (Xô depressão)


Na véspera, encontrei o mesmo Rafael Lodi na Manticore e tive o prazer de conhecer o Masques (jogamos com mais dois colegas)
Gostei muito do jogo, jogarei sempre, é um jogo bem 'filhodaputinha', pois os jogadores se vêem obrigados a sacanear os amiguinhos.
Nesta partida o Lodi disputava diretamente com outro jogador a vitória e sem perceber, de forma "despretenciosa" dei uma virada e venci antes deles
Cool


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