Sexta - 10/julho

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Sexta - 10/julho

Mensagem por tiagovip em Seg Jul 13, 2015 9:54 am

Olá, pessoas!

Nesta mui chuvosa sexta, os mais bravos compareceram e os fracotes, bem, fraquejaram e estes sabem quem são. Joguei uma série de jogos mais descompromissados:

- Biblios (Éder, Luiz e eu) - a partida foi bem disputada, com os leilões indo até valores altos várias vezes. O Luiz fez toda sua coleção de tomos de conhecimento proibido nos leilões, e eu quase consegui aprontar na compra de pergaminhos, porém, na última carta revelada para venda, um pergaminho 2, eu não tinha mais dinheiro, que nem o Éder, e o Luiz a levou, sem nem querer, por um mísero dinheirinho. Isso provou-se a diferença, pois ganhei nos monges copistas e nos livros, mas perdi para o Éder nas que valiam mais: as tintas e os pergaminhos, neste por 1 só (5 a 4)! Assim, o Éder venceu, com 9 pontos, contra 6 meus;

- Neptune (Maurício, Karina, Theo e eu) - joguei com 2 novatos - o Maurício e a Karina - e mais o semi-novato Theo. Todos estavam aprendendo, mas o Maurício já saiu pedalando, fazendo 20 pontos na primeira rodada. Na segunda, a Karina lascou-lhe um meteoro de -6 e foi só o que o Maurício levou, caindo para 14 pontos e esquentando a disputa cósmica, pois o Theo e eu estávamos ali pelo 6-11 pontos. Na terceira rodada o Maurício perdeu mais pontos e o mesmo com o Theo. Na quarta, afinal, a Karina marcou pontos e subiu direito para o primeiro lugar, com 16 pontos. Com o Jump Gate eu me recuperei de um meteoro, e empatei com 16. Na rodada final, todos estavam na disputa, só o Theo com alguns revezes, estava mais para trás. E foi justamente o Theo que mais marcou na última rodada, porém não foi o suficiente - o Maurício marcou 5 e eu 3, e ambos empatamos na liderança, com 19 pontos;

- Res Publica (Karina, Maurício, Gabriel, Theo e eu) - todos estavam aprendendo, mas após alguns momentos incertos de ofertas de trocas nas primeiras rodadas, tudo começou a andar nos eixos. Saí com uma mão boa de Vikings, e fui o segundo a fundar uma colônia, além de ser o primeiro a fazer uma cidade. Portanto, eu ia bem, só que o Gabriel ia ainda melhor. Ele conseguira construir uma igreja, numa troca feita com o Theo, o que lhe dava uma bela vantagem. O Theo, ao contrário, mesmo também tendo uma Igreja, não conseguia fazer uma colônia, o que custou-lhe ficar atrás no ritmo do jogo. Fundei minha segunda cidade, ainda por valor alto, no entanto o Gabriel estava à toda, e abrira uma Biblioteca e, com ela, recuperou-se na fundação de cidades. No final, vitória do Gabriel, mesmo com os ataques de histeria que ele tinha quando trocavam comigo, com 26 pontos, contra 22 meus;

- Cthulhu Fluxx (Jorge, Theo, Gabriel e eu) - uma partida sem um tremendo nível de sacanagem, sendo que a maior delas ficou para o Theo, aplicada pelo Jorge, que primeiro usou uma carta para pegar toda a mão de cartas do Theo, menos uma, e depois outra que obrigava todos a descartarem uma carta. Mas a do Jorge estava guarda, mesmo que sem querer, pois usei uma carta que pegava todos os keepers e creepers, embaralha, e distribuía, começando comigo, e calhou de o Jorge perder os dois keepers que ele tinha, ficando só com um creeper, o Hastur. Por sinal, o Hastur acabou vindo para mim quando falei a palavra "comprar". Por sorte, eu tinha o símbolo ancião, justamente "pega" do Jorge. Devido a um efeito de pacto, que fazia quem tivesse ter um marcador tétrico poder pegar uma carta da pilha de compra e jogá-la, acabei por vencer, revelando o objetivo Contra a Escuridão (Against the Darkness) que exigia 2 investigadores e o símbolo ancião, como eu tinha isso, venci devido à mais pura sorte;

- Farmageddon (Jorge, Theo, Gabriel e eu) - aqui quem planta não necessariamente colhe, como bem aprendeu o Gabriel. De cara joguei um Dust Bowl para destruir todas as plantações e ter algum campo para plantar. A violência prosseguiu, mas eu tinha uma parceria firme com uma seguradora e, ademais, na base da desapropriação e da grilagem peguei lavouras do Gabriel e colhi como se fossem minhas. Não bastasse isso, lancei rumores sobre o uso de pesticidas ilegais em plantações do Gabriel e do Jorge. O Jorge e o Theo estavam numa briga particular, com o Jorge passando sem dó os tratores por cima das lavouras do Theo, dizendo que eram terras dele. Achei que estava bem encaminhado para vencer tranquilo, mas na rodada final o Theo aprontou com sua mão cheia de sementes e com campos disponíveis, fez duas plantações e as colheu com o final da partida. Porém, não precisava me preocupar, pois a batalha de fronteira com o Jorge foi cruel com ambos. Ganhei com 52 pontos, contra 42 do Theo;

- Biblios (Gabriel, Jorge, Theo e eu) - novamente a disputa foi tensa e foi até o limite. Comecei a fase de leilão com bastante dinheiro, mas só bem em um dos tipos de recursos - as tintas. Ao menos, durante a partida, tinha enterrado o valor dos livros e dos pergaminhos, o que manteve o valor da tinta em boa monta. Nos leilões, briguei com o Jorge pelos tomos de conhecimento proibido, pois só com 1 recurso não iria vencer. O Gabriel consumia tudo que aparecia de livros, enquanto o Theo monopolizava os pergaminhos. Ao final, o Gabriel levou os monges copistas e os livros, enquanto eu fiquei com as tintas e o Theo, como esperado, com os pergaminhos. Mas o que decidiu foram os tomos, pois o Jorge e eu empatamos, ambos com 5 de valor, então no desempate das letras, eu tinha uma carta com B, e levei. Assim, 7 pontos para mim, contra 5 do Gabriel;

- Zombies!!! (Theo, Gabriel, Jorge e eu) - o Gabriel acabou entrando bem depois dos outros, o que o deixou atrás na quantidade de zumbis, mas uma vez que o Heliporto apareceu, todos estava na luta para fugir da cidade infestada. jogamos com as seguintes variantes: rolam-se 2 dados de movimento e usa-se o mais alto; ao morrer, perde-se 1d6 zumbis e não metade do que tiver; incluímos os cachorros zumbis e os super-zumbis (que só entram nas construções maiores, onde haja 6 ou mais zumbis). Na parte inicial da partida, levei azares vários, principalmente quando inventava de aumentar a velocidade do meu cara da escopeta, pois era ele correr e se dar mal nas brigas com os humanos zumbis e os cachorros zumbis. Quando o primeiro dos negões caiu, ainda rolei 6 (num d6) para quantos zumbis perderia; ademais, quando precisava de movimento, fiquei movendo-me 1 ou 2 em várias rodadas. Só que a sorte do Fluxx ainda não me abandonara. O Jorge fora o que mais subira na quantidade de zumbis eliminados, mas também acabou caindo e, por sinal, em certo momento, três dos quatro caras da escopeta morreram quase em sequência, deixando três juntos no centro da cidade. Aos poucos, fui me recuperando, principalmente por acumular um arsenal de balas e deixar o negão completamente saudável. Fui matando zumbis e quando o Heliporto saiu, aproveitei justamente uma estação de metrô que eu colocara antes, para posicionar o Heliporto próximo, já que o negão estava perto de outra estação e seria o primeiro a chegar perto do Heliporto. Claro, nunca é fácil alcançar o lugar, mesmo saindo perto - os outros três formaram uma barreira de mortos-vivos no caminho, e eu ainda tive meu negão sendo controlado pelo Theo, que o jogou em cima de vários zumbis. Só que a piada estava neles, pois como o negão sobreviveu às lutas, agora ele estava com 22 zumbis dos 25 necessários para ganhar. O Jorge corria, em cima de seu skate, para o Heliporto, ajudado nisso por, num turno, ter roubado meu movimento. O Gabriel também vinha acelerado. O Theo estava longe, e optou por também vir pelos túneis do metrô, mas iria demorar mesmo assim. Rolei 6 de movimento e poderia alcançar os zumbis que faltavam ao negão - o Jorge roubou munição e a coisa ficou bem mais complicada, porém, ensina a sabedoria: sempre aposte no preto. O negão fez o serviço, matou mais 3 zumbis e ganhei com 25 cabeças colecionadas. Nada de fugir que essa cidade tem um novo xerife!;












- Ghost Stories (Theo, Gabriel, Jorge e eu) - jogamos no nível de dificuldade normal. Mas, mesmo assim, os fantasmas vieram nos socando na cara. Tivemos muitos problemas com assombrações e, principalmente, com a quantidade de fantasmas nos arredores da vila - assim, os monges iam morrendo em sequência, e iam sendo ressuscitados para continuar lutando contra o Wu-Feng e suas criaturas. O monge verde do Jorge estava uma draga - mesmo rolando 1 dado a mais, não exorcizava nem mau-olhado. Então especializou-se em ressuscitar os demais, valendo-se de sua habilidade de não rolar o dado preto. O Theo (monge azul) e eu (monge amarelo) éramos os mais fortes nos exorcismos, por conseguirmos mais marcadores. Mas isso não nos deixava imunes a cair pela falta de Qi. Fomos adiante aos trancos e barrancos, e o Jorge viu que estávamos comentando um erro que nos era prejudicial em relação à entrada dos fantasmas, porém, por outro lado, em vista do cansaço, certamente cometemos erros em nosso benefício, com as assombrações, fantasmas e vida. Então digamos que atingimos o equilíbrio do Yng e Yang. A encarnação do Wu-Feng deu as caras, vindo na forma do Pai Bo Za, que exigia 4 pretos para ser exorcizado. Peguei 1 marcador preto e tentei o exorcismo, e falhei. O monge azul e o verde caíram, e o vermelho (Gabriel) usou a casa do exorcismo para abrir um espaço para meu monge ficar vivo. Peguei um segundo marcador preto e rolei - e veio um branco (coringa) e um preto! Wu-Feng derrotado! Fizemos 17 pontos.

E foi isso!

Abs,

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Re: Sexta - 10/julho

Mensagem por Binderman em Ter Jul 14, 2015 11:06 am

Eu e o Trentini chegamos cedo, jogamos umas 4 partidas de Star Realms e fomos embora antes dos outros chegarem. Só encontrei o Luiz na saída.

Foi até que horas dessa vez?

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Re: Sexta - 10/julho

Mensagem por tiagovip em Ter Jul 14, 2015 11:33 am

@Binderman escreveu:   Eu e o Trentini chegamos cedo, jogamos umas 4 partidas de Star Realms e fomos embora antes dos outros chegarem. Só encontrei o Luiz na saída.

  Foi até que horas dessa vez?

Até às 4h30!

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Re: Sexta - 10/julho

Mensagem por Luiz em Qua Jul 15, 2015 9:49 am

Sim, fomos até 4:30 desta vez. Eu até pensei em ficar uma meia enrolando na portaria  para voltar pra casa de ônibus, mas achei melhor ir de táxi mesmo. Depois da partida de Biblios que o Perretto já relatou (e curti bastante conhecer esse jogo), tive uma noitada de euros. 

Bora Bora (eu, Luis Paulo, Vitor e Cristiano) 

Como é próprio desse tipo de jogo, há uma variedade enorme de cores, símbolos e números que podem ser combinados para gerar o máximo de pontos possível. Mas o Bora Bora é mais tático do que estratégico, pois há objetivos diferentes a ser cumpridos em cada rodada. E, por causa desses objetivos, não me pareceu ser um jogo em que, como ocorre em muitos outros, a estratégia consista em colocar foco em uma ou duas fontes de pontos. É certo que se pode recrutar trabalhadores com um mesmo tipo de habilidade para gerar mais dinheiro ou mais tatuagens, entre outras coisas, mas colocar muita ênfase numa habilidade só pode fazer o jogador perder muitas outras oportunidades para pontuar. 

Mas é um jogo muito bom, pois há diversas decisões a tomar, tudo o que é feito numa fase tem consequências ao final da rodada e, por fim, é preciso ficar bem de olho no que os outros estão fazendo. De fato, durante quase toda a partida, o Vitor e o Luis Paulo foram disputando as duas primeiras posições, enquanto eu seguia em terceiro. Mas, quando chegou na contagem final, o Luis Paulo deu um salto enorme na pontuação porque tinha umas 5 ou 6 cabanas em pé, muito mais do que todos os outros (eu só tinha uma).

Essa mecânica de influência de área talvez seja a ideia mais legal do jogo, pois é importante colocar cabanas nas várias ilhas e terrenos para obter recursos, pontuar com a pesca e para poder recrutar mais trabalhadores, mas o último a ocupar uma área (aquele que fica com a cabana em pé) faz muitos pontos no final do jogo. Daí então a importância de pensar bem se vale a pena abrir uma nova área para obter determinado recurso ou ficar disputando áreas que já foram ocupadas. 

Enfim, um jogo bem legal: tomara que apareça mais vezes nas noites de sexta.

Terra Mystica - Fire & Ice (eu, Luis Paulo e Vitor)

Mais uma partida para o meu Desafio 5X5 ! Eu não conhecia a expansão do TM, que  traz várias raças novas, uma mecânica eficiente para aumentar a variedade de terrenos sem deixar o mapa diversificado demais e ainda novas formas de pontuação. Sorteamos os tabuleiros com as raças, sendo que o Vitor foi com as Bruxas, o Luis Paulo com os Swarmlings e eu com os Yetis, que é uma das novas. 

Os Yetis têm habilidades especiais excelentes, mas uma desvantagem bem pesada: eles têm de terraformar até mesmo o seu terreno primário, o que, no início do jogo, implica ter de gastar no mínimo 3 trabalhadores para poder construir em qualquer terreno. Para compensar um pouco, eles gastam um trabalhador a menos para desenvolver a tecnologia de terraformação. 

Não me lembro se quem venceu o jogo foi o Vitor ou o Luis Paulo. Sei que ficamos os três formando cidades numa área do mapa, mas o Vitor e o Luis Paulo usaram as habilidades especiais de suas raças para formar também outras cidades e, no final, disputaram bastante para ver quem formava o maior network.

Euphoria (eu, Rafael Lodi, Guilherme e Vitor)

Eu já tinha jogado esse uma vez e curti repetir a dose. Assim como da primeira vez, avaliei que os personagens que podem ser recrutados, por causa de suas habilidades especiais, são muito importantes no jogo. Comecei a partida com um minerador muito bom, que permite sacrificar um trabalhador para triplicar a coleta de recursos na mina e, o que é melhor ainda, possibilita ativar um trabalhador novo imediatamente após retirá-lo da reserva, sem ter de esperar a próxima vez de jogar para usá-lo.

Talvez por ter escolhido esse personagem para começar, ter dado sorte na compra de artefatos e me preocupado bastante em não perder o bonde nas construções dos mercados, consegui vencer a partida, pois fui o primeiro a colocar 10 estrelas no tabuleiro. O interessante é que essa partida foi bem diferente da primeira, pois antes eu tinha colocado foco em produzir Bliss, enquanto nessa eu foquei em produção de água e minérios (principalmente pedra).

E foi assim mais essa jogatina!

Abs

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