Sexta - 03/jan

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Sexta - 03/jan

Mensagem por tiagovip em Dom Jan 05, 2014 12:26 am

Olá, pessoas!

Nesta sexta, na casa do Libonati, ocorreu nossa reunião para jogos, e o que veio para a mesa foi:

Coin Age x2 (Evandro e eu) - foram as partidas de estreia desse micro-jogo (que é um pnp, mas vejam, totalmente legal). O Coin Age é um jogo de controle de área para 2 participantes e funciona da seguinte maneira: cada jogador possui 9 moedas (em quatro tamanhos diferentes) e em seu turno o jogador deve pegar uma moeda de cada tipo, sacudir na mão e bater as moedas na mesa, então, de acordo com o resultado (caras ou coroas, dependendo de qual lado você é) você realiza suas ações: colocar moedas, mover ou capturar. As moedas controlam as áreas, mas uma moeda de tamanho menor pode ser colocada sobre uma maior, assim o controle pode mudar de mãos por causa disso (por exemplo, você controla uma área com uma moeda de 50 centavos, eu posso colocar em cima desta moeda uma moeda de 5 centavos, assim tomando o controle da área). O jogo termina quando alguém fica sem moedas ou quando todas as áreas do mapa estão controladas. O jogador recebe pontos de acordo com as moedas que controlam as áreas (quanto maior o tamanho da moeda, mais pontos, já que é mais difícil controlar uma área com uma moeda maior); se o jogador controlar uma região, os pontos que ele recebe pelas áreas que domina dentro dessa região são dobrados; por fim, o jogador recebe 1 ponto por moeda que ficou sem uso. Vence quem fizer mais pontos! Jogamos duas partidas, e na primeira o Evandro venceu por 20 a 10 pontos, enquanto na segunda o resultado foi 25 a 11 pontos para mim. O Coin Age é um jogo simples, mas com decisões importantes, porém, nessas duas primeiras partidas achamos que as últimas jogadas foram decisivas, com grandes alterações nos pontos, porém isso deve dizer mais sobre nosso parco cuidado, deixando as maiores regiões com um ou dois espaços vagos, o que permitia dobrar os pontos de 2 ou 3 áreas. Sendo tão portátil e rápido de jogar e ensinar, certamente mais partidas virão!;

K2 (Libonati, Evandro, Perusso e eu) - outra estreia para mim. No K2 os jogadores representam uma dupla de alpinistas que buscam escalar a montanha K2. A dinâmica do jogo envolve manejar as cartas da mão - têm-se 6 cartas e deve-se usar 3 a cada rodada. São 2 tipos de cartas: de cordas e de aclimatização. Cordas permitem ao alpinista subir ou descer a montanha, enquanto as de aclimatização permitem aos alpinistas resistirem aos rigores do clima e da altura. Quanto mais alto os alpinistas chegam, mais pontos o jogador ganha, mas também quanto mais alto, mais difícil é suportar os elementos e caso o alpinistas morra, ele perderá os pontos ganhos (ficando só com 1), o que é um desastre. Assim, é necessário controlar a necessidade de subir com a de manter o alpinistas vivo. O jogo têm eventos climáticos que afetam os modificadores usuais (tornando mais complicado resistir ao clima, ou mais difícil mover-se), e o jogador que mais colocar movimento na rodada sofre, usualmente, alguma penalidade, seja no movimentou ou na aclimatização. Ou seja, o K2 requer que o jogador administrem o avanço dos dois alpinistas, avaliando os riscos e as possibilidades (pois há limites de alpinistas num mesmo espaço, então é importante o timming do avanço). O jogo provou-se simples, com decisões relevantes, um bom grau de interação entre os participantes, com possibilidades de bloqueios de espaços e disputa por caminhos. Na partida jogamos no lado fácil da montanha, mas no inverno - ou seja, o efeito do clima seria mais inclemente. O Perusso e eu seguimos pelo mesma caminho e ambos chegamos ao alto antes dos demais, até porque o Evandro e o Libonati buscavam avançar seus dois alpinistas juntos, enquanto o Perusso e eu íamos primariamente com um só. Cheguei primeiro ao cume e, pouco após veio o Evandro, que começou a bloquear o avanço do Perusso, tanto por ser canalha quanto para dar tempo de seu segundo alpinista chegar. Meu segundo alpinistas estava subindo ligeiro, e com suficiente aclimatização - e com a ajuda do clima, que no trecho final firmou-se e ficou ensolarado - pude deixá-lo fora da tenda, esperando para atacar o cume de uma só vez. Foi necessário aguardar duas rodadas, em que fiz outra tenda e aguardei esperando para juntar as cartas de corda de valor alto, que agregaram-se na penúltima rodada, e como a ordem de turno me beneficiava, saltei para o cume com meu segundo alpinista, agora ele precisava resistir aos efeitos do clima, pois minha intenção era mantê-lo ali. Como o clima piorou, e o alpinista terminou com somente 1 ponto de aclimatização, perto da morte, sim, mas vivo. O resultado, dessa forma, foi: 20 pontos para mim, 17 para o Evandro, 14 para o Perusso e 12 para o Libonati, que viu-se bloqueado do topo pela presença do Perusso e minha, assim, tendo subido em dupla não compensou para ele, que seguiu atrás do Perusso e de mim (o Evandro também avançou dois, mas foi para um outro caminho até o topo). Foi divertido ver o quanto as pessoas podem atrapalhar as outras no alto da montanha!;

Middle-earth Quest (Libonati, Gabriel, Perusso e eu) - jogamos com os heróis Argalad (Gabriel), Thálin (Perusso) e Eleanor (eu), sendo que nosso objetivo era o de enfrentar a Sombra (Against the Shadow), eliminando as criaturas dela pelo mapa. Começamos bem em nosso objetivo, até porque a sorte estava do nosso lado: vários dos marcadores de monstros da Sombra eram relatos falsos, sem maiores consequências. Isso nos permitiu usarmos mais cartas para movimento, conseguindo acumular favores e treinamento, sofrendo pouco com os encontros, já que normalmente encerrávamos as andanças numa das fortalezas dos Povos Livres.

Após obter informações em Anfalas, a Eleanor retornou para Minas Tirith, sabendo que deveria seguir para dentro de Mordor, para verificar se os rumores sobre o retorno da Sombra eram verdadeiros. Era uma viagem perigosa, mas necessária. Sua primeira parada foi no Mar de Ûdun, onde ela desvelou uma das tramas da Sombra, que envolvia os monstros do leste, e ela, por sinal, teve que se confrontar com uma Aranha gigante para poder continuar. No Norte, Argalad labutava para reduzir a influência da Sombra, enquanto Thálin consultava com Dáin e, depois, começou a descer para o sul, de onde vinham notícias de perigos crescentes. Eleanor prosseguiu para dentro de Mordor até a fortaleza negra de Barad-Dûr, onde auxilou uma criatura que lá era torturada a escapar - o nome dela, Eleanor soube, era Gollum, mas Eleanor desconhecia então a importância daquele ser para os planos da Sombra, ainda assim julgou correto libertá-la para o ermo. 

Argald seguiu para o Oeste, para consultar com Gandalf nos Portos Cinzentos, de onde obteve passagem até Belfalas, bem ao Sul, em Gondor. O objetivo era de auxiliar Eleanor, pois a mesma era acossada pela Serpente Negra de Harad e pelos Espectros do Anel, que patrulhavam a região ao redor de Mordor. Ambos encontraram-se em Minas Tirith, onde Eleanor recuperava-se de suas provações, principalmente de um amargo combate que teve contra uma criatura tumular, na região do Pântano dos Mortos, do qual ela escapou por sorte e destino, com a ajuda de outros gondorianos. Thálin também vinha para o Sul, mas seu avanço parou em Lórien, onde as notícias de que novos perigos surgiam no Norte o alcançaram. A situação piorava rapidamente, pois a influência da Sombra crescia ao redor de Monte Gundabad, estendendo-se de Erebor até Fornost.

Isso obrigou os heróis a viajarem para o Norte. Eleanor foi para Erebor, seguindo à margem da Floresta da Trevas até Esgaroth. Ali ela foi interceptada por um dos servos da Sombra, o Boca de Sauron. A luta foi feroz, mas o Boca estava numa luta acima de seu nível, pois Eleanor era uma guerreira de Gondor, não um mensageiro enganoso e furtivo. Eleanor superou seu agressor, que teve que fugir na escuridão. Argalad seguiu por Lórien, acompanhando a outra margem da Floresta, acompanhando as Montanhas Cinzentas, até alcançar o Passo Alto, onde Gothmog deu-lhe batalha, pois o este almejava encerrar o progresso do elfo na direção de Monte Gundabad. A luta foi difícil para ambos os lados e uma trégua incômoda teve que ocorrer. Sem encerrar os ataques, os Espectros usaram-se de sua velocidade para acossar Thálin, que saíra de Lórien em direção ao Oeste, primeiro descendo para Edoras, onde encontrou com Boromir, e depois seguiu para Eregion na direção de Fornost. Os Espectros alcançaram seu intento e obrigaram Thálin a recuar para recuperar-se em Valfenda.

Os atrasos eram vários, mas a resolução dos heróis mantinha-se. Eleanor chegou em Erebor, onde os preparou para agir contra o mensageiro do Escuro, desbaratando os planos tecidos para agirem ali. Thálin saiu de Valfenda, e mesmo sofrendo com a influência da Sombra na região, consegui chegar em Fornost, onde, junto dos rangers do Norte, auxiliou a restaurar a legitimidade da linha dos Reis, abalando as tramas de guerra promovidas pela Sombra. O golpe pela ação dos heróis foi bastante sentido pela Sombra, que desesperava-se. Isso causou a revelação da presença do Bruxo Rei, no Norte.

Gothmog tentou novamente confrontar Argalad, e foi um confronto épico. Os dois caíram - Gothmog vencido, quebrado, mas Argalad teve de ser levado para Valfenda, ou morreria devido aos ferimentos recebidos. Eleanor e Thálin convergiam na direção de Monte Gundabad, para enfrentar o Bruxo Rei. Eleanor chegou antes, pois Thálin viu-se envolvido em lutas com agentes da Sombra e não foi capaz de avançar mais. Eleanor, sentido-se reforçada após receber treinamento de Dáin. O Bruxo não se escondeu da luta, aceitando o desafio da gondoriana. O combate foi longo e sem vencedor, com ambos os lados tendo de se retirar do campo.

O confronto pode ter encerrado num empate, mas a vitória era dos heróis, que haviam conseguido atrasar completamente os planos belicosos da Sombra, agora quase de forma irrecuperável. Por mais algum tempo a Terra-Média permaneceria em segurança devidos às valentes ações dos heróis!

****************

A missão da Sombra era Para a Todos Controlar (To Rule Them All), que envolve em avançar o marcador vermelho até a III fase. Para dar uma de malandro, o nosso Sauron (Libonati) colocou primeiro uma trama para o amarelo avançar, e por todo o primeiro terço da partida, o vermelho nem se mexeu. Então ele levou sorte, e um evento começou a avançar o marcador vermelho, assim ele aproveitou o momento e colocou mais dois plots para adiantar o marcador vermelho - um em Fornost outro em Monte Gundabad. Menos por isso, e mais pela presença de monstros (que era nosso objetivo eliminar) no Norte e no Oeste, os heróis tiveram que subir do Sul, o que enfraqueceu os heróis ao custar várias cartas para movimento - dessa maneira, a vantagem era dos servos de Sauron durante a sequência de conflitos, tanto que os Espectros venceram Thálin sem dificuldades; o Gothmog teve a vantagem na primeira luta contra o Argalad, mas não conseguiu encerrar a luta, e depois, no segundo confronto, o Argalad usou majestosamente um ataque mirado que derrubou o Gothmog no mesmo momento em que o próprio elfo sucumbiu. Épico! Só o Boca de Sauron bundeou e deu somente 2 pontos de dano na luta em que foi massacrado - a Eleanor teve muito mais problemas com as Aranhas (ela enfrentou duas, e em ambas as ocasiões foram conflitos complicados). O Libonati disse-nos que cometeu erros por esquecer que tinha que colocar um servo em Osgiliath, para iniciar um novo plot. Ainda assim ele chegou bem perto da vitória, pois o marcador vermelho grudou na III fase, pois os erros dele foram compensados pela sorte nos eventos (dois distintos colocaram atividades que avançavam o marcador vermelho). Por outro lado, a sorte sumiu na seleção de criaturas, pois mais vezes ele colocou rumores falsos do que monstros efetivos - isso, claro, nos poupou cartas que foram utilizadas, com grande efeito, para movimentação - os heróis basicamente cruzaram o mapa duas vezes! Foi um final apertado, e estou para ver um que não seja no MEQ. Muito bom!;

Traditional Card Games x4 (André, Libonati, Gabriel e eu) - muitas risadas e provocações nos aguardavam após aprendermos (para mim foi uma revisão, pois conhecera o jogo na faculdade) as regras do jogo Quatrilho. Basicamente é um jogo de vaza, em duplas não-fixas (uma pessoa chama uma carta, quem tiver essa carta é a dupla de quem pediu por aquela rodada). Joga-se por cartas que valem pontos - são 35 pontos totais, então tenta-se obter 18 ou mais na rodada, pois quem tem a maioria dos pontos recebe 1/3 da pontuação feita em pontos dados pela dupla que perdeu. Assim os pontos estão sempre trocando de mãos, e a partida pode terminar após um número determinado de rodadas ou quando alguém zera seus pontos. Jogamos quatro partidas, sendo que na primeira o Gabriel venceu, com 52 pontos, após o André zerar. Na segunda o vencedor foi o Libonati, com 46 pontos, também após o André zerar. Vale acrescentar que o André estava semi-consciente após um ataque generalizado de alergia - era uma surpresa para nós que ele conseguisse manter-se de pé, imagine só ensinando e jogando algo, é muita dedicação aos jogos, isso sim. Na terceira partida eu figurei total, e zerei, e sem a pressão de perder todos os pontos o André soltou-se e venceu a partida, com 63 pontos. A quarta partida foi de longe a mais longa, até com três jogadores (o André e o Libonati, uma, e eu, duas vezes) tentando jogadas especiais (em que não chama-se uma dupla, mas tem-se que pegar ou evitar todas as cartas), então com o sol só não raiando porque estava nublado, decidimos encerrar a coisa, e assim a vitória caiu no meu colo, pois estava com 55 pontos.

E foi isso!

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Re: Sexta - 03/jan

Mensagem por libonati em Dom Jan 05, 2014 2:31 am

Joguei os mesmo jogos do Perreto, salvo o Coin Age!

No K2, fiquei bloqueado o tempo todo pelo Perreto e o Perusso, que ficavam passeando pelo topo da montanha, impedindo o avanço do meu alpinista. Quando tentei dar a volta, já era tarde e minha apresentação acabou sendo bastante pífia. Fico feliz que tenham gostado do jogo. Ele sempre me agrada por ser rápido, tenso e inteligente, apesar da simplicidade das regras. Além doq, há muito já estava o devendo para o Perreto!
Para manter uma certa tradição torpe, jogamos com duas regrinhas erradas, que dificultaram um pouco a vida dos alpinistas: 1. A tenda confere ao alpinista um ponto de aclimatização, não só impede a perda desse ponto; 2. O marcador de perigo 2 pode ser dividido entre as cartas aplicadas e, consequentemente, entre os alpinistas que forem ativados nesta rodada!
Não acho que tenha causado grande impacto na dinâmica do jogo, mas vale o registro!

No Middle Esrth Quest, consegui sair me dando bem, comprando o plot inicial que se encaixava com minha missão final. Tentei ferozmente defender esse plot e comprei 3 tiles de monstros de Mordor e Brow Lands, vindo 2 blanks. Enquanto isso distraia a atenção dos heróis com plots jogados ao vento, enquanto esperava a condição para colocar os plots vermelhos, aqueles que verdadeiramente me importavam. Mas por pura distração perdi de colocar um plot vermelho em Onsgiliath, onde rondavam o serpente negra e os espectros do anel.
Além disso, devo ressaltar que o maldito elven cloak me quebrou as pernas, dificultando o uso de uma carta das sombras que requeria 12 influence points no shadow pool. Com essa carta eu daria a um jogador uma corrupção, compraria um plot, oq me era extremamente importante, pois sabia que no fundo do deck estava o plot vermelho 3, em o mais importante, faria com que o marcador vede só andasse um espaço. Mas ela apenas poderia ser usada com a morte de um herói, oq era relativamente tranquilo, mas o timing disso com os 12 pontos de influência necessários seria bem difícil de conciliar.
De qquer sorte valeu a partida, que como sempre foi ótima. Apenas peço desculpas aos meus adversários por não ter dado meu melhor e deixado a partida ainda mais apimentada. (ao bem da verdade, queria que o bagre e o perusso gostassem do jogo)!
Vou reler o manual para tirar aquelas dúvidas que restaram sobre o equilíbrio das missões, mas acho que as regras estão certas e o blefe é elemento essencial no jogo.

Por fim, uma caralhada de partidas de quatrilho! Gosto muito de jogos de vaza e esse é um bom jogo da raça. Apenas me arrependo de ter jogado tantas seguidas assim, ainda mais tendo de deixar o Perreto vencer a última para impedir que ele se atirasse na frente do biarticulado de tamanha tristeza e frustração.

Foi isso! Obrigado a todos por terem vindo, ainda mais tendo atendido o meu pedido de jogarmos aqui! Alias, como não jogo fora de casa, sexta que vem não vou jogar!!!

Abraços

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Re: Sexta - 03/jan

Mensagem por tiagovip em Dom Jan 05, 2014 2:34 am

Algumas clarificações para questões que surgiram no MEQ:

- O marcador tem chegar no Finale - incluindo o do Sauron, só chegar na fase III não é suficiente para ativar o final de jogo;

- Gothmog não poderia ter sido curado porque estava no mesmo local que um herói (Argalad);

- Sauron TEM que lutar com um monstro ou minion que esteja numa locação com um herói. Se for um local perigoso (perilous) com um monstro ao qual o herói moveu-se, na fase de Emboscada (Ambush) o jogador do Sauron pode escolher entre iniciar o combate OU realizar um encontro perigoso. Caso ele escolha NÃO combater, o jogador do herói, então, pode escolher, em sua fase de explorar, combater ou prosseguir. Se houver mais de um monstro no local, o jogador do Sauron escolhe só 1 para lutar.

About the Ambush step. Page 10 of the Rules of Play says: "Sauron MUST choose and attack with one monster or minion in the hero's location". But page 40 says: "Ambush Step: Sauron MAY choose and attack with one monster or minion in the hero's location."
So which one is it? Is it mandatory for Sauron to make the Ambush step or not?


The ambush step is mandatory. Sauron MUST choose a monster to attack the hero (if able).


- Um rumor (marcador sem monstro) que tenha sido revelado pela habilidade do Argalad não sai do tabuleiro. Para removê-lo o herói tem que optar por combater em sua fase de exploração quando estiver no local. Claro que não haverá combate, mas um herói ainda terá que ir até o local.

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Re: Sexta - 03/jan

Mensagem por Andre Perusso em Dom Jan 05, 2014 5:02 pm

Mais um ótimo relato Perretto. No entanto, não posso deixar de notar que quase todos os seus relatos terminam com "em primeiro eu com XX pontos" ou "no final eu ganhei"...
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Re: Sexta - 03/jan

Mensagem por tiagovip em Dom Jan 05, 2014 5:16 pm

@Andre Perusso escreveu:Mais um ótimo relato Perretto. No entanto, não posso deixar de notar que quase todos os seus relatos terminam com "em primeiro eu com XX pontos" ou "no final eu ganhei"...

Ah, MacGuyver, bom se fosse! Joguei 4 jogos, perdi em 2 deles. E uma das vitórias foi do time!

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Re: Sexta - 03/jan

Mensagem por Rafaelfo em Dom Jan 05, 2014 5:18 pm

Putz, o Perretto zerou a montanha então?!

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Re: Sexta - 03/jan

Mensagem por libonati em Dom Jan 05, 2014 5:36 pm

E la de cima cagou na cabeça dos demais.

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Re: Sexta - 03/jan

Mensagem por tiagovip em Dom Jan 05, 2014 5:46 pm

@libonati escreveu:E la de cima cagou na cabeça dos demais.

Errado! Eu mijei, como prometido no começo da subida. Os que viessem atrás subiram por sobre neve amarela!

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Re: Sexta - 03/jan

Mensagem por Samuca em Dom Jan 05, 2014 10:52 pm

Bem, aproveitando para agradecer o Libo pela costumeira hospitalidade e a todos os presentes com quem tive oportunidade de jogar por mais uma divertida noite de jogos.

Joguei Bohnanza, Power Grid, Bora Bora, Love Letter e Parade. Não joguei o Le Havre que eu havia combinado com o Evandro, mas fazer o quê?

O importante mesmo é que ninguém precisou ser levado para o hospital desta vez (apesar de que o André parecia estar neste caminho), e a maldição foi quebrada.

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Re: Sexta - 03/jan

Mensagem por Trentini em Seg Jan 06, 2014 10:36 am

Opa, só de ninguém ter sido brutalmente espancado como da outra vez já é um grande feito!

No mais, parece que foi bem legal, nessa sexta poderei participar, semana passada estava bem complicado mesmo!

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Re: Sexta - 03/jan

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