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Domingo, 24 de agosto

Mensagem por libonati em Seg Ago 25, 2014 1:50 pm

Também estive na festinha do meu amigo Pedrinho!!!

E logo de cara, para não fugir à tradição, começamos com Goa. O André era o único iniciante, mas isso não impediu de ir super bem no jogo, apesar desses euros médios de interação sutil não serem a praia. Essa partida foi vencida pelo meu amigo Elfo, que manteve a bandeira por boa parte da partida, acho desde a 2ª ou 3ª rodada, bem como conseguiu uns tiles que davam dinheiro, colonos, navios e especiarias a cada rodada. Pelo menos o puta AP dele valeu a vitória, apesar de ser uma estratégia baixa, já que desconcentra os adversários, fazendo-os apenas imaginar como seria legal se o vencedor jogasse ao invés de fazer todas as contas e bater papo com os demais justo na sua vez. Eu joguei como sempre jogo, like my ass, mas mesmo assim gosto muito do jogo e gostaria de jogá-lo mais vezes.

Depois, com a recusa clara do aniversariante em jogar um joguinho leve e espaçoso, partimos - eu, Elfo e André - para uma partida de Lords of Waterdeep, com a expansão Scoundrells of Skullport. Nesta partida comecei liderando e foi assim até o 6º/7º turno, mas no final o Elfo descambou de marcar pontos e levou mais essa vitória no dia. Bem, o jogo continua com os mesmos problemas de aleatoriedade de antes, mesmo com a expansão. Porém, acredito que a expansão tenha colocado lordes melhores, que os de antes e na nossa partida somente lordes da expansão foram sorteados, o que me impede de dizer como funcionam os lordes do base com os da expansão! A expansão adiciona seis novos lugares para colocar seu bonequinho e isso torna o jogo ainda mais frouxo, o que para um worker placement, na minha opinião não fica legal. A interação agora é mais amena e fica difícil interferir no jogo do caboclo, salvo com as cartas de intriga, que se tornaram uma ferramenta essencial. Não obstante, tem nos boards da expansão um local que dá 2 guerreiros e 2 ladinos, facilitando, assim, a vida daqueles que buscam missões de warfare e skulldugering, sem uma contra partida para os que precisam de magos e clérigos, enfim, isso é só uma observação, não uma crítica, já que não conheço o suficiente da expansão para mensurar o impacto disto no jogo. Outra adição da expansão é uma mecânica bem legal de corrupção, onde se faz ações mais fortes, mas com um custo variável em pontos de vitória. Enfim, a expansão que melhora algumas coisas e piora outras, não mudou minha opinião sobre o jogo, qual seja, legalzinho!

Por fim, após a ida dos demais convidados, eu fiquei para dar uma mão pros irmãos Miranda e acabamos por jogar Legendary: A Marvel Deck Building Game, sobre o qual meu amigo Perreto já disse bastante (só vai entender quem ler a guilda do BGG ou esperar cenas do próximo capítulo por aqui). Nessas duas partidas, igual as demais da noite, meu destino foi a sova de picas e perdi ambas.
Minhas impressões gerais sobre o jogo são positivas.

O dinamismo dele e a duração de uma partida, faz com que o aspectos que me desagradam sejam suavizados o suficiente para julgar um jogo ordinário, jogável de vez em quando, mas nada que faça falta em alguma sessão de jogos.

Mas o jogo tem o tema colado com meleca de nariz, não sendo mais ou menos temático que o Dominion, por exemplo. As coisas até fazem sentido e o jogo tem certa lógica, mas o apego mecânico certamente eclipsou o tema na escolha do designer.

A mecânica de esteira de cartas não é que mais me agrada, justamente por elidir escolhas estratégicas premiando o "fazer o que dá pra fazer na hora", mas a esteira de vilões até que não é tão ruim assim, embora por três vezes numa única partida os caras que eu poderia matar saíram logo depois da minha rodada, mas enfim, faz parte! Ao contrário do Perreto não gostei da arte por achar muito espalhafatosa, colorida e cheia de elementos (prefiro uma arte mais serena, mesmo nos quadrinhos) e os ícones eu achei horríveis, pequenos, desconexos e algumas vezes com pouco contraste na carta.

Mas é um jogo legal, descontraído e divertido. Porém, acho que dentro o universo Marvel, com essas mesmas mecânicas daria pra fazer algo bem melhor.

Foi isso o dia... parabéns Pedrinho e muitos anos de vida, espero que os 31 não lhe deixem ainda mais velhaco e resmungão.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por tiagovip em Seg Ago 25, 2014 1:53 pm

Olá, pessoas!

Hoje, em uma das dezenas de festividades ao redor do globo em celebração ao aniversário do Pedro, fui até a casa deste e o que joguei por lá foi:

Legendary: A Marvel Deck Building Game x2 (Léo, Gustavo e eu) - foram duas partidas. Na primeira, enfrentamos o Magneto, e o plano maligno envolvia uma invasão secreta dos metamorfos Skrulls. Os heróis que uniram-se para combater isso foram: Ciclope, Emma Frost, Capitão América, Homem-de-Ferro, Thor e Nick Fury. Perderíamos se 6 metamorfos escapassem. O Gustavo foi o que começou melhor de nós, mas não consegui ver bem quais cartas ele estava usando. O Léo seguiu focando mais nos Homem-de-Ferro e no Thor, enquanto eu preferi a Emma Frost e o Nick Fury, com umas cartas de cada um dos outros (algo que não parecia das coisas mais inteligentes, porque várias cartas funcionam melhor com outras do mesmo tipo). Demorou para começarmos a vencer os vilões, já que os Skrull eram fortes demais, porém, o Gustavo encaixou quase 20 de ataque num turno e no meu seguinte eu fiz o mesmo, e sentamos o cacete no Magneto. Vitória dos heróis! (Só quatro Skrull fugiram.) Os meus esquemas de mistura de cartas acabaram funcionando (porque cartas diferentes possuem símbolos em comum com a de outros tipos) e fui o mais noticiado na mídia, com 27 de moral heroica, contra 20 do Gustavo e 18 do Léo.

Na segunda partida, enfrentamos o Dr. Doom, sendo o plano maligno uma fuga em massa da prisão da Zona Negativa. Os heróis chamados foram: Hulk, Gambit, Deadpool, Homem-Aranha e Wolverine (curioso, três heróis bem humorados e dois completamente ao contrário! Seria certamente uma revista divertida de ler). Foi uma partida bem mais longa, onde batemos em quase todos os vilões do baralho (até porque, na ampla maioria, eram bem mais fracos do que os Skrulls metamorfos da outra partida). Desta vez perderíamos todos se 12 vilões escapassem, mas só 6 conseguiram isso. Nesta partida, as escolhas do Gustavo não deram certo para fazer ataques poderosos, e mesmo fazendo uma pontuação razoável, ficou para trás. O Léo conseguiu fazer o Homem-Aranha salvar vários civis, e eventualmente sentou o cacete com o Hulk e o Deadpool. Eu não misturei tanto as cartas quanto antes, focando-me mais no Gambit e no Hulk, mas peguei uma ou duas cartas do Wolverine e do Deadpool. Acabou que eu fui para cima do Dr. Doom, com o Hulk e o Gambit batendo forte, e derrotei 3 das 5 encarnações dele (o Gustavo bateu numa, e o Léo, ganhou na luta final), e mesmo comigo fazendo o trabalho pesado de efetivamente parar o vilão, o Léo, sendo o "amigo da vizinhança", ganhando as manchetes, foi o mais heroico, com 44 pontos, seguido por mim, com 38.

Legendary: A Marvel Deck Building Game é um jogo que suga de tudo e todos. Vi ali coisas do Ascension: Chronicle of the Godslayer e, claro, doDominion. Para o DC Comics Deck-Building Game há várias similaridades, porém o desenvolvimento parece ter sido para paralelo. O esquema é o seguinte: todos começam com 4 cartas de tropas da Shield (1 de ataque) e 8 agentes da Shield (1 de recrutamento). Compra-se 6 cartas e com os valores de ataque combate-se os vilões e com o recrutamento, compra-se cartas do QG. Em cada jogo, um vilão principal (o mastermind) e um esquema (o plano maligno). O plano diz como a partida funcionará (quantas cartas de schemes, qual a condição de derrota para os heróis). No seu turno, o jogador começa revelando uma nova carta do baralho de vilões, daí revela, uma carta por vez, aplicando seus efeitos, e, após usar todas, pode recrutar e/ou combater vilões (na ordem que quiser). Pode-se usar quantos efeitos de cartas quiser-se, recrutar quantas cartas de herói quer-se (até, claro, o limite do valor de recrutamento) e derrotar quantos vilões for possível (não há limite de ações nem de compras, como no Dominion - uma similaridade ao funcionamento do DC Comics Deck-Building Game, onde o mesmo aplica-se). As cartas de heróis vão para a pilha de descarte, e os vilões vencidos ficam numa pilha separada (não entram no baralho do jogador, ficam separados até o final da partida, até a contagem dos pontos).

As cartas dos heróis possuem efeitos variados, dos mais simples (compre 1 carta), aos mais complexos (derrote 1 vilão cujo valor para ser derrotado seja menor do que o número de agentes da Shield que foram K.O. (tirados do baralho - como o trash do Dominion)). A questão mais "diferente" doLegendary: A Marvel Deck Building Game é jogar as cartas em ordem, porque há cartas que têm efeitos somente de uma carta anterior se certo tipo ter sido jogada - por exemplo, se uma carta com o símbolo de punho foi jogada antes, a carta atual ganha +2 de ataque. Na complexo, mas jogar sem ponderar isso pode fazer alguns turnos serem subutilizados (porém, jogando na amizade, não nos importávamos em alguém alterar a ordem das cartas, mesmo depois de baixá-las). Nada complexo demais, só algo a ficar atento na hora de recrutar heróis.

Dentro do baralho dos vilões vão alguns grupos de vilões junto de cartas de plano e do vilão principal, e estas causam efeitos diversos quando são reveladas. No geral, porém, serão cartas de vilão a serem enfrentadas e a chegada de um empurra a "fila" dos vilões um espaço adiante, o que pode significar um vilão escapar (são 5 localidades: esgotos, banco, telhados, ruas e ponte; da ponte o vilão foge).

O jogo prossegue até que: ou as 5 encarnações do vilão principal sejam vencidas (vitória dos heróis; conta-se pontos para ver o herói mais heroico); ou todas as cartas do baralho de vilão acabem (empate; ainda conta-se pontos); ou o gatilho de final de partida do plano maligno seja ativado (todos heróis perdem; não conta-se pontos).

Quais os pontos legais do Legendary: A Marvel Deck Building Game?
- Jogo fácil de jogar (ainda mais para quem já está acostumado com os outros que citei) - de cara jogamos com um set up aleatório, nada de jogo de aprendizado, e tudo seguiu sem dúvidas (exceto se algumas cores eram cores diferentes ou não) nem dificuldades;
- Não sou fã da "esteira" de cartas de compra - aquela coisa de comprar uma carta meia boca, mesmo tendo bala na agulha para algo bem melhor, só para ver esse algo "bem melhor" surgir para o jogador seguinte, mas o Legendary: A Marvel Deck Building Game salva-se por duas coisas: 1) as cartas de herói não valem pontos, diferente do que ocorre no DC Comics Deck-Building Game, e que, por isso, ofende muito mais; 2) a esteira dos vilões tem esse efeito reduzido, já que cada um revela um vilão em seu turno, no começo deste, e pode enfrentar qualquer um dos que estão na esteira, porém, ao vencer 1, 2 ou mais, esses não serão substituídos imediatamente por outros - só surgirá um novo vilão no começo do turno do jogador seguinte. Neste ponto dos vilões, acheio-os bem equilibrados na relação entre a força para vencer + efeito ao ser derrotado + pontos que vale;
- Os símbolos nas cartas são claros, bem diferenciados, e os textos dos efeitos é igualmente claro e conciso;
- A arte é boa e variada o suficiente.

Quais os pontos ruins?
- O set up é meio demorado. Não pior do que no Dominion, mas muito superior ao do DC Comics Deck-Building Game;
- O efeito do rico fica mais rico.  Sério, qual o problema desses jogos de heróis com este ponto? O caso aqui, ao menos, é bem menos ruim do que aquele do DC Comics Deck-Building Game, mas ainda existe. Os vilões vencidos, como falei, são as cartas que valem pontos. Só que elas não entram em seu baralho. Então não é necessário ponderação alguma sobre quando deve-se encerrar o grosso do recrutamento e ir bater nos vilões. Talvez eu tenha sido estragado pelo fino trato do Dominion nesta questão. Ali, com compras limitadas (1 por turno, salvo efeito de cartas) e, principalmente, com as cartas de vitória servindo, primeiro, para dar pontos, e, segundo, como um "freio" natural ao seu baralho, existe todo umtimming que deve ser avaliado em cada partida. Para mim, enquanto os deck buildings ficarem em torno de pontos, as cartas que cedem isso precisam ser um desacelerador do baralho ou valerem poucos pontos, mas ainda custando/exigindo mais do que usual para uma carta só de pontos (pois o jogo "sabe" que comprar cartas só de pontos é "ruim" para o baralho). No Legendary: A Marvel Deck Building Game, ao conseguir os valores de combate, sai-se batendo. Conseguiu um valor maior ainda? Bate-se ainda mais! Sem preocupações como: "Pô, se eu comprar mais um Estate esse baralho vai engasgar feio", nem "Puxa, 8 dinheiros. E agora? Province já? Essa porcaria vai ficar me incomodando o resto do jogo...". Enfim, oLegendary: A Marvel Deck Building Game lida melhor com isto que seu parceiro da DC, simplesmente por criar cenários de "urgência" em que é preciso sair o quanto antes para lutar com os vilões. Eu entendo, contudo, para o jogo isso pode ser prejudicial - um jogador compra 1, 2 cartas supimpas, e sair atropelando. No Dominion as cartas de vitórias iriam fazer essas cartas excelentes virem com menor frequência, e, mesmo quando viessem, poderia ser em mãos pobres em recursos e efeitos (e nem me foco na questão que, no Dominion, haveria mais 8, 9 dessas cartas "supimpas" logo ali para serem compradas por outros, enquanto no Legendary: A Marvel Deck Building Game, mesmo havendo outras cópias no baralho, a carta pode ser filha única, já que boa parte das cartas não aparecem). Eu sei que isso tudo facilita que o Legendary: A Marvel Deck Building Game seja introduzido e jogado por pessoas com menos experiência, já que o timming do Dominion é algo bem mais complicado para os novatos e os menos experientes "pescarem", mas não consigo ver como algo positivo em longo termo (ao contrário, sempre vejo como negativo).

Dixit: Journey (Léo, Gustavo, Ana, Jorge, Marcelo e eu) - uma partida sem tantos "absurdos" como em outras que já participei. No geral, as pistas foram boas. As maiores dúvidas e cartas doidas surgiram numa pista do Gustavo, Jean Luc Ponty. O Gustavo teve um brilho de esperança nos olhos quando o Marcelo colocou uma carta um tanto aproximada no sentido que ele tinha tentado, mas foi pura sorte - todos erraram a carta dele. Com cartas encaixando bem nas pistas dadas, terminei na frente, com 32 pontos, seguido pelo Gustavo, com 27;

Hanabi (Angel, Gabriel, Helô e eu) - começamos bem, colocando todos os 1 na mesa bem cedo, mas aí as coisas foram complicando com a falta de dicas, e uns descartes azarados. Conseguimos uma boa sobrevida, para esperar melhores oportunidades, encadeando uma série de dicas para descarte, porém, isso pouco faz em trazer pontos para a mesa, e acabamos encerrando só com 16;

Hanabi (Marcelo, Angel, Gabriel, Helô e eu) - na segunda partida, com o Marcelo, eu pirei de começando, tentando encaixar uma carta do nada, bem no começo, mas era só para dar uma sacudida na coisa, mas eis que perco um 5! Após fúria generalizada a mesa, o abalo causado ainda foi sentido por várias rodadas. Somado a isso, o descarte de dois 4 vermelhos, reduziu ainda mais nossas chances de pontos (contudo, levamos uma sorte, a Helô tentou encaixar, na sorte, um dos dois 5 que tinha em mão - seguindo meu exemplo, hehe - e, nisso, perdeu o 5 vermelho, que não importava mais). No final, fizemos 18 pontos;

Formula Motor Racing (Pedro, Angel, Gabriel, Helô e eu) - somente uma corrida. Usamos a diferenciação entre os carros 1 dos 2 de cada equipe.

1o - Angel 1 (10 pts)
2o - Gabriel 1 (6 pts)
3o - Pedro 2 (4 pts)
4o - Tiago 2 (3 pts)
5o - Helô 1 (2 pts)
6o - Angel 2 (1 pt)

Prova dominada pela equipe Angel, que mesmo com seu piloto 2, ao forçar o carro para ultrapassar seu companheiro de equipe, caindo para último, este recuperou-se e ainda pontuou. Um acidente tirou um carro da equipe Pedro e da Amarela, que beiravam a pontuação, mas seu segundo piloto ainda fez uma boa prova, chegando em terceiro. O piloto 1 da equipe Gabriel, que saiu na pole, chegou a estar entre os últimos, contudo, com o carro mais equilibrado desde a classificação, fez excelentes ultrapassagens e subiu em segundo no pódio;

Coin Age (Jorge e eu) - após meu desgosto com o final de jogo (sempre quem faz a última jogada ganha), apliquei, desta vez, uma mudança na pontuação: o domínio das regiões vale somente o tamanho da região em pontos - a exceção sendo a região com 1 só área, esta, ainda, dobra os pontos da peça que a domina. Eu comecei no jogo capturando algumas peças do Jorge, e achei que iria controlar a partida, mas, isso vale menos pontos do que dominar regiões, que é o que o Jorge fazia. Ele fez a última jogada, e, com ela, venceu - ou seja, minha mudança ainda não afetou isso, não desta vez, ao menos. No entanto, as pontuações foram mais próximas que o usual: 20 a 17;

Shadows over Camelot (Gabriel, Helô, Pedro, Angel e eu) - o começo foi tenso, com várias cartas de desespero pressionando a demanda pelo Graal. Foi necessário o esforço coordenado pelo Rei Arthur (Pedro), com a ajuda de vários cavaleiros, para que a situação fosse, aos poucos, revertida, ao custo do sangue de todos (sabíamos, devido à habilidade do Percival, que a carta do mal que viria era para o Graal, e a evitamos por um loooooongo tempo, com catapultas, vida, o que fosse). O Tristan (Helô), surrou os saxões, enquanto o Galahad venceu o combate contra o Cavaleiro Negro. O Percival (eu), com auxílio do Gawain (Gabriel), resgatamos do lago a espada Excalibur. Tínhamos, então, 8 espadas brancas (uma a mais por causa de uma carta de Heroísmo que joguei na luta contra os saxões). Agora, o perigo era o cerco (catapultas) à Camelot, mas liderados pelo Percival, os cavaleiros destruíram boa parte das armas dos sitiantes. E mesmo com o Lancelot traindo a corte e os pictos invadindo, a vitória foi dos cavaleiros - 7 espadas brancas contra 5 negras. Todos os cavaleiros eram leais, e, no geral, foi uma partida, após conseguirmos o Graal, bem fácil. Os detalhes notáveis da partida: o Pedro, mesmo num sorteio, parece atrair o Arthur para ele! E o Gabriel ficou com o Gawain, também sorteado, que é o cavaleiro "verde".

E foi isso!

Abs,

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por tiagovip em Seg Ago 25, 2014 2:34 pm

Sobre o Legendary: A Marvel Deck Building Game faltou comentar dois pontos:

- Tema. Faz mais sentido do que o DC Comics Deck-Building Game, onde os vilões ajudam seu herói a atacar os outros heróis. Neste, como disse, os vilões ficam de fora (mas, ainda acho que deveriam ir para o baralho e ficar incomodando você ali, como um vilão preso que exige cuidados constantes para que seja mantido ali, aprisionado). Achei legal que um herói possa combinar com outro para ativar efeitos especiais. E, no geral, é mais fácil abstrair uma ideia da interação entre as várias cartas que usa-se num sentido temático;

- Cooperação. Todos os heróis estão lutando contra os mesmos vilões, contra o mesmo plano maligno. Mas há cooperação? Assim, há, mas é um tiquinho de nada. Nas duas partidas que joguei, teve uma carta da Emma Frost que permitia ao outros, que tivesse uma carta de X-Men na mão, comprar mais uma carta, e uma outra carta lá que permitia a outro jogador (ou a si) livrar-se de cartas de ferimento. Em outro momento, eu pude, pelo efeito de vencer um vilão, escolher se os outros comprariam 1 carta ou teriam que descartar uma (optei por descartar). Todos (em tese) têm que lutar contra a condição de derrota para os heróis, e foi o que fizemos, todavia nada impede alguém de parar de lutar para que os vilões tenham mais chance de ganhar e todos os jogadores unirem-se na derrota abjeta. Ou seja, é tão cooperativo quando é o Caylus, na construção do castelo do Rei, e se alguém usa uma construção que eu fiz, eu ganho alguma coisa - cooperação! Olha, talvez até o Caylus seja mais cooperativo.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Trentini em Seg Ago 25, 2014 2:49 pm

Eu tive uma rápida participação, joguei:

Gemblo (Eu, Vanessa, Marcus e Daniele) - Uma partida legal desse joguinho bacana, pouco a se dizer, no começo tudo estava um mar de rosas até que o espaço ficou escasso e a briga por colocar peças grandes ficou complicada, até consegui empurrar as peças da melhor forma possível mas não o suficiente. Marcus venceu com -16, eu fiquei em segundo com -23, a esposa do Marcus em terceiro com -28 e minha esposa em último com -41.

Ticket to Ride: The Heart of Africa (Eu, Vanessa, Jorge, Ana Paula, Gustavo) - Não havia jogado esse mapa ainda, é um bom mapa, me lembra um pouco o dos EUA mas agora com alguns Ferrys no Sul, não muitos, a única adição a regra é a possibilidade de duplicar os pontos de vitória adquiridos com uma conexão através de algumas cartas, uma mecânica que não me agradou tanto, mas também não agrediu, de todo modo mais uma estratégia para pontuação que foi usado de forma magistral pela noiva do Jorge que atropelou todo mundo na mesa, se eu multiplicasse minha pontuação por 2 não teria alcançado-a. O Gustavo jogou de forma bem suja: "vou fazer umas rotinhas aqui e passar o resto do jogo atrapalhando a rota dos outros", minha esposa tentou focar em suas rotas para completar, infelizmente duas delas acabaram bloqueadas, eu tentei fechar uma rota bem grande e uma um pouco menor, tive muito mais trabalho para fechar a rota menor pois tive que fazer algumas voltas e no fim por uma rodada não foi possível completá-la. O Jorge teve um desempenho muito bom com suas rotas, mas a noiva dele, essa ganhou muitos pontos com conexões longas duplicadas e rotas completas e venceu o jogo com folga, o Gustavo conseguiu a segunda posição ainda após passar o Jorge com o bônus de mais rotas. Foi uma partida bacana e no final não deu tempo de anotar a pontuação, o Gustavo achou que a derrota foi violenta demais para ser lembrada.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por libonati em Seg Ago 25, 2014 2:55 pm

@tiagovip escreveu:Sobre o Legendary: A Marvel Deck Building Game faltou comentar dois pontos:

- Tema. Faz mais sentido do que o DC Comics Deck-Building Game, onde os vilões ajudam seu herói a atacar os outros heróis. Neste, como disse, os vilões ficam de fora (mas, ainda acho que deveriam ir para o baralho e ficar incomodando você ali, como um vilão preso que exige cuidados constantes para que seja mantido ali, aprisionado). Achei legal que um herói possa combinar com outro para ativar efeitos especiais. E, no geral, é mais fácil abstrair uma ideia da interação entre as várias cartas que usa-se num sentido temático;

Cara, o tema eu achei muito fraquinho... mas muito mesmo, tanto que não consegui identificar qual o nosso papel de jogadores no jogo... somos um herói, uma liga, um boss de heróis, um roteirista de quadrinhos? As cartas em si só tem o nome do herói, uma ilustração que não me agrada, e os efeitos de jogo. Não tem um golpe específico, uma narrativa bacana, um poder tal e coisas assim (thor odinson - bate 3 se tiver 8 estrelas; thor thunder god - todas as estrelas viram porradas). Os vilões são meio nada a ver e não precisam ter nenhuma relação com nada, nem com o plano maligno, nem com os grupos de vilões e nem com os heróis (dr. doom lutando contra deadpool, víuva negra, capitão américa e ciclope?), além disso os poderes deles não tem nenhum efeito temático (magneto atacando, descarta até ficar com quatro cartas; dr. doom atacando, descarta uma carta). Não joguei o da DC, mas para mim o mais "temático" desses deck buildings puros ainda é o Thunderstone.

Legendary é tão temático que pelo menos mais nesse sentido eu vi ser lançado na gencon desse ano, o aliens! Vi tbm rumores sobre esse mesmo da marvel, mas  com os papéis invertidos, ou seja, os jogadores são os vilões e precisam cacetear os heróis!

@tiagovip escreveu:- Cooperação. Todos os heróis estão lutando contra os mesmos vilões, contra o mesmo plano maligno. Mas há cooperação? Assim, há, mas é um tiquinho de nada. Nas duas partidas que joguei, teve uma carta da Emma Frost que permitia ao outros, que tivesse uma carta de X-Men na mão, comprar mais uma carta, e uma outra carta lá que permitia a outro jogador (ou a si) livrar-se de cartas de ferimento. Em outro momento, eu pude, pelo efeito de vencer um vilão, escolher se os outros comprariam 1 carta ou teriam que descartar uma (optei por descartar). Todos (em tese) têm que lutar contra a condição de derrota para os heróis, e foi o que fizemos, todavia nada impede alguém de parar de lutar para que os vilões tenham mais chance de ganhar e todos os jogadores unirem-se na derrota abjeta. Ou seja, é tão cooperativo quando é o Caylus, na construção do castelo do Rei, e se alguém usa uma construção que eu fiz, eu ganho alguma coisa - cooperação! Olha, talvez até o Caylus seja mais cooperativo.

Aqui eu acho que foi uma falha tremenda dos caras. Poxa, o universo Marvel é grande o suficiente e com rusgas suficientes para fazer um jogo melhor neste sentido sem alterar muita coisa. Os caras poderiam colocar uma partida X-Men, onde matar o vilão é essencial, mas cada um poderia ter sua própria agenda e o mesmo vale para os vingadores e o quarteto fantástico, sem essa misturança descabida. Ainda, se o jogo pode ser jogado solo, a marvel tem heróis pra isso, dire devil, wolverine, o espetacular garoto aranha chato do caralho, o deadpool, ou os heróis que estão nos bandos mas agem per se as vezes, como todos dos vingadores. Então, nesse quesito acho que o jogo poderia ser bem melhor do que é.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Binderman em Seg Ago 25, 2014 3:07 pm

Então com relação ao tema de super-heróis o melhor é mesmo o Sentinels?

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por tiagovip em Seg Ago 25, 2014 3:11 pm

@Binderman escreveu:  Então com relação ao tema de super-heróis o melhor é mesmo o Sentinels?

Para mim, amplamente! Sem discussão alguma.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Trentini em Seg Ago 25, 2014 3:14 pm

@Binderman escreveu:  Então com relação ao tema de super-heróis o melhor é mesmo o Sentinels?
Não joguei o Legendary, mas acredito que sim, principalmente pela forma realmente cooperativa do Sentinels e os decks totalmente personalizados e diferenciados para cada herói.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por tiagovip em Seg Ago 25, 2014 3:20 pm

@libonati escreveu:Cara, o tema eu achei muito fraquinho... mas muito mesmo, tanto que não consegui identificar qual o nosso papel de jogadores no jogo... somos um herói, uma liga, um boss de heróis, um roteirista de quadrinhos? As cartas em si só tem o nome do herói, uma ilustração que não me agrada, e os efeitos de jogo. Não tem um golpe específico, uma narrativa bacana, um poder tal e coisas assim (thor odinson - bate 3 se tiver 8 estrelas; thor thunder god - todas as estrelas viram porradas). Os vilões são meio nada a ver e não precisam ter nenhuma relação com nada, nem com o plano maligno, nem com os grupos de vilões e nem com os heróis (dr. doom lutando contra deadpool, víuva negra, capitão américa e ciclope?), além disso os poderes deles não tem nenhum efeito temático (magneto atacando, descarta até ficar com quatro cartas; dr. doom atacando, descarta uma carta). Não joguei o da DC, mas para mim o mais "temático" desses deck buildings puros ainda é o Thunderstone.

Bem, acho que somos só os heróis mesmo. Todos os jogadores representam todos os heróis, creio. Em relação à narrativa, é aquilo, vago mesmo, mas faz mais sentido sendo todas as cartas de heróis - por exemplo, jogo um Deadpool antes (que tem símbolo de soco) daí, depois, um Hulk, e na carta deste diz que se já foi jogado um soco, ele ganha +2 de luta. Eu penso, daí, que o Deadpool propositalmente irritou o Hulk para que este ficasse mais furioso e batesse ainda mais nos vilões. E outras situações assim, nada profundo, mas serve, às vezes.

Sobre os times de heróis mesclados enfrentando vilões que não são "deles", isso em nada me incomoda. Nada impede de montar o baralho com 4 X-Men e lutar contra um vilão deles, mas daí você fica com três, quatro opções de jogo. Isso vem já desde o vídeo-game dos X-Men & Vingadores, do X-Box, onde dava para formar equipes bizarras e era bem divertido.

Abs,

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por libonati em Seg Ago 25, 2014 3:22 pm

@Binderman escreveu:  Então com relação ao tema de super-heróis o melhor é mesmo o Sentinels?

Na minha singela opinião sim... sentinels é uma aula de design de heroes quando comparado ao legendary!

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Binderman em Seg Ago 25, 2014 3:23 pm

@tiagovip escreveu:
@Binderman escreveu:  Então com relação ao tema de super-heróis o melhor é mesmo o Sentinels?

Para mim, amplamente! Sem discussão alguma.

Abs,

Ótimo, vai para a lista dos jogos que eu tenho que jogar antes de decidir se vou comprar.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Binderman em Seg Ago 25, 2014 3:26 pm

@libonati escreveu:
@Binderman escreveu:  Então com relação ao tema de super-heróis o melhor é mesmo o Sentinels?

Na minha singela opinião sim... sentinels é uma aula de design de heroes quando comparado ao legendary!

E se parar para pensar, as mecânicas são extremamente simples. São os detalhes que fazem do jogo um bom design: decks de ambiente, vilão e heróis separados; cuidado extremo ao pensar sobre cada herói e suas características; arte cativante; etc.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Pedro em Seg Ago 25, 2014 3:36 pm

Hum,

bem... tenho até vontade de falar o que penso. Mas é nítido que dizer é como falar ao vento já q foram tão tremendamente taxativos.


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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Binderman em Seg Ago 25, 2014 3:39 pm

@Pedro escreveu:Hum,

bem... tenho até vontade de falar o que penso. Mas é nítido que dizer é como falar ao vento já q foram tão tremendamente taxativos.


Toda opinião é bem-vinda, grupos que só tem um tipo de pensamento não vão muito longe.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por libonati em Seg Ago 25, 2014 3:57 pm

@Binderman escreveu:
@libonati escreveu:
@Binderman escreveu:  Então com relação ao tema de super-heróis o melhor é mesmo o Sentinels?

Na minha singela opinião sim... sentinels é uma aula de design de heroes quando comparado ao legendary!

 E se parar para pensar, as mecânicas são extremamente simples. São os detalhes que fazem do jogo um bom design: decks de ambiente, vilão e heróis separados; cuidado extremo ao pensar sobre cada herói e suas características; arte cativante; etc.

Sim, concordo.

Porém, acho que o Legendary tem pontos positivos sobre o sentinels. É mais fácil de explicar e jogar, é um jogo mais casual, no mínimo com a mesma duração e serve perfeitamente bem para abrir ou fechar sessões de jogos. Ao passo que o sentinels já é um jogo mais complexo, com decisões mais intricadas e que não serve para qualquer público, especialmente os que preferem jogos mais leves e/ou não gostam de jogos 100% cooperativos!

Mas veja, pode parecer que não gostei do jogo, entretanto, me diverti bastante jogando, mesmo perdendo nas duas oportunidades! Talvez para você jogar com seus filhos seja bom Binder, pois são vilões conhecidos e, portanto, acredito, mais atraentes!

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por libonati em Seg Ago 25, 2014 3:59 pm

@Pedro escreveu:Hum,

bem... tenho até vontade de falar o que penso. Mas é nítido que dizer é como falar ao vento já q foram tão tremendamente taxativos.


Normalmente um fórum serve para expor e debater opiniões e nem todas precisam ser as mesmas.
E isso funciona tão legal que Tarantine sem nem ter jogado tá dando a dele!

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por tiagovip em Seg Ago 25, 2014 4:17 pm

@libonati escreveu:Talvez para você jogar com seus filhos seja bom Binder, pois são vilões conhecidos e, portanto, acredito, mais atraentes!

Mais ou menos, né? Eu joguei contra o Magneto e o Dr. Doom, mas não parecia estar mesmo enfrentando-os, já que os efeitos deles são diretamente mecânicos, como você comentou. É inegável, no entanto, que são sim BEEEEEM mais conhecidos, e cativará os jogadores (para bater neles) melhor e mais rápido, mas estes não têm a "personalidade" dos do Sentinels.

Em todo caso, essa comparação foge do sentido da coisa. O Sentinels não pode ser efetivamente comparado ao Legendary - são propostas diferentes, e jogos totalmente diversos. Para ser de valia, as comparações tem que envolver os similares: Ascension, Dominion, Thunderstone, DC.

Abs,


Última edição por tiagovip em Seg Ago 25, 2014 4:46 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por libonati em Seg Ago 25, 2014 4:35 pm

Esqueci de colocar "heróis e vilões conhecidos". Mas sim, mesmo corrigindo a frase, seu texto tem o mesmo valor. É tudo muito mecânico, mas certamente mais atraente!

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Rafaelfo em Seg Ago 25, 2014 11:41 pm

Terceira partida de GOA e um revival de Lords of Waterdeep, para conhecer a expansão. Estava esperando jogos mais amenos para o dia de ontem. Resultado bom! Smile

Este LoW realmente........... é um jogo que poderia ser muito muito bom, mas peca demais em alguns quesitos já levantados pelo Libonati. Não sei o que pensar em relação ao mesmo, que para nosso singelo grupo não tem como fazer muito mais sucesso que outros jogos mais bem lapidados... só sei que não vou me desfazer dele, por enquanto.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Trentini em Ter Ago 26, 2014 12:39 am

Para os que insistem no Lords of Waterdeep, acho que vale a pena procurar o Fabiano pra jogar o Yedo. Não que o low seja ruim, longe disso, apenas que acho-o tematicamente bem fraco, o tema não é ruim mas a sensação do jogo é de você colecionar cubos coloridos para ganhar pontos de vitória, não sinto-me enviando um guerreiro e um ladino para uma missão de roubar o tesouro de dragões, me sinto apenas trocando cubos de cores diferentes por pontos ou outros benefícios mecânicos. Não acho que jogos mecânicos sejam ruins, vide caylus que acho um jogão, mas em low isso me incomodou, vai ver pela temática forte em potencial devido ao rpg.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por tiagovip em Ter Ago 26, 2014 1:18 am

Eu acho o LoW bem OK para jogar, um bom jogo de alocação de trabalhadores. Mas já o achava meio "aberto" antes, então, o que o Libonati disse preocupa-me e fico com três pés e um braço atrás para conhecer a expansão (e nem fazia questão antes).

Agora, ecoo o Trentini num ponto: o Yedo detona o LoW, mas é mais complexo e demora bem mais para jogar uma partida (mas vale, certamente).

Abs,

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Binderman em Ter Ago 26, 2014 6:48 am

Mais um para o time dos que acham o LoW sem sal.

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Rafaelfo em Ter Ago 26, 2014 9:54 am

@Trentini escreveu:Para os que insistem no Lords of Waterdeep, acho que vale a pena procurar o Fabiano pra jogar o Yedo. Não que o low seja ruim, longe disso, apenas que acho-o tematicamente bem fraco, o tema não é ruim mas a sensação do jogo é de você colecionar cubos coloridos para ganhar pontos de vitória, não sinto-me enviando um guerreiro e um ladino para uma missão de roubar o tesouro de dragões, me sinto apenas trocando cubos de cores diferentes por pontos ou outros benefícios mecânicos. Não acho que jogos mecânicos sejam ruins, vide caylus que acho um jogão, mas em low isso me incomodou, vai ver pela temática forte em potencial devido ao rpg.
Tema?
Trentini, me perdoe, mas o tema é o que salva este jogo. E isso que a maioria de nós não conhece Waterdeep e Forgotten Realms...
Se você acha que um jogo é tematicamente ruim porque tem cubos representando guerreiros, provavelmente não há tema que escapará a seu critério de "tematicamente bem fraco".
O Waterdeep é tão tematicamente ruim quanto jogar Arkham Horror e não se ligar onde você está indo e que tipo de coisa aconteceu lá (através dos flavours das cartas)... ou não se ligar porque Arkham é Arkham, ou quem são os grandes antigos. Ou ainda jogar RPG e só rolar os dados pra atacar sem se preocupar com o que está acontecendo.
Isto posto, o LoW definitivamente não é um jogão, é guiado pela IP do D&D, que não é pouca coisa para vendas, mas "tematicamente bem fraco" absolutamente não é.


Última edição por Rafaelfo em Ter Ago 26, 2014 12:10 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por doizinho em Ter Ago 26, 2014 10:11 am

O Yedo lembra sim o LoW, mas como dito é um jogo longo e complexo. Acho que quem gosta do LoW vai gostar do Yedo.

No Yedo, ao invés de cubos temos tokens com desenhos de armas, acho que isso deve ser o suficiente pra gerar a inserção no tema.
Sarcasm

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Re: Domingo, 24 de agosto

Mensagem por Binderman em Ter Ago 26, 2014 10:22 am

@Rafaelfo escreveu:
Tema?
Trentini, me perdoe, mas o tema é o que salva este jogo. E isso que a maioria de nós não conhece Waterdeep e Forgotten Realms...
Se você acha que um jogo é tematicamente ruim porque tem cubos representando guerreiros, provavelmente não há tema que escapará a seu critério de "tematicamente bem fraco".
O Waterdeep é tão tematicamente ruim quando jogar Arkham Horror e não se ligar onde você está indo e que tipo de coisa aconteceu lá (através dos flavours das cartas)... ou não se ligar porque Arkham é Arkham, ou quem são os grandes antigos. Ou ainda jogar RPG e só rolar os dados pra atacar sem se preocupar com o que está acontecendo.
Isto posto, o LoW definitivamente não é um jogão, é guiado pela IP do D&D, que não é pouca coisa para vendas, mas "tematicamente bem fraco" absolutamente não é.

O problema do LoW não são os cubos ou qualquer outro componente. O problema é que ninguém pensa ou executa uma aventura da forma como o LoW propõe. Quando você vai jogar um RPG, você se concentra na aventura, nos itens que vai levar e nos monstros que vai enfrentar. Ninguém pensa: preciso de 4 padres e 3 guerreiros para fazer isso. Talvez o mestre sugira alguma formação antes de começar uma campanha, mas os jogadores não se preocupam com isso depois que a aventura começa. Eles até podem decidir em determinada situação, quem vai dar a cara para bater, mas esse não é o foco dos jogadores.

Ou seja, a premissa do LoW vai contra o que as pessoas fazem quando se divertem com alguma aventura de D&D, seja RPG, ou outro jogo de tabuleiro como o Drizzt, Ravenloft, etc.

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