Sexta, 21 de novembro de 2014

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Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Rafaelfo em Dom Nov 23, 2014 4:41 pm

Olá pessoal!

Esta sexta em que os motores estavam prontos para roncar em pistas estadunidenses de Stock Car, acabou que houveram conflitos galáticos e construção de cidades medievais, mas nada de corridas. O que joguei:

Exodus: Proxima Centauri (Fabiano, Hélio, Henrique e eu - 3h35m)
Estreamos nossa exploração nos confins da galáxia onde a civilização humana habita novos planetas após a terra não estar mais habitável. Claro que com isso diferentes facções humanas entram em conflito entre si e pronto, está posta a mesa para a disputa. Este jogo possui diversas similaridades com elementos do Eclipse e também do Twilight Imperium. Ainda assim ele consegue se destacar em suas mecânicas para oferecer ainda uma experiência diversa em relação aos seus semelhantes. Para um overview, melhor citar o BGG: In Exodus: Proxima Centauri, the six factions fight for dominance in an epic empire-building game, striving to build a new human empire on the ashes of the Centaurian civilization. Each player will build his own space fleet of customized ships and conquer new planets, fight the Centaurian Resistance and the other players, negotiate and vote for political decisions, research Centaurian technologies, and much more. Bem... o jogo acontece por 7 turnos (ou nove quando jogarmos o modo avançado) e em cada turno existem fases distintas: Upkeep, onde exploramos recursos dos planetas e pegamos grana e outros materiais (é legal que os recursos são finitos!); Council, onde leis aparecem para serem votadas e é definido a ordem de jogo, através de títulos, tudo isso através de leilões; Action, onde cada facção executa duas ou mais ações que vão podem ser produzir naves, desenvolver tecnologias, minerar para habilitar mais recursos nos planetas, pegar grana do banco, fazer trocas comercias e comprar upgrades para naves; Fire weapons of mass destruction, onde mísseis imensos são lançados para destruir recursos ou populações de planetas ou até planetas inteiros; e finalmente o Conquest Stage onde movimentamos nossas naves com uma mecânica de movimento simultâneo muito interessante e resolvemos possíveis combates contra elementos do tabuleiro ou outros jogadores. Ufa.
Em nossa partida dois setores da galáxia ficaram bem delineados: um com conflitos constantes entre o Fabiano e o Hélio e outro entre o Henrique e eu. O Fabiano conseguiu explorar bem planetas vizinhos ao seu e o Hélio também estava com uma política expansionista, sendo assim não demorou muito para ambos se engalfinharem em escaramuças diversas. Entre o Henrique e eu ocorreu um grande conflito na terceira rodada onde nós dois perdemos TODAS nossas naves, primeiro ele destruindo as minhas e depois ele perdendo sua última para uns NPCs que guardavam o território em questão. Porém consegui reaver minha frota de maneira mais rápida nos próximos turnos e acabei conquistando outros planetas e minando o crescimento do Henrique. Mais para o fim os conflitos pareciam que tomariam proporções ainda maiores, porém algumas leis entraram em jogo (através das votações na fase de conseglho) e frearam bem a escalada por frotas maiores e melhores. Assim, posto que eu estava com uma boa frota construída e equipada antes destas leis, consegui um bom avanço clamando mais planetas e destruindo mais NPCs sem muita oposição. No último turno, as tecnologias apontavam para intensos disparos de mísseis contra planetas, porém uma lei vetou a compra de mais mísseis e isso garantiu a sobrevivência de bilhões de pessoas. Então alguns movimentos culminaram em mais conflito entre minhas naves e as do Henrique e entre as do Fabiano e Hélio. Também houve a tentativa de dominar um território central que vale mais pontos por três facções de uma só vez: os já conflitantes Fabiano e Hélio, e eu. Dali acabou que eu perdi rapidamente minha nave mas sem antes danificar uma nave do Fabiano (que ficou puto, não só bravinho, pois achou que ia perder, que ia ficar em último, blablabla) e depois o Hélio acabou levando a melhor sobrando com uma nave e clamando o território. Movimentos e conflitos resolvidos, fomos à contagem de pontos, que se dá por planetas conquistados, naves dominando os tiles de planetas, cartas dos NPCs derrotados e mais umas coisinhas: Rafael 66, Fabiano 39, Hélio 34 e Henrique 18.
Foi uma boa partida e o jogo é uma opção válida ao Eclipse e TI. Gostei, mas com apenas esta partida não consigo formular exatamente meu conceito sobre ele. Já me candidato para outra, quiça até o fim do ano. Também fiquei um pouco triste com o que aconteceu com o Henrique que a partir do quarto turno ficou com opções bem limitadas no jogo e sem muita chance de reviravolta.

Tasnia (Osmar, Luis e eu - 65 minutos)
E depois fechamos com este aqui onde optamos pela sugestão de regra do próprio designer onde cada construção completa permite a compra de uma carta a mais. A partida foi ok, mas sinceramente achei que esta regra estraga um pouco por dois motivos mais aparentes: as construções grandes, um possível segmento interessante e divertido no jogo, ficam subvalorizadas, e no fim da partida não é difícil cada um encher a mão até 10+ cartas e com isso fica muito mais simples comprar tiles, inclusive com cartas especiais que começam a se proliferar em nossas mãos. Fechamos com Rafael 88, Osmar 67 e Luis 63.

E só.
Abraço!

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por tiagovip em Seg Nov 24, 2014 9:22 am

@Rafaelfo escreveu:Exodus: Proxima Centauri (Fabiano, Hélio, Henrique e eu - 3h35m) (...) Movimentos e conflitos resolvidos, fomos à contagem de pontos, que se dá por planetas conquistados, naves dominando os tiles de planetas, cartas dos NPCs derrotados e mais umas coisinhas: Rafael 66, Fabiano 39, Hélio 34 e Henrique 18.

Dios mio! Só a diferença entre o Rafael e o Fabiano dá 2 Henriques!


@Rafaelfo escreveu:Tasnia (Osmar, Luis e eu - 65 minutos)
E depois fechamos com este aqui onde optamos pela sugestão de regra do próprio designer onde cada construção completa permite a compra de uma carta a mais. A partida foi ok, mas sinceramente achei que esta regra estraga um pouco por dois motivos mais aparentes: as construções grandes, um possível segmento interessante e divertido no jogo, ficam subvalorizadas, e no fim da partida não é difícil cada um encher a mão até 10+ cartas e com isso fica muito mais simples comprar tiles, inclusive com cartas especiais que começam a se proliferar em nossas mãos.

Pois é, vimos o mesmo. Mas ainda acho uma boa regra, mas aplicamos um limite em nossa partida: 2 cartas extras. Assim, o máximo que alguém comprava era até 8 cartas, o que não beneficia tremendamente alguém fazendo várias construções pequenas, e nem ferra com alguém investindo num imenso castelo.

Abs,

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Reffip em Seg Nov 24, 2014 9:29 am

@Rafaelfo escreveu:

Tasnia (Osmar, Luis e eu - 65 minutos)


Curti o jogo, mas acho que essa partida foi muito longa né? Quero tentar de novo, com menos ap na mesa e sem essa regra opcional aí. Aí sim faremos belíssimas construções e não esses barraquinhos desta partida!  Smile

Além desse joguei o Russian Railroads com o Trentini, Geovanni e Marina. Jogo que achei sensacional. Tive uma dificuldade grande em entender a contagem da pontuação, mas logo a gente vai aprendendo a dominar a maquininha de fazer pontos. Nesta partida, percebi que não se pode espalhar demais e é necessário melhorar o foco. Forcei um poucos nos objetivos de fim de jogo e isso me garantiu um terceiro lugar. o Trentini deve ter as pontuações e um relato mais detalhado para colocar aqui!

Depois rolou uma partida polemica de The Resistance: Avalon. Gostei bastante, mas é o tipo de jogo que é para ser curtido pela diversão em jogar, e não pelo resultado final. Porque ele pode ser BEM injusto! hahaha

E seguimos em clima polemico com duas partidas de Mascarade. A primeira com regras Perretianas, que implicam em executar a ação de "troca" de cartas sempre que seu personagem for revelado por alguma outra ação. Depois de uma divisão na avaliação da qualidade dessa regra, resolvemos fazer uma segunda partida com as orientações oficiais, porem caímos na tentação de trocar alguns personagens, o que deu uma cagada geral no jogo.  No 


E foi isso! Rafael honrou o compromisso de levar o Thunder Alley, mas ficará para uma próxima.

Um abraço e obrigado por mais uma noite divertida!

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Rafaelfo em Seg Nov 24, 2014 9:49 am

@Reffip escreveu:
@Rafaelfo escreveu:

Tasnia (Osmar, Luis e eu - 65 minutos)


Curti o jogo, mas acho que essa partida foi muito longa né? Quero tentar de novo, com menos ap na mesa e sem essa regra opcional aí. Aí sim faremos belíssimas construções e não esses barraquinhos desta partida!  Smile
Haha, no Tasnia o AP não foi meu, para que fique claro...

Já no Exodus, APzei, confesso... mas teve uma hora que eu fui lá comprar um lanche no Cusco e voltei e ainda não era minha vez, então não deveria levar o troféu isolado! haha.

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por doizinho em Seg Nov 24, 2014 10:11 am

Joguei o Exodus que o Rafael já comentou aí e digo que gostei do jogo. Na verdade seria melhor se o jogo fosse um pouquinho mais curto. Agora tendo visto o negócio funcionando eu cuidarei para, no futuro, alertar melhor os jogadores pra que não ocorram desequilíbrios como os que ocorreram nessa partida.

Depois joguei com o Hélio e Henrique uma partida de Legends of Andor. Fomos no cenário 3 e tivemos uma bela vitória. Na rodada final, mesmo sob o efeito de um feitiço de enfraquecimento, conseguimos destruir o mago Valkor sem dó.

Foi isso aí, boas partidas.

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por doizinho em Seg Nov 24, 2014 10:13 am

@Rafaelfo escreveu:
@Reffip escreveu:
@Rafaelfo escreveu:

Tasnia (Osmar, Luis e eu - 65 minutos)


Curti o jogo, mas acho que essa partida foi muito longa né? Quero tentar de novo, com menos ap na mesa e sem essa regra opcional aí. Aí sim faremos belíssimas construções e não esses barraquinhos desta partida!  Smile
Haha, no Tasnia o AP não foi meu, para que fique claro...

Já no Exodus, APzei, confesso... mas teve uma hora que eu fui lá comprar um lanche no Cusco e voltei e ainda não era minha vez, então não deveria levar o troféu isolado! haha.
Pare de mentir, quando você saiu pra comprar o cachorro quente tava rolando uma série de combates, que são apenas rolagens de dados, não teve nada de AP fora o seu.

Mas pra ser justo, eu entendo o AP do Rafaelfo, deve ser difícil jogar o Exodus e ainda prestar atenção no jogo que ocorre ao lado.

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por tiagovip em Seg Nov 24, 2014 10:23 am

Olá, pessoas!

Nesta sexta, na Lambda, ocorreu nossa jogatina de sexta. O que eu joguei foi:

- Tasnia (Libonati, Luiz e eu) - jogamos com a regra sugerida de comprar 1 carta extra por construção completa e o limite de 2 peças adquiridas por turno do jogador (de forma a contrapor um pouco a sorte na compra de cartas). Vimos, lá pela metade da partida, que 1 carta a mais por construção completa é forte demais, principalmente porque pesa contra quem tenta fazer uma construção maior, então limitamos o adicional para até o máximo de 2 cartas de bônus (ou seja, ao final do turno, compra até completar 8 cartas), e se o Barão estiver acomodado, vai até 9 cartas. Na partida, o Libonati focou-se em uma imensa construção de pedra, tendo problemas para concluir uma segunda feita de madeira, pela falta de uma porta. O Luiz estava com dificuldades em completar suas construções e perdeu o ritmo de compras, ficando bem para trás. Eu fiz, inicialmente, várias construções menores, para obter o benefício das cartas extras, e consegui adquirir várias peças especiais. Poderíamos ter encerrado o jogo bem cedo, pois as aquisições concentraram-se principalmente em duas pilhas. Porém, decidi não acabar e deixar o Libonati e o Luiz brincarem mais. Nisso, fomos até a última peça de quase todas as pilhas - ao final, usamos 70 das 72 peças que tem no jogo! O Libonati fez o maior castelo da que vi, com 16 peças e mais um jardim. Eu tinha construções menores, mas quase todos compostas de pelo menos 4 peças, exceto a minha loja de chocolates finos, feita inteiramente de peças especiais - muito chique! Venci com 104 pontos, contra 95 do Libonati;

- The Resistance: Avalon (Trentini, Osmar, Geovanni, Libonati, Luiz e eu) - contra meu melhor juízo, fui jogar o Resistance, pois a promessa era que o Avalon traz várias melhorias. A primeira é o Merlin, uma mecânica que, primeiro, vem para trazer um pouco mais de sentido ao jogo, mostrando algo que o mais apopléticos dos defensores do jogo base nunca admitiam: que não há elementos suficientes durante uma partida para avaliar com algum grau razoável de precisão quem é o que. Então o Merlin sabe quem os traidores são. Para contrapor isso, ao final da partida, mesmo que os leais cumpram as missões necessárias, os traidores, caso acertem quem o Merlin é, são o que realmente vencem. Ou seja, jogando em 6, mesmo que os traidores façam tudo errado na partida, e mesmo com o Merlin sendo um "mago" em se esconder, os traidores ainda terão 25% de ganhar a partida. Nossa, que mecânica "legal". Bem, na partida, saí com o Merlin, e pude ter uma visão privilegiada: sabendo quem era quem ali, consegui acompanhar com precisão todos os argumentos lógicos dos leais para tentar descobrir os traidores. Nas duas primeiras missões, os leais foram bem sucedidos. As duas seguintes falharam. O Trentini bufava que sabia com certeza quem eram os traidores (nota: ele estava 50% errado) e dava de dedo no Libonati e no Osmar. Infelizmente, o Osmar e, principalmente, o Luiz, dois leais, estavam mais calados. Para o Osmar foi problemático pois o Libonati e o Geovanni, vendo que o Trentini estava equivocado em suas acusações, deram mais corda para ele se enforcar, daí o Trentini votava sempre contra os times que envolviam o Osmar. O quase silêncio do Luiz ainda jogou-me parcialmente aos leões, já que com só o Trentini e eu discutindo (a, ao invés de acusar alguém, passei mais tempo tentando mudar as ideias teimosas do Trentini), e o Trentini claramente errando em suas conclusões, sobrava só eu para o papel de Merlin (o Geovanni não tinha certeza do meu papel, mas o Libonati estava de olho e eu certamente seria acusado por ele ao final, tornando, assim, toda a coisa de discutir, decidir missões e basicamente a reta final toda, num exercício de futilidade). Enfim, com o Trentini negando tudo com o Osmar, chegamos à 5a escolha seguida sem acordo, e tivemos de aceitar uma missão com um traidor (o Geovanni; eu votei contra, pois tanto fazia perder por desacordo ou por missão falhada). Claro, a missão falhou e os traidores venceram. Da minha posição, sabendo tudo, foi uma partida miserável de ruim, onde vi de 1a mão que a maioria dos argumentos são berros e suposições quebradas. Basicamente detestei a inserção do Merlin, ao menos em 6 pessoas. Talvez em 10, com outros papeis juntos, a coisa toda melhore. Até lá, o Avalon conseguiu o feito de parecer a mim pior do que o jogo base;

- Mascarade x2 (Trentini, Osmar, Geovanni, Libonati, Luiz e eu) - foram duas partidas. Na primeira, com os personagens padrão e minha regra para uso de personagem previamente revelado, a partida foi bem disputada e uns desafios divertidos. O Libonati e o Giovani ficaram várias vezes perto de vencer, e eu tive a chance de ganhar, pois tinha o Juiz e o Libonati fingira trocar comigo seu personagem comigo, mas não o fizera, então, tivesse apostado que ainda tinha o Juiz, venceria. Com várias moedas esperando pelo Luiz, este ficou bem visado, e envolveu as trocas do Luiz, do Osmar e do Geovanni. Isso deu a abertura que o Trentini precisava para anunciar pela segunda vez seguida que tinha o Rei e vencer o jogo, com 14 dinheiros. Na segunda partida, trocamos alguns personagens e incluíamos os dois Camponeses e a o Bufão. Fomos com as regras originais, e em grande parte por causa dos dois Camponeses (mas não exclusivamente), a partida foi uma bosta, basicamente sem desafios importantes e nem emoção. O Trentini, usando o Camponês várias vezes, ganhou fácil, chegando a 13 dinheiros;

- CO₂ (Geovanni, Libonati, Trentini e eu) - após meros 20 meses de minha última partida, consegui colocar este jogo na lista de pedidos express. Depois de reaprender o jogo (foi bom que o Geovanni e o Trentini estavam aprendendo) fomos tentar salvar o mundo com energias limpas e renováveis. O começo foi tranquilo - mesmo com as usinas energéticas sujas vindo em certo peso, não havia uma ameaça forte a princípio da concentração de 500ppm de carbono no ar. Eu demorei um tempo na primeira rodada para lembrar do encaminhamento do jogo, mas logo tudo clicou e iniciei no reflorestamento. Junto disso investi no conhecimento do uso da biomassa e mantive-me na liderança do conhecimento dessas duas matrizes energéticas. O Geovanni e o Trentini estavam um bom tanto perdidos nas escolhas das ações e, principalmente, do timming dessas. Assim, o Libonati e eu controlamos as ações e fizemos as primeiras construções. Consegui usar minhas cartas iniciais cedo, para consegui um importante influxo de dinheiro e recursos em pesquisa e desenvolvimento. Cometemos alguns enganos no posicionamento das proposições de projetos, mas os corrigimos a tempo. Ao final da segunda rodada (de 4), a poluição passou dos 450ppm e houve preocupação. Mas reduzimos a poluição fazendo usinas sustentáveis na África e na Oceania, onde ocorreram substituições das antigas e poluentes. Na reta final, estava claro que a disputa era entre o Libonati e eu, que abrimos larga vantagem ao começar a atender as demandas da ONU. O Geovanni e eu nos ajudamos em duas conferências e, isto, junto à de Kyoto em que me uni ao Trentini, deu-me condições de avançar em quase todas as linhas de conhecimento, exceto a de reciclagem, que avancei pouco (basicamente só o suficiente para poder construir uma usina do tipo). Na rodada final, sem mais a ameaça da poluição, quase que somente novos projetos foram apresentados, exceto uma solar, a qual desenvolvi o projeto, para ganhar mais expertise em pesquisa - o Geovanni acabou construindo essa usina. No final, ganhei os bônus de pesquisa e das metas da ONU, e fechei na frente, com 124 pontos, seguido pelo Libonati, com 102.

E foi isso!

Abs,

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por tiagovip em Seg Nov 24, 2014 10:24 am

@doizinho escreveu:Mas pra ser justo, eu entendo o AP do Rafaelfo, deve ser difícil jogar o Exodus e ainda prestar atenção no jogo que ocorre ao lado.

Na face!

Kick Butt

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Rafaelfo em Seg Nov 24, 2014 10:37 am

@doizinho escreveu:
@Rafaelfo escreveu:
Já no Exodus, APzei, confesso... mas teve uma hora que eu fui lá comprar um lanche no Cusco e voltei e ainda não era minha vez, então não deveria levar o troféu isolado! haha.
Pare de mentir, quando você saiu pra comprar o cachorro quente tava rolando uma série de combates, que são apenas rolagens de dados, não teve nada de AP fora o seu.

Mas pra ser justo, eu entendo o AP do Rafaelfo, deve ser difícil jogar o Exodus e ainda prestar atenção no jogo que ocorre ao lado.
Ah, de fato estavam rolando combates... mas veja, fui lá e voltei de maneira rápida visando não criar uma situação chata pela minha demora! Me preocupo com isso, acredite ou não, hehe.
E sobre as demorar na escolha das ações, a maioria das vezes que demorei foi mais para o fim pois buggei a parada e não tinha muito o que fazer... ai ficava tentando achar solução, sem sucesso. :/ Já a retirada de atenção devido ao Tasnia e ao Ruassian Railroads, não sei o que falar sobre, mas não foram causas de AP... :/

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por libonati em Ter Nov 25, 2014 2:05 pm

Nessa sexta joguei como há tempo não jogava.

Começamos, eu Perreto e Luiz, com uma partida épica de Tasnia que durou 100 minutos... jogamos até o antepenúltimo tile, uma escolha nossa mesmo, pois o jogo poderia ter terminado em 30 minutos no máximo. Realmente o jogo me agradou como imaginei que agradaria, embora um manual mal escrito e variantes que vieram para consertar certas coisas, mas estragar outras faz com que a experiência toda não seja tão boa quanto poderia ser. Vejo potencial de ser um ótimo jogo, mas ainda precisa ser lapidado melhor, seja pelo designers ou por nossos colegas de grupo que sabem consertar um molho!

Depois mais uma chancezinha para o the resistance, agora na versão Avalon. Acho um jogo divertido, de berrar, acusar e xingar os outros, mas não é algo profundo o suficiente para que se dê tempo de dirimir as suspeitas e buscar claramente um traidor. Cada um age de um jeito extremamente subjetivo e todos os demais pautam suas lógicas também subjetivas nessas atitudes nem sempre embasadas conforme você embasaria se tomasse a mesma atitude... o que podemos resumir como um tipo de blefe, um dos elementos do jogo. Mesmo assim, um jogo mto melhor que mtos fillers de rolar dado e destruir cidades que existem por ai. Nesta partida eu e Geovanni eramos os traidores da távola redonda. Eu puxei a responsabilidade para mim e deixei bem claro minha trairagem justamente para alimentar as suspeitas que o Alexandre começava a ter do Osmar, que me acompanhou na primeira missão! Então eu votava sempre de acordo com o que achava que o Osmar iria votar e sempre o colocava no meu time. O Perreto era claramente o Merlin tanto por recusar meus times com umas desculpas esfarrapadas, quanto pela cara que fazia quando o Trentini acusava erroneamente o Osmar... realmente mto engraçado! Jogamos num número meio ruim de jogadores e com dois novatos no assunto, Osmar e Luiz, que não falavam muito, então a coisa perdeu um pouco da magia, mas mesmo assim foi divertido!
Claramente o jogo não merece ser um top 50 do BGG, talvez nem top 500, mas tá lá, firme e forte.

Depois uma nova chancezinha para o Mascarade e devo dizer que gostei mais do jogo dessa vez. Legalzinho, desde que jogado com o mod Perrético e não com as regras originais que tiraram completamente a graça da coisa. Colocar os peasants numa segunda partida foi um erro, mas acho que não seria muito diferente se fossem outros personagens. A segunda partida foi um mascarade sem máscaras, pois sabíamos quem era o que e mesmo com as trocas rolava uma chance de 50% de se saber onde tal carta estava e quando um fulano anunciava tal carta apenas ciclano, que trocara de cartas com ele anteriormente, poderia desafiar, sendo que a beltrano nada restava senão assistir a coisa toda, pois todos sabiam que ele não poderia ser tal personagem, que apenas poderia estar nas mãos de fulano e ciclano! Enfim, sem graça!

Por último, a cereja do bolo, o CO2. Há muito não o jogava e atendendo um pedido especial do meu amigo Perreto, bem como tentando atender a lista de jogos pautados pelo amigo Trentini para conhecer neste ano, reli as regras e o levei para ser degustado. Por sorte, Geovanni se juntou a nós na mesa! O Perreto já disse tudo sobre a partida, mas apenas gostaria de dizer aqui que este é realmente um jogo que muito me agrada, acho a perversidade sutil as mecânicas bastante interessante e a necessidade de analisar o que fazer e quando é muito sagaz!

Foi isso... obrigado a todos e até um relance na próxima Lúdica ou então apenas dia 12/12!

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Binderman em Ter Nov 25, 2014 2:14 pm

@libonati escreveu:
Depois mais uma chancezinha para o the resistance, agora na versão Avalon. Acho um jogo divertido, de berrar, acusar e xingar os outros, mas não é algo profundo o suficiente para que se dê tempo de dirimir as suspeitas e buscar claramente um traidor. Cada um age de um jeito extremamente subjetivo e todos os demais pautam suas lógicas também subjetivas nessas atitudes nem sempre embasadas conforme você embasaria se tomasse a mesma atitude... o que podemos resumir como um tipo de blefe, um dos elementos do jogo. Mesmo assim, um jogo mto melhor que mtos fillers de rolar dado e destruir cidades que existem por ai. Nesta partida eu e Geovanni eramos os traidores da távola redonda. Eu puxei a responsabilidade para mim e deixei bem claro minha trairagem justamente para alimentar as suspeitas que o Alexandre começava a ter do Osmar, que me acompanhou na primeira missão! Então eu votava sempre de acordo com o que achava que o Osmar iria votar e sempre o colocava no meu time. O Perreto era claramente o Merlin tanto por recusar meus times com umas desculpas esfarrapadas, quanto pela cara que fazia quando o Trentini acusava erroneamente o Osmar... realmente mto engraçado! Jogamos num número meio ruim de jogadores e com dois novatos no assunto, Osmar e Luiz, que não falavam muito, então a coisa perdeu um pouco da magia, mas mesmo assim foi divertido!
Claramente o jogo não merece ser um top 50 do BGG, talvez nem top 500, mas tá lá, firme e forte.

Concordo com tudo, principalmente com a frase em negrito que só um advogado poderia escrever. Shocked

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Reffip em Ter Nov 25, 2014 5:07 pm

@libonati escreveu:Osmar e Luiz, que não falavam muito, então a coisa perdeu um pouco da magia, mas mesmo assim foi divertido!

@tiagovip escreveu:Infelizmente, o Osmar e, principalmente, o Luiz, dois leais, estavam mais calados. 

E eu sai achando que tinha falado demais! hehehehe. Realmente esses jogos de levantar a voz e apontar o dedo não são muito pra mim.  Neutral

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Gustavo em Ter Nov 25, 2014 6:15 pm

@libonati escreveu:Mesmo assim, um jogo mto melhor que mtos fillers de rolar dado e destruir cidades que existem por ai.

O ódio arraigado que o Libo sente pelo King of Tokyo é tão forte que é possível enxergar a baba escorrendo pela boca de nosso amigo e, ao cair na mesa, corroendo-a como se fosse um ácido. Mad

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Rafaelfo em Ter Nov 25, 2014 7:03 pm

Fico tão feliz que eu não seja o único a argumentar de maneira não-positiva do jogo supra citado sobre uma tal resistência!


Última edição por Rafaelfo em Qua Nov 26, 2014 6:28 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Luiz em Qua Nov 26, 2014 7:56 am

@Rafaelfo escreveu:
@Reffip escreveu:
@Rafaelfo escreveu:

Tasnia (Osmar, Luis e eu - 65 minutos)


Curti o jogo, mas acho que essa partida foi muito longa né? Quero tentar de novo, com menos ap na mesa e sem essa regra opcional aí. Aí sim faremos belíssimas construções e não esses barraquinhos desta partida!  Smile
Haha, no Tasnia o AP não foi meu, para que fique claro...

Já no Exodus, APzei, confesso... mas teve uma hora que eu fui lá comprar um lanche no Cusco e voltei e ainda não era minha vez, então não deveria levar o troféu isolado! haha.

Pô, eu estava tão entretido com o jogo que nem percebi que tinha feito tanto AP assim! Vou tomar mais cuidado da próxima vez.

Do Tasnia em si, é claro que gostei bastante do jogo, visto que quis jogar duas vezes na mesma noite. Ainda  assim, concordo que a arte do jogo podia ser muito melhor (especialmente considerando o tema), e concordo também com os comentários que o Libonati fez sobre o manual e as regras deficientes. Mas topo jogar sempre que tiver oportunidade.

Fora isso, eu já tinha visto um vídeo sobre o The Resistance e o Avalon, e fiquei interessado em jogar. Gostei da experiência, mas as críticas que o Perreto fez ao jogo, logo depois que terminamos a partida, me pareceram pertinentes: a análise lógica das jogadas acaba não sendo tão importante quanto os blefes, e os blefes dependem mais de atitude do que de raciocínio lógico. E a função do Merlim me pareceu fraca mesmo: a única vantagem de ser Merlim é saber quem não deve ser escolhido nas missões; de outro lado, os traidores ganham uma chance razoável de vencer só no chute - ao menos se o Percival não estiver no jogo (como foi o caso), conforme o Trentini explicou. Talvez seja possível aumentar o papel das deduções lógicas no resultado se todo mundo jogar sério e os jogadores falarem um de cada vez. Mas o problema é que, nesse caso, o jogo ficaria menos animado e divertido. Eu falei pouco porque achei que já havia muito barulho e conversas cruzadas, mas, se ficasse todo mundo em silêncio enquanto só um fala, não haveria tantas disputas que acabavam em risadas Very Happy

Enfim, o Avalon é um jogo que eu toparia jogar de novo sem problema nenhum, embora ele não seja tão "totalmente excelente" como eu pensava só com base no vídeo.

Gostei também do Masquerade, apesar de ter sido mesmo um erro colocar os Peasants na segunda partida, conforme já comentado. Mas esse é  um problema sem importância, pois trata-se de um erro que não será repetido.

P.S. Eu ia levar uns cartões da Curitiba Lúdica para deixar na cantina do Politécnico, mas acabei me esquecendo! Se tiver cartões para distribuir na sessão de jogatina no Gaimz, eu levo alguns.

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por geovanni em Qua Nov 26, 2014 6:13 pm

A verdade eh que eu enganei todo mundo no avalon
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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Reffip em Qua Nov 26, 2014 6:18 pm

@geovanni escreveu:A verdade eh que eu enganei todo mundo no avalon

Canalha. Ninguém acreditou em mim quando tentei te por na fogueira. Sad

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por tiagovip em Qua Nov 26, 2014 6:31 pm

@Reffip escreveu:
@geovanni escreveu:A verdade eh que eu enganei todo mundo no avalon

Canalha. Ninguém acreditou em mim quando tentei te por na fogueira. Sad

Eu comentei depois com o Trentini qual era a razão dele para ele não acreditar em mais ninguém na mesa, já que ele sabia que alguém ali era o Merlin. Não houve explicação.

Abs,

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por geovanni em Qua Nov 26, 2014 10:59 pm

A unica explicaçao eh que eu enganei todo mundo
Esse jogo eh mto bom, como vcs nao curtiram?

na sexta joguei tambem o russian railroads, e que jogo irado. Ganhei por 6 pontos. Investi em engenheiros (terminei com tres) e na industria. Terminei com os dois marcadores no fim da trilha. A estrategia foi vencedora mas 6 ptos de diferença eh pouco, uma jogada errada e eu perdia

joguei também o mascarade, que eh mto bom pois acrescenta a necessidade de mwmorizar as cartas de todos. Qdo eu li achei que seria tosco mas na real eh mto bom e mto divertido

no fim fechamos com o co2. E que jogo complicado hahaha. Ateh eu entender que as tecnologias que garantiam dinheiro eu ja tinha me ferrado. E foi foda vislumbrar como a mecanica gerava pontos, pois vc nao tem nada seu no tabuleiro, tem que pensar diferente. Na proxima vez sera melhor

Obrigado aos envolvidos


Última edição por geovanni em Qui Nov 27, 2014 8:45 am, editado 1 vez(es)
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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Rafaelfo em Qua Nov 26, 2014 11:14 pm

Que ótimo que o pessoal está curtindo o Russian Railroads! Vou aproveitar o hype e levá-lo mais vezes por estas semanas, hehe.

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Trentini em Qui Nov 27, 2014 8:39 am

Bem, vou dar meu relato sobre os jogos que joguei:

Russian Railroads (Eu, Marina, Osmar, Geovanni) - Na primeira tentativa chegamos na terceira rodada e a Marina perguntou porque todos nós tinhamos tanto trabalhador e ela não, aconteceu que ela só estava usando 3 trabalhadores ao invés de 5, como já haviam passado 3 rodadas decidimos que o ideal seria começar tudo de novo, não tinha como remediar tal falha de forma satisfatória. Reiniciar se mostrou uma coisa bem eficiente para todo mundo que ainda não conhecia o jogo (o Osmar e a Marina), pois todos aprenderam melhor as melhores jogadas nas primeiras rodadas.

O ouro e os cientistas foram muito disputados o jogo inteiro e os trens e fábricas foram igualmente disputados, chegaram a acabar no começo da última rodada, o que tornou a partida ainda mais tensa.

Eu me concentrei na ferrovia de Moscow-Kiev e depois em Moscow-St.Petesburg enquanto a maioria se concentrou na Trans siberiana (Moscow-Vladvostok). Eu e o Geovanni nos concentramos na produção industrial, o Geovani ainda mais que eu quando criou o segundo marcador de indústria, a Marina depois investiu bastante em Moscow-Kiev e o Osmar manteve-se firme e forte na Trans Siberiana, mas todos avançaram relativamente em suas indústrias, um dos motivos pelos quais os trens e fábricas esgotaram.

No fim o Geovanni se mostrou bem eficiente com seus dois marcadores de indústria e trilhos com bitola larga (os beges) na Trans Siberiana, mais que isso, foi quem tinha mais cientistas. A Marina ficou logo atrás, cumprindo dois objetivos de fim de jogo, o Osmar em terceiro também cumprindo 2 objetivos finais de jogo e eu em último, que acabei não pegando objetivo de final de jogo por priorizar um combo que me valeu de muitos pontos na hora, mas que não se mostrou eficiente até o fim da partida.

Geovanni - 366
Marina - 360
Osmar - 329
Alexandre - 323

The Resistance: Avalon (Eu, Perretto, Osmar, Luis, Libonati, Geovanni) - Jogamos em número par, que não é o mais indicado para esse jogo, mas gostei da partida, apesar de alguns torcerem o nariz, a verdade é que o jogo se mostra suficientemente divertido mesmo com todos os problemas apontados, o objetivo do jogo é aumentar de forma intensa a interação entre os jogadores e esse objetivo o jogo consegue fazer com primor. Eu devo apontar o mérito principalmente para o Geovanni que conseguiu me enganar e acabou me jogando contra os outros, pensei que ele fosse o Merlin e nada conseguiu me tirar do pensamento contrário, entretanto fui enganado e isso custou a partida.

Mascarade x2 (Eu, Osmar, Luis, Libonati, Perretto, Geovanni) - A primeira partida com os personagens sugeridos para o número de participantes e regras perreteanas, foi uma boa partida, venci com o rei quando ninguém se tocou que eu podia vencer. A segunda partida fizemos algumas alterações, os peasants se mostraram complicados de jogar em 6 jogadores e para piorar usamos as regras normais do jogo, o que torna o jogo um pouco mais previsível, quase tanto quanto o COUP mas acelera a partida bastante, venci também usando um bispo depois de pegar muito dinheiro com o camponês.

CO2 (Eu, Libonati, Perretto, Geovanni) - Foi uma partida de aprendizado para mim, tentei investir nos projetos de reflorestamento, mas demorei um bocado para concretizar alguns projetos e construir as primeiras fábricas, tive problemas iniciais no timming das ações e isso se deve ao fato de eu estar conhecendo o jogo ainda, mesmo assim fiquei bem satisfeito com o jogo, ele é bem interessante e tem uma mecânica bem diferente de outros jogos que conheço.

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por Luiz em Qui Nov 27, 2014 9:49 am

@geovanni escreveu:A unica explicaçao eh que eu enganei todo mundo
Esse jogo eh mto bom, como vcs nao curtiram?

na sexta joguei tambem o russian railroads, e que jogo irado. Ganhei por 6 pontos. Investi em engenheiros (terminei com tres) e na industria. Terminei com os dois marcadores no fim da trilha. A estrategia foi vencedora mas 6 ptos de diferença eh pouco, uma jogada errada e eu perdia

joguei também o mascarade, que eh mto bom pois acrescenta a necessidade de mwmorizar as cartas de todos. Qdo eu li achei que seria tosco mas na real eh mto bom e mto divertido

no fim fechamos com o co2. E que jogo complicado hahaha. Ateh eu entender que as tecnologias que garantiam dinheiro eu ja tinha me ferrado. E foi foda vislumbrar como a mecanica gerava pontos, pois vc nao tem nada seu no tabuleiro, tem que pensar diferente. Na proxima vez sera melhor

Obrigado aos envolvidos

Epa, eu curti, sim! Apenas achei que a análise das jogadas e dos argumentos tinha um papel maior do que a leitura psicológica dos jogadores. E eu fui um daqueles que você enganou, realmente. Comecei confiando no Osmar, depois fiquei na dúvida. Comecei desconfiando do Perreto, depois concluí que ele era aliado. Mas, de você, não desconfiei nenhuma vez...  Estúpido

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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

Mensagem por geovanni em Qui Nov 27, 2014 10:53 pm

Hahahahha. Muito bom

Mas acho que o avalon eh mto melhor qdo vc eh o traidor
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Re: Sexta, 21 de novembro de 2014

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