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O Longo Inverno - Sessão 1

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Mensagem por tiagovip Qui Out 10, 2013 12:48 pm

Olá, pessoas!

Na sexta passada a aventura começou - não irei me estender nas descrições, será apenas um resumo, pois prefiro deixar os jogadores falarem sobre o que fizeram do que o contrário, até porque eu conheço a trama e posso falar demais, um risco bem presente para mim.

Éomód
Harma, o chefe da guarda da domiciliar de Éomód o informa, no início da noite gelada, da chegada de um mensageiro, o qual afirma carregar uma importante mensagem de Medulsed, vinda do punho do próprio rei Fengel. Harma não está seguro que isso seja verdade, pois o cavaleiro, ainda que tenha um cavalo rohirrim de boa linhagem, não traz nem bandeira nem os símbolos da casa real. Após uma breve conversa, Éomód ouve que o cavaleiro, Folca, veio em sigilo, por isso a ausência de indicativos de sua origem, e que a mensagem que ele carrega não foi posta em papel para não cair em mãos erradas. A mensagem era simples: Fengel ordenava a vinda de Éomód, o quanto antes, para Edoras. Éomód é aconselhado a ignorar a mensagem, e aquiesce, deixando o cavaleiro partir, mesmo quando Meld, um cavalariço, descobre manchas na sela que podem ser sangue ressecado. Só que Éomód envia um par de seus guardas para acompanhar o mensageiro até o limite das terras dele. Éomód ouve de um de seus conselheiros, Baldred, que aparentemente Fengel recebeu, algum tempo atrás, um enviado e que o mensageiro poderia ter algo a ver com isso. Quando os dois guardas enviados demoram a retornar, Éomód manda mais, agora em maior número - dez cavaleiros - que retornam ao final do dia, trazendo consigo os dois guardas enviados anteriormente e um cadáver no lombo de uma das montarias. Era o corpo de Folca, com o rosto partido por uma golpe de espada. Um dos dois guardas, Fram, estava com um ferimento feio no braço esquerdo, e ambos falaram a mesma história: os dois seguiram o mensageiro até um bosque, a cerca de 8 milhas de distância, quando então este adentrou-a. Os dois deixaram seus cavalos e seguiram o homem a pé e o viram conversar com uns homens envoltos em mantos. Os dois retornaram a esperaram pelo mensageiro, e quando este saiu do bosque, falaram para este render sua arma e montaria e seguir com eles até a fortaleza de Éomód. Folca recusou-se e um combate teve início. Os dois guardas conseguiram sobrepujar o mensageiro solitário, mas não sem terem que matá-lo. Éomód decide caçar por aqueles homens na mata e leva um grupo de 12 cavaleiros até lá. Vendo poucas trilhas, cobertas na noite devido à neve que cai intermitentemente, Éomód dá ordem para que se dividam em 4 grupos de 3. Éomód avança com três guardas e vê um dos estranhos - um homem, coberto em um manto estropiado e escuro, porém descorado pelo tempo. Essa pessoa corta a si mesma com as armas que carrega e então, após falar algo que nenhum dos rohirrim entendem, ataca-os. Um dos guardas, armado com um arco, dispara e atinge o homem antes que chegasse mais próximo. O homem perde o embalo, tropeça e cai de joelhos. Ainda assim, ele junta forças e arremessa sua espada na direção de Éomód, que, pego de surpresa pela ação, não consegue desviar - no entanto a arma bate, com certa força, na armadura dele, sem conseguir penetrá-la. Os três guardas protegem Éomód e avançam e eliminam o homem sem dificuldade, todavia este, mesmo ferido e incapaz de se defender apropriadamente, não desiste de atacar e só é parado com a morte. Outros dois dos grupos também encontram homens que agiram de forma similar, e um deles foi capturado ainda vivo. Éomód removeu o capuz do homem e os panos que tinha envoltos no rosto para chocar-se com a visão de um rosto devastado por algum tipo de doença. Assustado, mas ainda determinado a saber o que ocorria, Éomód deu ordens para que os cadáveres fossem queimados e o que o capturado fosse levado para uma guarnição da estrada, onde haveria de questionar o estranho.


Thordir
O anão das Colinas de Ferro foi chamado por Dáin. Ele seguiu pelos corredores de pedra até o salão de reuniões, onde vários anões do conselho de Dáin e também líderes militares, debatiam sobre três linhas de ação: um grupo defendia que os anões deveriam ser enviados, em grande número, para o norte, Ered Mithrin, para lidar com a constante ameaça vinda de Gundabad. Outros que deveriam guarnecer as defesas locais, pois desde a queda de Erebor, o temor de perder sua casa permeia a vida dos anões das Colinas de Ferro. O Rei, e o menor dos grupos, queria enviar uma comitiva para atender a um pedido feito por Elrond, para que Dáin, ou aqueles escolhidos por ele, participassem de um encontro em Valfenda. Os anões eram esperados para dali 100 dias, pouco antes do solstício de inverno. Dáin podia ter o menor apoio, mas era o Rei, então teve seu desejo atendido, contudo, para apetecer seus conselheiros, decidiu por fazer de tudo um pouco, e nada muito: batedores seriam enviados para Ered Mithrin, de forma a colher mais informações, enquanto em casa seria ordenada a construção de armas, armaduras, carroças de transporte e peças para armas de sítio, além de promover o reforço das defesas dos salões. Thordir soube qual das tarefas lhe caberia na hora que ouviu a decisão de Dáin, assim, quando este o chamou, ele foi preparado para aceitar. Thordir, no entanto, alegou que talvez 100 dias não fossem suficientes, pois mesmo ainda estando no início do outono, a neve já caía pesada no Norte, e os passos entre as montanhas poderiam estar intransitáveis. O Rei ponderou sobre isso e decidiu enviá-lo mesmo assim, mas até Esgaroth, a cidade do Lago, onde deveria aguardar, por até 30 dias, para receberem alguma mensagem. Caso não recebessem, deveriam retornar. Se recebessem, deveriam fazer o que a mensagem informasse. Assim sendo, Thordir montou sua pequena comitiva, formada pelos anões Modrow, Bör, Kemik e Bertok, todos viajantes experientes. Os pôneis foram preparados e os equipamentos escolhidos, embalados, e no dia seguinte o grupo partiu. Os primeiros cinco dias passaram sem problemas, exceto o frio enregelante. Os anões conversavam sobre seus almejos, seus feitos - exagerados ou não - e sobre a missão. Na manhã do sexto dia, o grupo encontrou um trio de viajantes seguindo também a estrada para Esgaroth. Kemik, o mais falante e o que tinha o melhor domínio da língua westron, foi adiante para conversar com os viajantes - num clima como aquele é sempre melhor andar em grupo, e este, quanto maior, melhor. Kemik, no entanto, foi atacado pelo trio de viajantes, que agiam como animais, rasgando com as unhas o rosto do anão - e Kemik foi puxado do pônei antes que Modrow, o primeiro a reagir, chegasse até ele. Kemik foi mordido no rosto antes que Modrow partisse o crânio do atacante com seu martelo. Na pressa atiçada pelo susto, Bertok caiu ao tentar apear, mas Bör e Thordir chegaram ao local a tempo de derrubar os outros dois viajantes ensandecidos. Thordir desmaiou aquele que atacou, com um preciso golpe com a lateral do machado. Bör não teve o mesmo cuidado, enfurecido pelo ataque selvagem e não provocado, e seu malho destruiu a cabeça do viajante. O grupo de anões descobriu logo que os homens pareciam doentes, portanto sinais da praga que afligira as cidades do Norte meses antes, o que deixou a todos preocupados com Kemik. Thordir, o que mais conhecia cuidados médicos, fez um curativo tosco, pois lhe faltava quase tudo que era necessário para um tratamento mais bem feito. A esperança deles era alcançar Esgaroth o quanto antes, para poderem encontrar e comprar ervas e unguentos. Thordir não sabia o que fazer com aquele que havia derrubado e ainda respirava. Levá-lo seria um perigo constante, além de meros ataques, devido à doença que carregava. Sabendo que naquele estágio avançado da praga, o único resultado possível era a morte dolorosa, Thordir executou o viajante, carregando o peso disso em sua consciência por um bom tempo depois, mas tais ponderações foram substituídas pela preocupação com Kemik, que nos dias seguintes começou a mostrar sinais da doença. Kemik, por decisão própria, passou a viajar distante de seus amigos, sempre contra o vento. Kemik piorava, mas a esperança ressurgiu nos anões quando, do alto de um morro, ele viram Esgaroth, brilhando acima do grande lago.

Ederas --- o nome dele mudou, mas esqueci de anotar como ficou o novo
Os rangers estavam reunidos para a ceia noturna, abrigados em uma construção simples de madeira, quando Garen, um elfo, foi trazido ao meio deles. Garen informou a eles que seu lorde, Elrond, solicitava a presença deles para uma reunião que ocorreria dali algumas luas. Arador, senhor dos dúnedain, sequer considerou negar tal pedido, mas devido ao terrível inverno que se aproximava, e a intensificação dos ataques de orcs, lobos e outras criaturas, ele não poderia enviar uma grande comitiva até Imladris, então pediu por três voluntários para cumprir o chamado de Elrond. Ederas e dois outros jovens rangers adiantaram-se e receberam o encargo de representar os rangers na vindoura reunião, sendo Ederas, por tempo de serviço e posição, o líder. Arador deseja ir, para ver seu filho, Arathorn II, mas sabia ser necessário manter-se ali. Os três rangers e Garen seguiram viagem evitando Fornost, ao norte, e o Bolsão, ao sul, seguindo pelo pântano até chegarem na estrada que levaria até Bri. Antes de alcançarem a estrada, Garen observou um grupo de seis pessoas, acampadas razoavelmente perto da estrada, mas ainda no pântano. O elfo disse que sentia um odor pungente, doentio, vindo deles. E a decisão dos rangers foi de evitar esse grupo e fazer uma volta ao largo deles. Assim, os quatro chegaram na estrada e encaminharam-se para Bri, onde conseguiram entrar antes dos portões serem fechados para a noite. Em Bri, após comprarem alguns mantimentos, eles foram até a Pônei Saltitante, que, naquela noite gelada, estava cheia de pessoas procurando companhia e algum calor. As conversas eram, em sua maioria, sobre a vileza do inverno e relatando os mais diversos ataques de animais famintos nos últimos dias. Ederas informa aos comensais para tomarem cuidado na estrada, pois ele e os seus avistaram um grupo de seis pessoas que não pareciam ser da região. A taverna estava cheia, mas de pessoas locais, assim, quando as horas passaram, ela ficou vazia e, com quase todos os quartos disponíveis, os rangers conseguiram pouso pagando quase nada. Era a primeira noite confortável que os rangers tinham em vários dias, e o sono veio rápido e pesado. Portanto, foi com dificuldade que Ederas despertou quando Garen o chamou. O elfo ouvia problemas no portão - sons de luta. Ederas levantou e acordou os demais. Seguindo tão rápido quanto possível, pois precisavam vestir as proteções e pegar as armas, os rangers seguiram até o portão norte, que tinha a porta pequena aberta. Ederas subiu a torre de vigia e viu, do outro lado do portão, que os dois guardas foram sobrepujados por pessoas que, agora, pareciam alimentar-se da carne dos vigias. Ederas deu o sinal de ataque e os rangers jovens dispararam algumas saraivadas de flechas antes que Garen cortasse o braço de um daqueles seres quando este tentou impedir que a porta fosse fechada. Os rangers subiram até onde Ederas disparava flechas e, dali, os três finalizaram aquela luta tétrica. Ederas perguntava-se o que deveria fazer a seguir.

****

E foi isso para a primeira sessão!

Abs,


Última edição por tiagovip em Sex Out 11, 2013 11:58 am, editado 1 vez(es)

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Mensagem por Andre Modt Qui Out 10, 2013 12:55 pm

Dúvida, quem é quem aí? Very Happy

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Mensagem por tiagovip Qui Out 10, 2013 1:03 pm

@Andre Modt escreveu:Dúvida, quem é quem aí? Very Happy
Éomód - Fabiano

Thordir - Rafaelfo (sim, irônico)

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Mensagem por libonati Qui Out 10, 2013 6:13 pm

Tá muito bacana a história até então. O Perreto tem o jeito de mestrar que mais me agrada, com bastante descrição e ênfase sem se tornar chato. Sem contar que tem um material incrível do MERP, que ajuda muito.

André, evidentemente, o grupo qual os antagonistas se quer relaram um dedo, seria o meu né!!

Perreto, a única correção a ser feita é que em 2911, ainda era Argonui o chieftain dos Rangers do Norte, embora pudesse estar doente, já que morreu em 2012, possivelmente em decorrência do inverno.

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Mensagem por doizinho Qui Out 10, 2013 10:25 pm

É curioso ver os diferentes estilos de mestrar, o Luiz Claudio era seco como um jogo do Wallace, o Marcelo mijava no manual e jogava só com metade das regras, o Eraldo curte o Role-Play, o Guido é um maníaco alucinado e o Tiago detalha as cenas como ninguém. São todos estilos diferentes, mas a maioria das histórias foram bem interessantes.

Antes da sexta passada o Tiago me contou histórias e mais histórias da sua crueldade como mestre, então adotei um estilo bem cauteloso que combina com o meu PJ, um homem que já está no seu declínio físico e não se arrisca mais como quando jovem. No futuro, longe da segurança da minha fortaleza, acho que o meu espírito audacioso retornará aos poucos.

Gostei do começo misterioso da campanha e espero poder encontrar logo os demais companheiros.


Última edição por doizinho em Qui Out 10, 2013 10:34 pm, editado 1 vez(es)

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Mensagem por doizinho Qui Out 10, 2013 10:27 pm

@libonati escreveu:O Perreto tem o jeito de mestrar que mais me agrada, com bastante descrição e ênfase sem se tornar chato.
Um dia chego lá.

@libonati escreveu:André, evidentemente, o grupo qual os antagonistas se quer relaram um dedo, seria o meu né!!
O famoso grupo dos bunda moles!

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Mensagem por libonati Qui Out 10, 2013 10:27 pm

Acho que vc deveria jogar mais jogos do Wallace e com par com os do feld ou do uwe

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O Longo Inverno - Sessão 1 Empty Re: O Longo Inverno - Sessão 1

Mensagem por libonati Qui Out 10, 2013 10:30 pm

Kkkkk, seu estilo de mestrar eh mais parecido com o meu, embora vc se prepare melhor e traga mais artifícios, como mapas e figuras doq eu.

Na verdade eu sou uma bosta de mestre só sei regras mesmo.

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Mensagem por tiagovip Sex Out 11, 2013 9:45 am

@libonati escreveu:Perreto, a única correção a ser feita é que em 2911, ainda era Argonui o chieftain dos Rangers do Norte, embora pudesse estar doente, já que morreu em 2012, possivelmente em decorrência do inverno.
É verdade, pulei 1 ano na coisa. Vou assumir que o Argonui está doente demais para comandar, e o cargo está com Arador, se não em nome, em fato.

Abs,

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