Quinta - 31/março

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Quinta - 31/março

Mensagem por tiagovip em Sex Abr 01, 2016 4:04 pm

Olá, pessoas!

O Jorge e o Trents foram lá em casa e o que jogamos foi:

- Samurai Spirit (Jorge, Trentini e eu) - fomos com os samurais Kanbei (Trents), Kikuchiyo (Jorge) e Katsushiro (eu). Tivemos um primeiro confronto não dos mais fáceis, com as defesas da vila sendo reduzidas a uma paliçada e uma família morrendo. Katsushiro despertou seu espírito animal, e a segunda batalha começou. Desta vez o sucesso dos samurais era maior, porém Katsushiro caiu vítima de ferimentos e os samurais perderam a esperança. Derrota!

- Through the Ages: A New Story of Civilization (Jorge, Trentini e eu) - não exatamente forçado, mas também não exatamente querendo muito, acabei conhecendo o "novo" TTA. Sim, aspas porque, para um conhecedor não tão profundo do jogo, como eu, pareceu-me basicamente a mesma coisa. As duas mudanças notáveis que vi foram: 1) a da tática militar passar a ser de uso comum após 1 rodada. Só. E isso sequer teve efeito, pois não me recordo se algum de nós chegou a usar a tática de outro - mas estava lá, disponível, ao menos. 2) De não poder sacrificar unidades para atacar ou defender e poder usar cartas militares (considerando aqui a mudança para o descarte delas) para isso. O impacto disto foi mais sentido simplesmente por fazer o jogo mais cuidadoso - pouca diferença no militar de pouco servirá e foi raro alguém abrir distância a ponto de se considerar seguro para isso.

Sim, teve mudanças em efeitos de cartas. Mas isso não senti de fato. Pareceu tudo a mesma coisa.

Na partida, iniciei um longo trabalho de construção de infraestrutura. Usei o Hamurabi para conseguir mais ações civis, pegar mais cartas amarelas, para avançar mais rápido, e fiz as Pirâmides. Baxei a Teocracia para aumento da alegria do povo e ter alguma presença militar. Por toda a Era A, I e II fiquei atrás dos rendimentos de cultura, porém preparando as bases para um arranque, que só veio mesmo quase no apagar das luzes. O Da Vinci liderou meu povo teocrático para uma era de iluminação científica, onde descobrimos a Cartografia, a Estratégia, o Código de Leis. Ia também pela rabeira no militar, mas a diferença não era grande, e o Jorge, que liderou a princípio, com o Alexandre, o Grande, e, depois, a Joana D'Arc, contudo não lançou agressões e nem se beneficiou muito por eventos.

Meus cientistas alquímicos podiam ter ideias estranhas, mas acertavam no alvo em descobertas diversas. Ao final da Era II e na Era III afinal comecei a alcançar a civilizações dos outros dois. O método científico uniu-se ao jornalismo, para manter as descobertas e, finalmente, um razoável ganho de cultura, reforçado, então, pela construção da Torre Eiffel e por sair da Teocracia e entrar na Democracia.

Minha dificuldade era produção de alimentos, e a perda por população quase me travou. Felizmente a reprodução seletiva e algumas colônias ajudaram-me deveras nisso. Após o Bill Gates assumir o comando na nação, ele colocou seu plano de conflito em movimento, aprimorando o exército e lançando agressões para cima da civilização do Jorge. A produção extra dada por ele também garantiu a primeira viagem ao espaço.

O Jorge produzia muito. Ao ponto de ter tanto cubo azul na ficha dele que imaginei que derrubaram a caixa por engano em cima. Porém bobeou no militar e tomou agressões nas fuças. O Trents conseguiu um avanço equilibrado até boa parte do jogo, indo bem em cultura desde cedo. Porém perdeu um tanto de embalo quando nas Eras mais avançadas, devido a uma produção pequena de pedras (estava parado no ferro) e demorou para valer-se do petróleo. Com o Sid Meier tinha que sambar para conseguir descobrir as coisas de que carecia, mas ainda conseguiu finalizar a Internet. O Trents e eu estávamos próximos na pontuação, mas eu sabia ter ampla vantagem nos Impactos de final de jogo, já que, dos 4 que lá estavam, 3 eu tinha colocado. Assim, o resultado ficou em 198 para mim, 163 pro Trents e 152 pro Jorge.

E foi isso!

Abs,

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