Quarta - 26/agosto

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Quarta - 26/agosto

Mensagem por tiagovip em Qui Ago 27, 2015 5:49 pm

Olá, pessoas!

O grupo vip reuniu-se com uma substituição - Jorge no lugar do Éder.

Robinson Crusoe: Adventures on the Cursed Island (Jorge, André, Marcelo e eu) - jogamos o terceiro cenário (que eu achava que era o 4): Jenny Precisa de Ajuda (Jenny needs Help), onde o objetivo dos náufragos é resgatar a Jenny, um companheira do navio presa numa rocha no mar, depois montar uma balsa para que todos possa fugir da ilha. É um cenário que pareceu mais direto - sem problemas com o clima na ilha, mas um furacão aproxima-se e ficar num acampamento improvisado muitas vezes não impedia os náufragos de tomar dano. Por sinal, dano é a palavra de ordem aqui, pois tudo é feito para isso ocorrer - além do efeito do furacão, a partir da 4a rodada, animais selvagens passam a nos caçar. Ademais, a cada turno passado sem a Jenny estar conosco, ela toma 2 de dano - e, claro, se ela morrer, perdemos.

Começamos explorando que nem doidos, para encontrar os materiais necessários para construir a jangada - madeira, corda e faca. A Soldado (eu) fez a faca, enquanto achamos umas fibras para servir de corda. A Cozinheira (Jorge) usou a jangada para achar a Jenny, na terceira rodada. Ela até que estava bem, pior estávamos os resgatadores. Pois os eventos estavam sendo cruéis - a Soldado feriu feio a cabeça, e uma luta com um Puma deixou ela ainda mais machucada. E pior que ela estava o Explorador (André) que também se meteu a caçar e feriu-se bastante.

Estávamos no fio da lâmina, com o moral baixíssimo. Porém tínhamos a pele, a corda e a faca para fazer a balsa, faltava somente 1 madeira (precisa 6, tínhamos 5). Eu sabia que era o fim, pois do jeito alucinado que fomos adiante, não iríamos resistir a mais duas rodadas na ilha (estávamos na 4a, que usaríamos para conseguir comida e madeira, e depois, na 5a, poderíamos, se vivos, tentar fazer a balsa). Mas eis que surge a esperança pelo Carpinteiro (Marcelo), que afirmou que faria a balsa com o que tínhamos. Huzza! Pegamos a comida que foi possível (e todos foram excelentes nessa coleta), e focamos em aumentar o moral. O Carpinteiro cumpriu o prometido e fez a balsa pagando 1 madeira a menos. Os náufragos perderam mais alguma vida, contudo, todos mantiveram-se vivos e escaparam da ilha. Vitória!

Por sinal, achamos que era preciso sobreviver até o final do evento, e o evento seguinte acabou por matar a todos! Porém, era só preciso estar vivo até o final da fase da noite. O evento é a 1a fase da rodada seguinte. Então, vitória confirmada - marcamos 26 pontos.

Love Letter (Marcelo, Jorge, André e eu) - partida rápida do Lovecraft Letter. O Jorge obteve sucesso mirando em mim, mas tive a oportunidade de devolver, quando, com o Nyarlathotep queria adivinhar Azatoth, mas falei Hastur! Que imbecil. O Jorge tinha mesmo o Azatoth e safou-se. Mas acabei por igualar-me a ele, ambos com 2 rodadas vencidas. O André, então, veio como um trator, ganhando 3 seguidas até a vitória, a última sendo a mais legal, pois foi em cima do Marcelo, garantindo que ele terminaria com 0 ponto.

DC Comics Deck-Building Game x2 (André, Marcelo e eu) - foram duas partidas. Na primeira, os heróis foram a Mulher-Maravilha (Marcelo), Caçador de Marte (André) e Batman (eu). Como é usual, quem sai melhor, acaba melhor, e, nesse caso, foi o Batman. Quando peguei a Superforça (+5 de poder), achei que era basicamente jogo encerrado. Fui arrebentando os vilões, e os bônus deles, sendo ótimos, permitiram que seus colegas também caíssem diante do Batman. O André, com o Caçador, vinha também fazendo a sua parte, derrotando alguns vilões e procurando por combos de pontos nas cartas. A Mulher-Maravilha só figurou. No final, um resultado mais apertado do que esperei, 37 para mim contra 34 do André. 

Na segunda partida, após o Marcelo ficar amargo com o 1o jogo, mudamos algo que já deveria ter sido feito muito antes: tornamos os vilões só em pontos, tal como uma carta de Província no Dominion. E, claro, o Donald Vaccarino entende das coisas e a partida foi muito, mas muito melhor para todos. Os heróis foram o Superman (Marcelo), Cyborg (André) e Aquaman (eu). Eu não estava conseguindo ir bem logo de cara, pois não estava conseguindo fazer o baralho funcionar e meus valores de poder eram os mais mixos. O Superman armou um combos ferozes e chegou a ter mais de 20 de poder, arrasando geral (depois o Marcelo viu que usou o poder do Superman errado, mas não achamos que faria tanta diferença). O Cyborg tinha o poder mais complicado de usar, porém o André tirou leite de pedra, armou os combos de pontos que fez na 1a partida, e conseguiu bater também em vilões. Eu vinha lá atrás, todavia o Felix Fausto, ao ser revelado, trouxe-me ao jogo, quando, no draft das cartas, ganhei uns 9 pontos, ao receber duas cartas boas e mais 1 Esquadrão Suicida (já tinha outros 3); e acabei até por bater num trio de vilões mais fracotes. No final, surpresa: o Superman acabou indo pior do que esperávamos. O André venceu, com 51 pontos, contra 48 meus e 46 do Marcelo.

E foi isso!

Abs,

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