Imperial 2030 - comentários mesclados com relato de sessão

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Imperial 2030 - comentários mesclados com relato de sessão

Mensagem por tiagovip em Seg Jul 14, 2014 12:23 pm

Olá, pessoas!

Segue uns comentários gerais, depois o relato e, por fim, mais opiniões.

Visão geral do jogo:
Foi a minha estréia nessa versão do jogo, mas já tinha jogado o Imperial duas vezes e as principais diferenças são: a taxação dos países rende menos ao controlador desta; há bem menos conflito dentro das nações, com as lutas ocorrendo pelas diversas áreas neutras, espalhadas pela África, Oceania, Américas e Oriente Médio; as já citadas áreas neutras, pois no Imperial tem menos, sendo elas a península Ibérica, o norte da África, parte da Europa Oriental e a Escandinávia (em número: de 15 no Imperial, para 27); o mapa, que agora é um Mapa-múndi, sendo que a Rússia não fica mais um cantão do mapa, com as costas protegidas, e as demais potências afastaram-se um tanto, assim, como disse, as lutas dentro das nações são mais raras (no Imperial não seria surpresa a Rússia já se digladiar com o Império Austro-húngaro ou com a Alemanha, ou a Alemanha, que é certo que terá de brigar feio para expandir; a trilha de avanço do jogo do Imperial 2030 é mais cruel (pois leva em consideração a maior quantidade de áreas disponíveis, porém, para dominá-los, precisa-se de exércitos, e com mais exércitos, puxa-se o efeito da Taxação para baixo, o que contrapõe-se ao efeito de ter mais áreas, e assim, no final, a partida estende-se sensivelmente), e novamente colocando em números: um diferencial de +10 no Imperial vale +5 de aumento de poder (e 5 milhões para o controlador), enquanto +10 no Imperial 2030 vale +3 de avanço e só 2 milhões ao controlador, por exemplo.

As ações básicas (que ocorrem num rondel) são: Produzir (cada fábrica e porto produz 1 unidade), Fábrica (constrói, ao custo de 5 milhões, uma fábrica ou porto); Manobra (pode mover unidades a 1 região ou mar adjacente; pode mover tropas através de navios; se a região ou mar estiver ocupado, pode ocorrer combate, sendo as unidades/navios destruídas na base de 1:1, primeiro quem move decide se atacará, depois o outro jogador, com unidades/navios no local decide se haverá combate ou conviverão ali); Importar (adquire até 3 unidades/navios ao custo de 1 milhão cada); Investir (as ações da nação pagam dividendos aqueles em posse delas, de acordo com o indicado nas ficha da ação); Taxação (soma-se +2 por cada fábrica/porto, +1 por cada região sobre controle da nação, reduz-se -1 por cada unidade/navio, então compara-se o valor final na tabela, vendo se a mesma terá um bônus de poder e gerará um ganho financeiro ao seu controlador). É permitido ao jogador que controla o país avançar o marcador deste até 3 espaços no rondel sem custo, acima disso, só pagando (do bolso) 1 milhão + o modificador de poder da nação em questão. Sempre que o marcador, de qualquer nação que seja, passar ou parar na ação de Investir, o jogador que tiver a ficha de investidor recebe 2 milhões e pode comprar 1 nova ação de um país qualquer ou aumentar uma ação que já tenha. O jogo termina quando o marcador do poder de uma nação alcançar a posição 25. Vence quem tiver mais dinheiro ao final da partida.

O relato:
Pois bem, de começo, as nações estavam controladas assim:
China & EUA - Libonati
Rússia - Jorge
Europa - Fabiano
Brasil - Marcos
Índia - eu




Não houve, a princípio, disputas severas, e tentei fazer a paz com a China, voltando, assim, minhas atenções para a África e Oriente. O Fabiano disse que não queria briga, então claro, entre sua primeiras ações foi levar os tanques para passear por cima de meus territórios. Assim iniciou-se o primeiro tira-teima entre Europa e Índia pelo controle da África e do Oriente - e, nessa briga, a Índia deu-se melhor. Como confiar no Libonati é algo complicado, por questão de princípio, tomei o controle da China numa das fases de investimento, porque elas agem em sequência, e com a China como escudo, poderia promover a expansão africana da Índia.

A Rússia, do Jorge, atravessou os mares e foi brigar pelo controle da América do Norte, além de dominar o Japão e, por vezes, a Korea; mas também, numa reedição de 2014, a Rússia anexou a Ucrânia e meteu-se numa briga com a China pelo supremacia no Cazaquistão e na Turquia. O Marcos, controlando o Brasil e os EUA (que ele tomou do Libonati logo bem cedo na partida), tinha as Américas para si, então tomou tudo para o Brasil, sendo um ufanista inveterado como ele é: Argentina, Peru, Colômbia e México caíram primeiro, e depois, atravessando como se tivesse passando por um quintal de vizinho, cruzou pelos EUA e conquistou o Canadá e Quebec (que, aparentemente, separou-se do Canadá até 2030). Os EUA ficaram reduzidos a controlar somente o Alaska, além de ter quase zerado seu tesouro, impedindo-o de contratar tropas ou construir fábricas - a triste derrocada de um dos grandes de outrora. Tal situação com os EUA fez com que nós, os investidores Illuminati, tratássemos as ações do país com um nojo sem disfarce, e o Marcos controlava a nação com 1 única ação por boa parte da partida.

O Jorge tomou o controle da Índia e começou a produzir. Produzir. E depois produzir mais um pouco. Então, ela produzia. Mas isso tinha um objetivo: dominar os mares do mundo. A frota indiana saiu para todos os mares, indo brigar do mar da Índia até o Atlântico Norte! Tropas indianas surgiram para lutar não só na África, mas também desembarcaram no Peru e na Argentina, sendo recebidos com flores e vivas pelos hermanos.

A Europa, do Fabiano, sofria, brigando na África com a Índia e na Europa Oriental também com a Rússia, contudo isso não a impedia de gerar bons lucros para os especuladores e homens ciosos e oportunistas, então todos estavam pegando um quinhão das ações europeias. O mesmo ocorria com as ações chinesas, a potência maior dessa primeira fase da partida, tanto em área dominada quanto em valor de mercado de suas ações.

É preciso notar aqui que algo estava ocorrendo no jogo: o Libonati, tendo perdido o controle dos EUA para o Marcos e, depois, da China para mim, tornou-se o Banco Suíço, que não comanda nações, porém é a maior potência nos investimentos, podendo adquirir ações a cada fase de Investimento e, ainda mais, é permitido ao Banco forçar essa fase quando o marcador de uma das nações passam por ali, o que causa duas coisas: que o Banco Suíço determine o ritmo do jogo (quanto mais ele forçar a fase de Investimento, mais lento o jogo anda) e o fluxo monetário dos países: quanto mais dividendos os países tiverem que pagar, cresce a possibilidade dos mesmos irem à bancarrota, o que reduz o crescimento militar das potências, porém, por outro lado, enquanto estas tiverem valiosas ações para vender, haverá cada vez mais destas em posse dos jogadores, aumentando os rendimentos gerais enquanto, claro, o país puder pagar. O Libonati ficou como o Banco Suíço, vendo o circo pegar fogo, por bastante tempo e disparou adiante dos demais - a quantidade de ações que ele possuía era enorme (mas sempre um igual ou menor à quantidade dos controladores) e, forçando o Investimento, mesmo que não fosse unitariamente o que mais receberia por um determinado país, na soma de todos, era disparado o que mais lucrava.

Não tenho ainda suficiente experiência com o Imperial para saber se a posição em que ele estava se mantendo seria sustentável por muito mais tempo sem que, na lentidão dos outros, acabasse por, inevitavelmente, ter de passar as fases de compra de ações sem adquirir uma que fosse, pois acabaria tomando o controle de alguma nação. Todavia, creio que seria sim, se não até o fim, pelo menos por tempo suficiente para o quadro ser irreversível. O caso é, no entanto, que o Libonati, pura e simplesmente, optou por abandonar a posição de Banco Suíço, de acordo com as palavras dele "para conhecer mais o jogo", já que mantivera controle sobre uma das potências por uma pequena fração do jogo, e na maior parte para dominar áreas neutras. São poucas as dúvidas, para mim, que, de outro modo, ao sustentar o Banco Suíço, ele ganharia de lavada.

Enfim, como foi, ele tomou controle da surrada Rússia. Era uma potência pouca cara entre os especuladores e, após um investimento pesado nela, caso conseguisse alavancar o bônus de poder dela de forma considerável, ele teria uma posição interessante na distribuição final de dinheiro. Só que eu tinha a China. E quando a Rússia se assanhou um pouco para o sul, bem, daí foi guerra. Uma em que a Rússia perdeu de dar dó - foi reduzida a um mínimo de áreas controladas, usualmente com as duas fábricas mais ao leste tomadas pelos chineses, e cada região conquistada com suor e fadiga pelos russos, na próxima fase de manobra do exército vermelho, tal espaço era retomado. Havia dois interesses meus nisso: a princípio, sem ter investimentos na Rússia, era bom para mim que suas ações não aumentassem de valor e, depois, mesmo já com algumas poucas ações (4), eu permanecia na ofensiva, de forma a valorizar as ações da China (das quais eu tinha 9) e atrapalhar a Rússia (cujo investimento do Libonati era 13 ou mais), de forma que ele, ou outro alguém, tomasse o controle da China de mim, porque eu queria tornar-me o Banco Suíço.

A geografia política do mapa mudava: o Brasil, do Marcos, atravessou o Atlântico, e com 1 única e determina tropa, ficou incomodando a Índia (do Jorge) e a Europa (do Fabiano). Vendo uma boa oportunidade nesta boa expansão brasileira, tomei o controle do Brasil, e tomei o Alaska dos EUA, bloqueei umas fábricas e cantei o hino brasileiro em Washington, onde troquei a estátua do presidente americano pela do atacante atleticano, o do Coração Valente. O Marcos não ficou contente de perder o Brasil depois de todo o trabalho que tivera para expandir os domínios destes, então tratou de contratar tropas com o mirrado dinheiro americano e produzir nas fábricas ainda abertas. Acabei sendo chutado do México, Canadá, do Alaska e de Quebec, mas foi divertido enquanto durou. E o Brasil acabou tendo seu controle adquirido pelo Fabiano, e sob a direção deste, iniciou uma monstruosa batalha pelo domínio do mar do Caribe, eventualmente vencida pelos brasileiros, que acabaram por recuperar o controle do México e, de quebra, sentaram a bifa nos invasores indianos, também recuperando o Peru e a Argentina.

A Índia, do Jorge, continuava mandando nos mares, e continuava produzindo e enviando tropas para os lugares mais distantes do globo: onde houvesse uma bandeirinha solitária, sem tropa, dando sopa, lá iam os indianos colocar curry nela: Árica, Oceania, Oriente Médio, América do Sul e do Norte, China, Rússia, Europa - simplesmente não houve lugar à prova deles. Mas sustentar tal corpo militar é caro e o valor de mercado da Índia não subia, e foi necessária muita conversa minha (eu era o segundo principal investidor na Índia) para que ele começasse a destruir as tropas e frotas e começasse a taxar. Felizmente ele ouviu após um bom tempo, então veio a certeza de que a Índia fora um bom investimento - o que deixou o Marcos macambúzio, pois era o único sem ações dela.

O Libonati, cansado de apanhar com a Rússia, tomou o controle da China, para que usasse aliança entre estas duas potências vizinhas para valorizar a Rússia. Quase chorei de emoção ao assumir o Banco Suíço. Fiquei forçando os Investimentos, de forma a recuperar o terreno perdido, e mesmo após várias e várias rodadas, eu ainda estava atrás do total de ações ante o Libonati (para dar uma noção daquilo que falei mais acima). Porém, um efeito que eu não esperava, é que, na reta final da partida, as taxações dos países não estava mais sendo suficiente para cobrir os dividendos a serem pagos. Assim, um temor baixou na mesa para os controladores: naquele ritmo, haveria uma chance real de eles terem de pagar do bolso para os outros na fase de investimento (pois o influxo de dinheiro para os países são dois: taxação e venda de ações, e o valor das ações é superior ao rendimento delas de 1 a 3x, ou seja, a liquidez da nações não é tão abalada com o pagamento, mas caso as compras escasseiem, ou porque, como no caso dos EUA, elas não causem interesse imediato, ou porque, como no caso da Índia e da China, elas simplesmente acabem, é só questão de tempo que a festa de receber de 6-12 milhões de taxas e o pagamento de até 45 milhões em dividendos chegue a um fim amargo). Acabou que isto só ocorreu duas vezes, uma com a Europa, que foi bem caro para o Marcos, que tomara o controle do Fabiano, pois além de nada receber mesmo tendo a maioria das ações, teve que pegar, e uma com a China, do Libonati, contudo, aqui o maior efeito foi ele não ganhar nada, já que teve de completar o pagamento de somente 3 milhões.

Com o mercado de ações quase vazio, restando somente algumas dos EUA e uma 1 do Brasil, veio a pressa em encerrar a partida antes que as fases de investimento quebrassem os países ainda mais do que já ameaçavam. Foi quase unânime entre as potências o cessar fogo, com o mínimo de tropas lutando pelos mesmos espaços, num meu-agora-seu-agora-meu, tentando sempre ter o mínimo possível de tropas para sustentar algumas regiões e fazer as taxações mais positivas, pois o interesse era só de aumentar o valor das ações que cada um já possuía. Por este momento, eu já era o maior controlador de ações, devido ao Banco Suíço.

A partida encerrou, após cerca de 5 horas, quando a China atingiu a posição 25 da trilha de poder (alcançando o bônus máximo de x5 para as ações) - por 1 única região o Libonati, com a China, não terminou o jogo 1 rodada antes, o que teria me impedido de, afinal, abandonar o Banco Suíço e tomar controle dos EUA que, mesmo numa posição não das melhores, ainda valia mais ter as ações do que o dinheiro, devido ao bônus. Na contagem final, fiquei na frente com 716 milhões, contra 643 do Fabiano, algo que me surpreendeu bastante, pois a diferença de só 10%, mesmo sem ele ter controlado em algum momento o Banco Suíço, é impressionante, e creio que, caso o Libonati tivesse conseguido encerrar a partida 1 rodada antes, sem os dólares americanos extra, creio que ficaria atrás dele, já que além dos dólares, ocorreram mais fases de investimento, que me beneficiaram mais do que a ele, no geral. O Libonati, que ficou travado, sem receber os dividendos de seus investimentos na Rússia e China, e com as ações russas, as quais ele mais tinha, valendo relativamente pouco (se comparada às da China, Europa, Índia e Brasil), acabou perdendo um pouco de contato e fechou com 565 milhões.

É importante notar aqui que calculamos a pontuação de forma equivocada: o bônus multiplicador foi aplicado no valor das ações e não no lucro gerado por elas (por exemplo, na ação 9 da Índia, que custa 30 milhões, e dá 9 milhões de lucro quando ocorre a fase de Investimento, na pontuação final tal ação rendeu 120 milhões (30 x 4) quando, de fato, deveria fornecer 36 milhões (9 x 4)). O cálculo errado fez com que o dinheiro acumulado previamente à pontuação final tivesse peso ínfimo, o que, da maneira correta, não ocorre. Além disso, fez com que sempre valesse comprar ações, mesmo perto do final, pois, como estava, no pior dos casos o jogador receberia o mesmo ou o dobro do que pagou, enquanto, nas regras certas, é bem arriscado, pois sem pelo menos uma fase de Investidor, é bem possível para uma ação que esteja no x2 dar prejuízo (e isso faz com que comprar cedo as ações que venham a valer alto no final seja melhor, pois ela tendem a acabar rápido uma vez que o nível de poder da nação suba para x2, x3).

Comentários:
Minhas impressões sobre o Imperial 2030 foram, no geral, bem positivas, pensando no jogo em si. No entanto, em comparação ao Imperial ele peca um tanto na duração, pois não vejo como ter mais territórios mas uma tabela mais complicada para elevar o nível de poder de uma nação se equivalham, pois, pelo menos nesta partida, era preciso sempre um exército para expandir e sustentar alguma posição: sim, uma ou outra bandeirinha, sustentada ali por uma localização favorável ou pura fé no poder do hino nacional, no geral as áreas mais extensas exigem mais unidades/navios e, então, a duração da partida acaba aumentando, o que não é necessariamente algo positivo. Mesmo assim, noto que o final da partida, mesmo com um cansaço batendo, havia sempre algo importante ocorrendo - movimentos minuciosos e (como visto acima) situações sendo definidas por 1 região a mais ou a menos, uma unidade a mais ou a menos. As últimas aquisições de ações também foram decisivas, então não consigo ver algo podendo ser removido de nossa partida, sem que a própria perdesse algo bem relevante! Uma grande ponto positivo, ao meu ver - mas, certamente, conseguindo reduzir a duração em 1 hora, 90 minutos, tanto melhor será, e as partidas de Imperial que participei ficaram em torno dos 180-200 minutos, enquanto esta ficou ali em torno dos 300 minutos (5 horas), e um dos culpados disse foi os dois longos momentos em que o Banco Suíço estava ativado, pois tanto o Libonati quanto eu usamos largamente o bloqueio do avanço dos marcadores dos países no investimento, o que inseriu uma boa quantidade de tempo ao jogo. Isso me leva a querer que houvesse uma maneira de limitar o tempo em que um jogador permanecesse com o Banco Suíço (talvez 5-8 ações de investimento, assim haveria momentos em que, para não gastar um desses bloqueios, o jogador-Banco deixaria passar a fase).

O Imperial 2030 é um jogo de sem sorte, com decisões difíceis e que exige bastante dos envolvidos, mas sem ser complicado: as ações são razoavelmente simples e, após uma rodada, todos já as realizávamos com mínimas consultas ao manual ou mesmo ao player aid. É um jogo envolvente, tanto de cunho econômico quanto de controle de área, e impõe aos participantes um alto grau de interação, tanto na busca de alianças para melhorar recursos conjuntos, quanto unindo-se contra alguma nação (e, claro, é curiosamente semi-cooperativo, já que as ações de uma país usualmente estão espalhadas entre vários jogadores, porém, somente um vencerá, e o normal é alguém ter mais benefício do que outros com a valorização das ações de um país, mas ainda assim, todos os que têm ações dele ganham).

O Imperial 2030 não é um jogo recomendado para todos, claro, mas qual é também? Se os meus comentários lhe soaram positivos e o relato lhe deu uma coçeira de estar envolvido em uma partida com essas idas e vindas, pois bem, pode ser que Imperial 2030 seja, afinal, recomendado para você!

Perdoem o relato e comentários um tanto extensos, mas é fácil falar de um jogo tão legal, e é preciso dar algum contexto para entender um tanto o que ocorria na partida.

Bem, e foi isso!

Abs,

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Re: Imperial 2030 - comentários mesclados com relato de sessão

Mensagem por libonati em Seg Jul 14, 2014 1:47 pm

Ainda não sei ao certo oq dizer obre o jogo. Achei-o fascinante, mas estonteante. Aprendi um pouco observando o Perreto e o Fabiano jogarem, mas mesmo assim a experiência deles pesou bastante.

Desculpem pelo equívoco na pontuação final


Ações tomadas pelo Brasil após a derrota de 7x1 contra a Alemanha o levaram a dominar as Américas, e que se foda!


Um futuro surpreendente


Indo-Africa


Os bonitos.


Fim de jogo.

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Re: Imperial 2030 - comentários mesclados com relato de sessão

Mensagem por doizinho em Seg Jul 14, 2014 1:52 pm

Boa análise sobre as diferenças, elas são pequenas e é difícil notar o impacto delas durante a partida. O sentimento geral que eu tive é que a gente tem mais dinheiro rolando no 2030, no original é duro pra comprar as ações de 12 e nesse quase todas foram negociadas.

Outra mudança considerável foi o tempo de jogo, só que aqui fico em dúvida se foi culpa do jogo ou do AP nervoso que tava rolando. Normalmente as jogadas são executadas rapidamente, pois tem-se todo o turno dos outros jogadores pra decidir o que fazer, mas nessa partida até pra mover uma mísera tropa estava demorando.  Evil or Very Mad 

A nossa partida de sexta foi legal, com as tradicionais trocas de ofensa e juras de vingança não cumpridas, pena que calculamos errado a pontuação final. Acredito que o resultado seria diferente se utilizássemos o método correto.

Poucos apostavam em mim, e todos ficavam marcando o Tiago e o Bruno que se utilizaram do banco suíço por longos períodos de tempo durante o jogo. Isso foi bom, pois fiquei correndo por fora e concentrando ações dos países mais lucrativos, sem contar que consegui terminar com uma boa quantia de dinheiro nas mãos. Realmente uma pena o nosso erro final.

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Re: Imperial 2030 - comentários mesclados com relato de sessão

Mensagem por doizinho em Seg Jul 14, 2014 1:59 pm

@libonati escreveu:
Um futuro surpreendente
Haja telemarketing!

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Re: Imperial 2030 - comentários mesclados com relato de sessão

Mensagem por Trentini em Seg Jul 14, 2014 2:50 pm

certamente quero conhecê-lo em outra oportunidade.

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Re: Imperial 2030 - comentários mesclados com relato de sessão

Mensagem por tiagovip em Seg Jul 14, 2014 2:55 pm

@doizinho escreveu:A nossa partida de sexta foi legal, com as tradicionais trocas de ofensa e juras de vingança não cumpridas, pena que calculamos errado a pontuação final. Acredito que o resultado seria diferente se utilizássemos o método correto.

Eu gostei do jeito que pontuamos! Devíamos aplicar assim sempre!  Twisted Evil 

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