Sábado - 31/janeiro

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Sábado - 31/janeiro

Mensagem por tiagovip em Ter Fev 03, 2015 3:48 pm

Olá, pessoas!

Neste sábado, na mansão ciclística do sr. Jaime, ocorreu um dia intenso de jogos em celebração ao aniversário do varão da casa. O que joguei foi:

- Blueprints (Rafaelfo, Gabriel, André e eu) - foi a estreia do jogo e, portanto, a de todos nele também. A ideia é bem simples: são 3 rodadas, e em cada rodada cada um recebe uma planta. Para construir, os jogadores usam, a cada turno, um dos seis dados disponíveis; e a rodada dura 6 turnos (ou seja, serão usados 6 dados para construir). Após usar um dado, o jogador pega da sacola outro dado, rolando-o, e este substituirá o que foi pego.

Os dados na base do prédio podem ser de qualquer valor, mas para os andares superiores é preciso usar um número igual ou maior ao do dado que esteja embaixo. Existe 4 tipos de dados, que pontuam de forma diferente ao final da rodada:
- o verde pontua pela quantidade deles (1 dado=2pts, 2=5pts, 3=10pts, 4=15pts, 5=20pts, 6 dados=30pts);
- o preto pontua de acordo com a altura em que ele estiver (na base=2pts, 2º nível=3pts, 3º=5pts, 4º=8pts, 5=8pts, 6º nível=8pts);
- o branco pontua de acordo com a número que estiver para cima (mesmo se o dado em si estiver coberto por outro);
- o laranja pontua de acordo com quando dados estiverem adjacentes a ele (considerando as faces do dado, não na diagonal), pontuando assim um mínimo de 2pts e um máximo de 12 pts.

Além disso, se o jogador cumprir exatamente o desenho proposto pela planta, recebe 6 pontos. Ademais, a cada rodada tem objetivos que, se cumpridos, o jogador recebe a carta de objetivo que, ao final da partida, valerá 2 pontos cada. Uma mesma construção pode cumprir vários objetivos numa mesma rodada, mas só um objetivo é dado por rodada (se tiver empate, ocorre um desempate de acordo de acordo com os dados de materiais mais procurados - que são sorteados no começo da rodada). Por fim, após a contagem, vê-se quais são as construções que mais pontuaram, e estas recebe "medalhas" de feitos de engenharia, que valem 3 (ouro), 2 (prata) ou 1 (bronze) ponto.

Ao final de três rodadas, quem acumulou mais pontos, vence!

Em nossa partida, na primeira rodada os dados brancos estavam à toda, e consegui pegar vários de alto valor. Os outros arriscaram com os dados verdes ou pretos, mas não tiveram muito sucesso (os verdes pareceram os piores dados, pois são os mais arriscados e condicionais, pois ao pegar um não sabe-se o quanto valerá, como os laranja, mas estes não dependem de outros iguais para aumentar seu valor, e os verdes, sim). Na segunda e terceira rodada, mesclei as cores, mas normalmente evitando os verdes. Deu bem certo, e ganhei o melhor projeto nas três rodadas, já zerando o jogo na primeira partida! Hehe. Ganhei com 116 pontos, seguido pelo André, com 99. Na disputa pela honra entre o Gabriel e o Rafael, o Gabriel levou a melhor, e o Rafael ficou com a desonra.

O Blueprints mostrou-se um jogo leve, rápido (fui acusado de demorar, o que procede, em parte, mas o demorar aqui é proporcional à rapidez das jogadas usuais, ou seja, coisa de segundos a mais, não minutos) e com uma boa produção - os dados são bons, claros, e arte é temática e bem feita. Afora a pontuação dos dados, que é deixada extramamente clara no ótimo screen de cada jogador, o Blueprints não apresenta nenhuma outra dificuldade de compreensão de seu funcionamento. Uma partida normal certamente fica em torno de 15-20 minutos, e ainda que algumas decisões sejam dadas (será raro alguém ignorar um 6 branco, mas pode ocorrer, dependendo da construção que a pessoa está fazendo, e da possibilidade de conseguir objetivos), usualmente o jogador terá algumas opções e fará suas escolhas. No geral, não é brilhante, mas considerando o tempo de jogo, a qualidade da produção e a facilidade de ensinar e jogar, foi aprovado por mim;

- A Study in Emerald (Gi, Rafaelfo, André e eu) - foi uma temida partida de três contra um - três legalistas, paga-paus dos Antigos, e um bravo e heroico restauracionista. De começo, eu, o restauracionista, fui preparando-me para a ação, contratando assassinos, conquistando aliados diversos pela Europa. Associei-me ao Sherlock Holmes e a outros de mente similar, que queria a libertação humana. Fiz um atentado contra um agente do legalistas Elfo, e descobri que esse era mesmo um vilão, pois não morreu como deveria (aqui eu fiz é uma grande cagada, mas a mantive, pois não adiantava voltar). A legalista Gi e André quiseram realizar atentados contra meus agentes, mas mantive minhas atividades e das deles fora dos olhos das autoridades, e todos safaram-se ilesos. Tentei enganar o próprio Cthulhu, para que este servisse ao meus objetivos, mas o Elfo igualou ali meu empenhos, e não consegui sucesso aqui. Enquanto o Elfo preocupava-se comigo e ainda agia para aumentar o sucesso da propaganda legalista, em busca de guerra aberta, para o bem comum de sua causa, o legalista André, menos avesso a agir contra seus colegas, tentou tomar controle de Berlim, mas falhou devido à presença da Irene Adler, agente do Elfo. Alguns desistiriam aqui, mas a fibra do André é mais forte, e este enviou um agente seu para matar a Irene e, logo depois, tomou controle da cidade. O Elfo, mesmo diante disso, continuava um amigo de todos, enquanto eu bloqueava a tentativa da Gi de dominar Paris, devido a um agente meu ali. Afinal movi minhas peças, e assassinei a Gloriandra, em Londres, e preparei um ataque contra Sfaticlip, em Constantinopla. Porém, tal chance eu não tive. Como afirmei, o clima de amizade e fraternidade entre os legalistas era tanta, que não havia disputa entre eles, exceto da parte do André. Assim, mesmo dominando locais importantes, ninguém tentou impedi-lo que dominar Washington, e este, sem dificuldade e com garbo, anunciou para sua audiência atônita: "Então, venci". Com os pontos de Washington, ele revelou sua condição de paga-pau e adquiriu mais 6 pontos, indo para 27 e ativando o gatilho do final da partida. Com os seis pontos adicionais da trilha da guerra, não tive como ficar na frente de qualquer um dos legalistas, então, em último, não pude impedir a vitória do André - ao menos este mereceu, indo brigar com os outros, matando agentes e tomando locais de seus amigões. Merecida vitória, então!;

- Strasbourg (André, Gabriel, Rafaelfo e eu) - diferente da noite anterior, desta vez todos conheciam o jogo (mas o Rafael e o Gabriel precisaram de um refresco para a memória em relação às regras). O jogo mental começou antes do primeiro leilão, já na escolha dos objetivos, com informações falsas sendo ditas (a ação é simultânea, então qualquer coisa a respeito disso não é para ser conhecida mesmo). Na partida em si, as disputas foram cuidadosas, com ninguém realmente exagerando em rodada alguma na quantidade de cartas. Se não me engano foi na terceira rodada que fiz minha melhor jogada, quando preparei-me para o leilão da guilda dos sapateiros (mas, sendo munheca, tentei ir o mais de leve possível), o qual fiquei em primeiro e, com isso, além de construir ao lado de uma construção de prestígio de valor 6, ainda cumpri de uma tacada só dois objetivos. Foi bom, e podia ficar melhor, pois tinha uma boa chance de cumprir também os outros dois que eu tinha ficado - mas num deles eu falhei por "bobeira", pois o Gabriel iria certamente vencer o leilão dos pretzels e eu jogava depois dele, então optei por não dar lance, crendo que ele ia construir no único lugar que me interessava na região dos pretzels, mas não, ele construiu em outro lugar para poupar 1 de dinheiro. Que beleza. A última rodada foi memorável, primeiro porque todos tinham quantidade razoável de cartas, e tanto mais porque houve um foco forte: só o Gabriel e eu dividimos as cartas em três pilhas, enquanto o André e o Rafael focaram em duas. Uma das minhas pilhas era um solitário 2, que serviu para ficar com o Bispo. Mas meu interesse maior mesmo era na guilda dos açougueiros - havia ali dois locais de grande interesse (um ao lado da construção 6 e outro onde o Gabriel, com 2 meeples, muito provavelmente iria posicionar a construção, tendo ele o favor do Rei naquela rodada) e porque completaria o último objetivo que tinha em aberto (dois eu tinha já cumprido, e 1 eu tinha falhado); então ficar em segundo já me bastava. Eu era o terceiro na ordem de turno, e o Rafael abriu revelando uma pilha de cartas cuja soma deu 13. Veio o Gabriel e revelou uma pilha: também 13! Revelei o meu 13 para celebração geral, em vista da grande coincidência. Preocupei-me que o André poderia ter uma soma maior e me chutar fora, o que me custaria outro objetivo, mas a soma dele era menor que 13. Assim, perdi os dois locais que gostaria, mas ao menos cumpri meu objetivo de ter três membros da família na guilda dos açougueiros. Com três objetivos cumpridos e três familiares ao lado da mais prestigiosa construção, a vitória veio mais apertada do que eu esperava: 65 para mim contra 61 do Rafael, que pontuou muito bem com as capelas e também nas construções de prestígio;

- Yggdrasil (Angel, Perusso, Gabriel e eu) - jogamos com os deuses Sif (Perusso), Thor (Gabriel), Freyja (Angel) e Frey (eu). A partida começou em dificuldade considerável, pois cedo veio o Ragnarok que avança todas as ameaças à Asgard. Mas contrabalançamos essa maré ao expulsarmos todos os gigantes de fogo da região azul, o que nos permitiu acesso constante à ajuda dos vikings, e, ainda mais, com a ajuda dos Vanires, completamos a runa vermelha, empurrando para trás três ameaças (e uma a mais, na luta), o que fez com que, num turno do Frey, quatro ameaças retrocedessem, quase anulando o efeito do Ragnarok. A Sif e a Freyja, como esperado, estavam bem armadas, e o Thor dava trabalha os gigantes de gelo e outras ameaças. Sentíamos bem preparados para a reta final, porém uma ameaça nos passou quase desapercebida: o gigante de fogo Surt. Não tínhamos arma ainda contra ele, e a Freyja começou a preparar-se para isso, mas era tarde demais: o Surt avançou imparável até o espaço final, para dentro de Asgard, no turno do Thor, que sem o apoio de vikings e elfos, e desarmado contra o gigante, nada pode fazer contra ele. Derrota dos asgardianos faltando 14 cartas para acabar o baralho;

- Boomtown (Gabriel, Pedro, Angel, Trentini e eu) - o jogo começou agressivo, com o Pedro explodindo uma mina minha logo na primeira rodada. Mas os leilões seguintes foram bons para mim, e recuperei o terreno com boas minas de números baixos, e melhorei ainda mais quando desapropriei a melhor mina da Angel, pegando-a para mim. Não muito depois, a Angel sofreu de novo, pois o Pedro usou mais dinamite para detonar uma mina dela. O Gabriel armou um esquema na cidade vermelha, com seu prefeito tornando-se o Governador, e pegar uma mina exigia um módico pagamento de 10 dinheiros (e, mais para o final, até 12!), e foi o Pedro que teve que desembolsar essa grana três vezes, e ainda foi roubado por ladrões duas vezes. O Trentini acumulou duas prefeituras e um belo conjunto de minas, e só mais para o final notei que ele que era a minha concorrência, porém já estava um tanto tarde para agir contra ele, ainda mais quando o meu saloon na cidade vermelha atingia somente ao Gabriel e ao Pedro. Porém, produzindo mais, e contando com a Angel subindo alguns leilões, alguns terminei na frente, com 255 dinheiros, seguido pelo Trentini, com 236;

- Troyes (Pedro, Trentini e eu) - após a ida da maioria das pessoas, o Pedro armou o tabuleiro, e eu pulei na chance de jogar o Troyes. O Trentini, sendo ele, não ia recusar. Entre as primeiras construções, veio uma que rendia 6 dinheiros por 1 de influência, e isso serviu para fornecer um começo veloz nas aquisições dos dados dos outros. Pouco a pouco fui perdendo espaço na Igreja e na área dos guerreiros, mas meu trio de mercadores ia firme e forte. Consegui aproveitar bem uma carta branca e uma vermelha, e me preparei bem para as últimas rodadas. Levei ainda sorte que o Trentini, mesmo podendo pagar, não quis colocar um trabalhador numa carta amarela que lhe renderia 5 pontos, então, na rodada seguinte, comecei fazendo isso após ter um par de dados adquiridos pelo próprio Trentini. Minha influência era pouca, e não conseguia gerar a quantidade de dinheiro que eu gostaria, mas, ao menos, ao perder trabalhadores, o dinheiro que recebia por rodada aumentou um pouquinho. Fiz uns esquemas usando uma carta amarela e outra vermelha, que me renderam vários pontos, e o Trentini não demorou a fazer o mesmo. Meu problema, e eu sabia qual era, foi que o que eu havia colocado na construção da catedral sumira dali devido à ação de uma das cartas "de ataque", que só foi resolvida na última rodada do jogo. Sem dados brancos e nem dinheiro para adquiri-los, tive de aceitar que perderia 6 pontos na contagem final. Era preciso, então, ganhar tudo o que fosse possível antes que ela viesse, que foi o que fiz. Sabia estar um bom tanto adiante do Pedro e do Trentini, mas temia a revelação das cartas de objetivo, pois estava mal posicionado para praticamente todos elas, ao contrário do Pedro. Meu temor era justificado, pois das três cartas, só pontuei na que eu mesmo tinha em mãos - na do dinheiro, que o Pedro tinha, só ele marcou pontos, e foi o máximo (6) e na devoção na Igreja, novamente só ele pontuou, mas, ao menos, daí foi o mínimo (1 ponto). O Trentini e o Pedro perderam 2 pontos pela catedral, e eu os 6 previstos. Ao menos na contagem dos trabalhadores posicionados nas cartas, fiz 15 pontos, contra 10 do Trentini e 8 do Pedro. Veio a contagem final e... vitória do Pedro, com 40 pontos, e eu fiquei com 39! Catedral maldita! (Eu poderia culpar outras coisas, mas optei por mijar na catedral mesmo.) Foi uma beleza de partida, com o Pedro, como sempre, nadando no dinheiro, enquanto eu mendigava, mas no final, quase deu para os pobres vencerem;

- Roll for the Galaxy (Pedro, Trentini e eu) - para quem quiser saber as regras e outras informações sobre o jogo, recomendo ler as primeiras impressões feita pelo Trentini, onde ele também traça comparações várias com o irmão mais velho deste, o Race for the Galaxy. De qualquer modo, vale dizer que não recomendo ir aprender esse jogo após uma maratona de 10hs de jogos, às 2h00 da madrugada. Demorou para as coisas clicarem, mas uma vez que entendi a dinâmica do jogo, foi tranquilo prosseguir. Fiz um pequeno combo envolvendo a colonização de planetas, usando duas cartas que reduziam os custos disso, em particular para planetas de genes e aliens. As explorações trouxeram-me três planetas desse tipo, de valor alto, então fui só colonizando e chupinhando as produções e trocas dos outros - e os planetas em si me ajudaram a manter o fluxo de ações, pois colonizá-los rendia dinheiro, o que permitia manter dados no copo. O final da partida veio quando o Trentini e eu chegamos a 12 peças na mesa, mas meus planetas mais valiosos e melhor produção fizeram a diferença: 45 para mim contra os 34 pontos dele. O Pedro, sonolento, perdeu o ritmo da partida e só lá pelo final começou a sacar melhor as coisas, mas aí era tarde para pontuar bem.

E foi isso!

Abs,

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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por Pedro em Ter Fev 03, 2015 5:37 pm

A jogatina foi intensa. Para mim não tão longa quanto gostaria, pois precisei chegar mais tarde.

Joguei 3 jogos... melhor dizendo... 2. Não acredito que seja prudente dizer que joguei o Roll, afinal pouco soube do que estava acontecendo.

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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por Binderman em Qua Fev 04, 2015 5:22 pm

Eu e o Artur fomos na casa da Juliana, amiga que me apresentou os boardgames modernos e jogamos:

Splendor, Back to the Future, Escape: The Curse of the Temple, Castles of Mad King Ludwig, On the Dot, Forbidden Island e Kaleidos (x2).

O Splendor é bacaninha, simplificaram bastante os muitos jogos de angariar recursos para conseguir mais recursos. Claro que isso tornou o jogo um tanto abstrato, mas para quem gosta do estilo e quer jogar algo mais rápido é uma boa opção.

O Castles of Mad King Ludwig foi uma boa surpresa. Gostei das peças do castelo com várias formas e poderes e de como elas são construídas. O principal mesmo é o primeiro jogador escolher quanto cada parte do castelo vai custar, receber por isso, mas ser apenas o último a comprar sua peça. Pena que o jogo é feio. Sad



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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por tiagovip em Qua Fev 04, 2015 6:01 pm

@Binderman escreveu:O Castles of Mad King Ludwig foi uma boa surpresa. Gostei das peças do castelo com várias formas e poderes e de como elas são construídas. O principal mesmo é o primeiro jogador escolher quanto cada parte do castelo vai custar, receber por isso, mas ser apenas o último a comprar sua peça. Pena que o jogo é feio. Sad  

Pois é. Gosto muito de jogos onde dá para construir coisas, no sentido de montar algo mesmo, não como no Caylus, por exemplo. Mas ao ver os "castelos" no final do jogo, é uma feiura só. Fiquei desanimado. Mas, ao menos, melhor jogo feio e bom do que jogo bonito e ruim.

Abs,

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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por Pedro em Qui Fev 05, 2015 8:36 am

@tiagovip escreveu:
@Binderman escreveu:O Castles of Mad King Ludwig foi uma boa surpresa. Gostei das peças do castelo com várias formas e poderes e de como elas são construídas. O principal mesmo é o primeiro jogador escolher quanto cada parte do castelo vai custar, receber por isso, mas ser apenas o último a comprar sua peça. Pena que o jogo é feio. Sad  

Pois é. Gosto muito de jogos onde dá para construir coisas, no sentido de montar algo mesmo, não como no Caylus, por exemplo. Mas ao ver os "castelos" no final do jogo, é uma feiura só. Fiquei desanimado. Mas, ao menos, melhor jogo feio e bom do que jogo bonito e ruim.

Abs,

Ainda tenho interesse em jogar o New England Railways. Pretendo descobrir de que lado ele está.

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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por libonati em Qui Fev 05, 2015 12:19 pm

@Pedro escreveu:
@tiagovip escreveu:
@Binderman escreveu:O Castles of Mad King Ludwig foi uma boa surpresa. Gostei das peças do castelo com várias formas e poderes e de como elas são construídas. O principal mesmo é o primeiro jogador escolher quanto cada parte do castelo vai custar, receber por isso, mas ser apenas o último a comprar sua peça. Pena que o jogo é feio. Sad  

Pois é. Gosto muito de jogos onde dá para construir coisas, no sentido de montar algo mesmo, não como no Caylus, por exemplo. Mas ao ver os "castelos" no final do jogo, é uma feiura só. Fiquei desanimado. Mas, ao menos, melhor jogo feio e bom do que jogo bonito e ruim.

Abs,

Ainda tenho interesse em jogar o New England Railways. Pretendo descobrir de que lado ele está.

Tenho certeza que ele não está do lado bonito e ruim!
Pode até ser que esteja do lado feio e ruim ou feio e bom, mas bonito ele nunca será!

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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por Pedro em Qui Fev 05, 2015 2:10 pm

@libonati escreveu:
@Pedro escreveu:
@tiagovip escreveu:
@Binderman escreveu:O Castles of Mad King Ludwig foi uma boa surpresa. Gostei das peças do castelo com várias formas e poderes e de como elas são construídas. O principal mesmo é o primeiro jogador escolher quanto cada parte do castelo vai custar, receber por isso, mas ser apenas o último a comprar sua peça. Pena que o jogo é feio. Sad  

Pois é. Gosto muito de jogos onde dá para construir coisas, no sentido de montar algo mesmo, não como no Caylus, por exemplo. Mas ao ver os "castelos" no final do jogo, é uma feiura só. Fiquei desanimado. Mas, ao menos, melhor jogo feio e bom do que jogo bonito e ruim.

Abs,

Ainda tenho interesse em jogar o New England Railways. Pretendo descobrir de que lado ele está.

Tenho certeza que ele não está do lado bonito e ruim!
Pode até ser que esteja do lado feio e ruim ou feio e bom, mas bonito ele nunca será!

Pois é, do lado feio certamente... Hmmm

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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por Gustavo em Qui Fev 05, 2015 2:31 pm

Eu joguei dois jogos na casa paternal do Trentini: Spyrium e Trentini.

Sobre o primeiro muito foi falado, e Bruno com sua perspicaz descoberta das origens do Spyrium Girium, venceu, comigo em segundo. Claro que ser baseado em uma música do Jorge Ben é coisa fina, Jorge Ben (pré Jorge Ben Jor) é excelente. Mas voltemos ao jogo. Muito diferente do Caylus, e muito bem bolado. Ao contrário de certos designers que sempre fazem o mesmo jogo, mas com variações - cof cof Agricola cof cof, desculpem, espirrei - o W. Attia demorou, mas fez um jogo que, se não fosse dito, ninguém suporia que veio da mesma mente daquele que criou o maior workplacement da história, apesar do que dizem os rebeldes.  Very Happy

Blah blah blah Ora e Labora blah blah blah Caverna blah blah blah o melhor é etc etc etc... pronto, economizei várias respostas!  Razz

O Rolling Through the Galaxies of the Ages é um belo jogo, simpático, mas que perde em duas coisas em relação à versão original - 1) a possibilidade de ficar sem ativar vários dados é mala; 2) A temática é mais pobre - os dados militares, que foi no que trabalhei durante o jogo, em nada me deram a sensação de guerra... poderiam ser chamados de dados vermelhos e só; 3) os planetas inicias são muito mais desbalanceados.

Sim, são 3 então, não 2, e parei por que senão já pula alguém aqui para defender o jogo. Não falei que o jogo é ruim, que não curti, o jogo é bem joia, só achei pior que a versão original, se me permitirem o sacrilégio. Bando de...  Mad

Bem, o Trentini venceu, comigo em segundo!

Edição - pois aqui, deixou ponta solta, já aparece alguém enchendo a paciência - ok, no Galaxy original o tema militar para alguns (não para mim) também não representa nada com nada, mas PARA MIM é mais coerente a ideia militar das cartas do que no dado. Ou se preferirem - mesmo que o tema das cartas militares nada tenha a ver com militares, nos dados é ainda menos! Menos de menos! E não se esqueçam que inteligência militar é uma contradição de termos.


Última edição por Gustavo em Qui Fev 05, 2015 2:56 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por tiagovip em Qui Fev 05, 2015 2:47 pm

@Gustavo escreveu:o W. Attia demorou, mas fez um jogo que, se não fosse dito, ninguém suporia que veio da mesma mente daquele que criou o maior workplacement da história, apesar do que dizem os rebeldes.  Very Happy

Eu apoio isso.


@Gustavo escreveu:Sim, são 3 então, não 2, e parei por que senão já pula alguém aqui para defender o jogo. Não falei que o jogo é ruim, que não curti, o jogo é bem joia, só achei pior que a versão original, se me permitirem o sacrilégio. Bando de...  Mad

Eu apoio isso.

Abs,


Última edição por tiagovip em Qui Fev 05, 2015 3:33 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por Trentini em Qui Fev 05, 2015 3:29 pm

Obrigado a todos que compareceram na festa, ela foi bem legal e a presença de vocês foi bem importante.

Gustavo, tem todo o direito de reclamar do Roll e enaltecer o Race, eu mesmo prefiro o Race, apenas que eu tenho mais de mil partidas dele, enquanto tenho apenas duas do Roll, acho ainda cedo para comparar qual de fato é melhor ou não. Quanto aos dados vermelhos militares. Vejo o Roll como um jogo bem mais simples em conceitos do que o Race, não temos no Roll o conceito de planetas militares, nem windfall por exemplo. E algumas dessas coisas foram mais abstraidas pelo dado, o lance do dado militar se especializar em colonização leva o mérito do feeling de em Race for the Galaxy, quanto mais poder militar se tem, maiores as facilidades de colonizar planetas militares valiosos. Mas concordo que o conceito no roll nesse caso ficou bem mais abstrato.

Quanto ao Troyes, que jogão, preciso jogar de novo em breve.

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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por libonati em Qui Fev 05, 2015 4:51 pm

@Trentini escreveu:Obrigado a todos que compareceram na festa, ela foi bem legal e a presença de vocês foi bem importante.

Para mim é sempre um prazer poder estar com meus miguxos ainda mais em datas especiais! Bem vindo aos 30!

@Trentini escreveu:Gustavo, tem todo o direito de reclamar do Roll e enaltecer o Race, eu mesmo prefiro o Race, apenas que eu tenho mais de mil partidas dele, enquanto tenho apenas duas do Roll, acho ainda cedo para comparar qual de fato é melhor ou não.

Como vc o fez então em sua resenha (primeiras impressões)?

@Trentini escreveu:Quanto ao Troyes, que jogão, preciso jogar de novo em breve.

Eu apoio isso

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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por libonati em Qui Fev 05, 2015 4:54 pm

@Gustavo escreveu:Eu joguei dois jogos na casa paternal do Trentini: Spyrium e Trentini.

Sobre o primeiro muito foi falado, e Bruno com sua perspicaz descoberta das origens do Spyrium Girium, venceu, comigo em segundo. Claro que ser baseado em uma música do Jorge Ben é coisa fina, Jorge Ben (pré Jorge Ben Jor) é excelente. Mas voltemos ao jogo. Muito diferente do Caylus, e muito bem bolado. Ao contrário de certos designers que sempre fazem o mesmo jogo, mas com variações - cof cof Agricola cof cof, desculpem, espirrei - o W. Attia demorou, mas fez um jogo que, se não fosse dito, ninguém suporia que veio da mesma mente daquele que criou o maior workplacement da história, apesar do que dizem os rebeldes.  Very Happy

Blah blah blah Ora e Labora blah blah blah Caverna blah blah blah o melhor é etc etc etc... pronto, economizei várias respostas!  Razz

Concordo com tudo, em absoluto!

Quanto ao Spyrium, aquele bichinho bonito, verdinho, que dá na água, achei o jogo bem legal, conciso, prático e fluído, apesar de um AP ou outro (um mal necessário).
Uma releitura interessantíssima da mecânica de WP que mixa tanto a colocação qnto a derivada retirada de workers.

Valeu por apresentar Gustavo.

Esse foi meu único jogo do sábado!

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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por Gustavo em Qui Fev 05, 2015 5:14 pm

Falei, não falei? Falei. Mas é de fato impossível cobrir todas as bases… Mad

Caramba, porra, aqui, para algumas pessoas, simplesmente não dá pra se passar a opinião pessoal, que precisam defender o jogo como se eu estivesse falando mal DA PESSOA, ou que estou criticando, caramba, só estou falando o que penso, não estou nem aí pra defesas, eu não vou mudar minha opinião.

Deixa eu dar um exemplo - um dia o Perretto deu nota 8 pro Motor Racing. Eu achei estranho e perguntei a razão. Ele passou a razão. FECHOU. Posso discordar da razão dele, mas por que eu iria discutir com ele, tentar defender (no caso ofender o jogo), ok, muitas vezes eu gosto de ouvir a razão de uma opinião, mas se a pessoa passa uma razão, acabou aí.

Ou sei lá, o Elfo tira sarro, faz piadas, tem gente que lida bem com isso, tá ótimo.

Mas a maletice desse fórum ocasionalmente é que a gente escreve dando as razões, mas pra quê? A turma vê tudo no nível pessoal, e a coisa fica extremamente infeliz. Aí vão falar - ah, mas você só jogou o jogo UMA vez, eu joguei 10, 100, MIL VEZES, QUEM É VOCÊ PRA FALAR ALGUMA COISA etc etc etc, em suma - uma chatice sem tamanho.


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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por doizinho em Qui Fev 05, 2015 5:29 pm

@Gustavo escreveu:Falei, não falei? Falei. Mas é de fato impossível cobrir todas as bases… Mad

Caramba, porra, aqui, para algumas pessoas, simplesmente não dá pra se passar a opinião pessoal, que precisam defender o jogo como se eu estivesse falando mal DA PESSOA, ou que estou criticando, caramba, só estou falando o que penso, não estou nem aí pra defesas, eu não vou mudar minha opinião.

Deixa eu dar um exemplo - um dia o Perretto deu nota 8 pro Motor Racing. Eu achei estranho e perguntei a razão. Ele passou a razão. FECHOU. Posso discordar da razão dele, mas por que eu iria discutir com ele, tentar defender (no caso ofender o jogo), ok, muitas vezes eu gosto de ouvir a razão de uma opinião, mas se a pessoa passa uma razão, acabou aí.

Ou sei lá, o Elfo tira sarro, faz piadas, tem gente que lida bem com isso, tá ótimo.

Mas a maletice desse fórum ocasionalmente é que a gente escreve dando as razões, mas pra quê? A turma vê tudo no nível pessoal, e a coisa fica extremamente infeliz. Aí vão falar - ah, mas você só jogou o jogo UMA vez, eu joguei 10, 100, MIL VEZES, QUEM É VOCÊ PRA FALAR ALGUMA COISA etc etc etc, em suma - uma chatice sem tamanho.
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Re: Sábado - 31/janeiro

Mensagem por Pedro em Qui Fev 05, 2015 5:41 pm

@Gustavo escreveu:Eu joguei dois jogos na casa paternal do Trentini: Spyrium e Trentini.

Sobre o primeiro muito foi falado, e Bruno com sua perspicaz descoberta das origens do Spyrium Girium, venceu, comigo em segundo. Claro que ser baseado em uma música do Jorge Ben é coisa fina, Jorge Ben (pré Jorge Ben Jor) é excelente. Mas voltemos ao jogo. Muito diferente do Caylus, e muito bem bolado. Ao contrário de certos designers que sempre fazem o mesmo jogo, mas com variações - cof cof Agricola cof cof, desculpem, espirrei - o W. Attia demorou, mas fez um jogo que, se não fosse dito, ninguém suporia que veio da mesma mente daquele que criou o maior workplacement da história, apesar do que dizem os rebeldes.  Very Happy

Blah blah blah Ora e Labora blah blah blah Caverna blah blah blah o melhor é etc etc etc... pronto, economizei várias respostas!  Razz


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