Sábado - 06/setembro

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Sábado - 06/setembro

Mensagem por tiagovip em Dom Set 07, 2014 1:19 pm

Olá, pessoas!

Neste sábado, sedento por ter passado a sexta em branco, coloquei um velho conhecido na mesa para aplicar algumas das alterações que pensei:

Elder Sign x2 (eu) - foram duas partidas. Na primeira, apliquei a modificação de aplicar um novo Mythos a cada 2 jogadas (ao invés de quatro), efetivamente dobrando os efeitos deles em jogo. Foi um massacre.

Começo da primeira partida:




Joguei com o Mark Harrigan e a Marie Lambeau. Iniciei com a impressão de que a habilidade da Marie (gastar 3 de troféu e mudar um dado para qualquer face) dava de dez na do Mark (fazer as missões com flecha na ordem que quiser). Só que não foi isso que ocorreu na partida: o Mark mandou ver a todo momento, livrando-os das perigosas missões de flecha, enquanto, com a Marie, iniciei mal, daí tive que ir atrás de itens para ela no Achados & Perdidos, e, depois, optei por fechar os Primeiros-Socorros para que a trilha de destruição do Tsathoggua não avançasse em dois, o que, em retrospecto, foi uma decisão razoável que trouxe-me problemas, pois a Marie teve sua sanidade bastante abalada e, sem ter como tratá-la, precisei evitar de ir em várias missões com ela, só indo nas que pareciam mais fáceis e, desse modo, pouco fiz com a habilidade dela. Com o Mark, como disse, foi outra história, mas diante do avanço inabalável e acelerado do Tsathoggua, não tive opção além de ir, mesmo com poucas chances, em missões que davam símbolos anciãos. Falhei em um par, e o Mark chegou, igualmente, próximo de ficar insano. Insisti com a Marie e ela enlouqueceu. A Kate Winthrop veio para substituí-la, mas nem precisei pegar os itens dela - já no Mythos o avanço final que faltava ao Tsathoggua foi feito e perdi a partida, tendo conseguido só dois (de 13) símbolos anciãos.

Final da primeira partida:




Na segunda partida, fui com os mesmos investigadores e igualmente contra Tsathoggua, mas, desta vez, revelando um Mythos a cada três jogadas (50% mais lento que na anterior, e 25% mais rápido do que o normal). Daí, foi um passeio.

Começo da segunda partida:




O Mark continuou um monstro, mas, agora, nada de falhar - jamais falhei em uma missão com ele nesta partida, mas é preciso dizer que diversas vezes optei por deixar o trabalho pesado para a Marie, que ia nas missões mais complicadas (principalmente quando era para remover um monstro, de forma a tornar a missão mais fácil numa segunda tentativa). A Marie, por isso, sofreu mais, perdendo bastante vigor e sanidade, e foi preciso enviá-la uma vez até os Primeiros-Socorros. Porém, depois que engrenei uma sequência positiva com ela, não parei mais, uma vez que a habilidade dela ganhou força total - ia com ela nos locais mais "tensos" e a habilidade dela garantiu, mais de uma vez, o sucesso (e dá para manter um ciclo virtuoso: gasta-se 3 para mudar um dado, mas ganha-se algo de troféu de volta - ou seja, não é algo que dá para fazer sempre, contudo, vi que é possível valer-se dela além do que avaliei a princípio). Apesar de um começo acelerado, com duas cartas de Mythos vermelhas entre as três primeiras, o Tsathoggua perdeu o pique e eu ainda fiz seu avanço retroceder em dois espaços. Com isso, com a Marie surrando um Bruxo e ainda cumprindo a missão do Abismo (eu nem esperava isso, mandei ela lá só para chutar o Bruxo e liberar o dado vermelho), e o Mark derrotando uma Coisa-Rato no telhado do Museu, o mundo foi salvo, ao serem coletados os treze símbolos anciãos. O Tsathoggua chegou só a 5 (de 11) em sua trilha de Destruição.

Final da segunda partida (o Mark, com o recorde absoluto de troféus (21 em troféus - ele ainda tinha um feitiço que valia 5 - o Processo Alquímico -, mas não apareceu na foto):




Bem, então um Mythos a cada dois turnos foi bravo demais. Um a cada três parece-me uma medida mais aceitável (na segunda partida, não importou tanto, todavia, provavelmente mais devido às fortuitas rolagens, pois, fosse no normal, um Mythos a cada 4 turnos, teria sido uma lavada ainda pior). Assim, vou usar essa frequência em minha próxima partida, e incluirei algo que pensei para as missões de efeito à meia-noite (já as separei do baralho de missões). A ideia é que, se numa rodada todas as missões tentadas foram bem-sucedidas, uma carta de efeito à meia-noite aparece após o Mythos, sendo esta uma missão extra, que só terá seus efeitos ruins - o de falha e o de meia-noite. Se for cumprida, sairá, sem ficar como troféu nem dar outros benefícios - talvez somente uma pista, o que parece-me apropriado.

Isso fará com que, ou um investigador gaste pelo menos um turno na missão, sem ganhar com isso, servindo só para evitar o efeito ruim de meia-noite. Talvez isso sirva para quebrar um tanto o efeito do círculo virtuoso que tem no jogo (quando começa-se a vencer as missões seguidas, os ganhos permitem que continue-se assim até o fim). Claro que, como também ocorre, o círculo vicioso é problemático, já que, ao falhar, tende-se a continuar falhando (por não ter o que usar para aumentar as chances, então depende-se bem mais de sorte para sair disso). Para isto, penso em incluir, quando nenhuma missão é resolvida num turno, que um jogador role o dado para um investigador, e aplique os efeitos dos Achados & Perdidos, mas considerando os símbolos de pistas como Ganhe 1 pista.

E foi isso!

Abs,

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